Poemas com Rimas de minha Rua
Não. Ninguém do meu meio está preparado para entender meus excessos, minha acidez desmedida, meu amor transbordante...
Não...não há porque revelar, desvendar...abrir as fendas, seguir meus passos...
Não...minha trilha não tem rastros, meu perfume é madeira misturado com jasmim...Minha senda, meu silencio, meu murmurio...eu, de mim.
Elizethe Ferreira Gama
Minha poesia tem a cor de avelã
Tem a beleza do nascer do sol
Tem o calor dos apaixonados
A loucura dos amantes,
Tem sabor de maçã
Tem desejo de quero mais
Tem chuva no sertão
Passeio a beira mar
Tem o querer de sorrisos
O desejo de cantar
Penumbra de um quarto
Flores, vinho e jantar
Tem teus olhos de sobremesa
Teu olhar de sedução
Tem tu no meu peito
Tem amor no coração.
Quando a brisa chega suavemente
cheia de afetos, acariciando minha pele
Automaticamente te sinto
Perfumando meus pensamentos
E tudo transborda dentro de mim.
O ar fica cheio de nós dois
De amor
A poesia de minha vida
Você é como um campo
cheio de flores e sonhos
que perfuma e pinta de felicidade
a minha existência!
O sentimento mais doce...
O sonhar mais encantador!
Porque posso ter certeza
que o amor ainda existe
junto de você!
Você me ensinou a dizer
" Eu Te Amo"
Você
Fala-me da sua vida
Dos teus dias
Sua história...
Minha vida?
Ela se resume em você
Meus dias?
São os teus dias!
Ah...
Minha História?
...Você!
Como
Roubaste minha intenção
de ter você pra mim...
Deste outro lado...
Do todos os lados
Como todos os versos...
Como o universo que desenhei
pra nós!
Habito no paraíso do teu sorriso
É aí que minha alma repousa, fazendo-me querer-te ainda mais
Com essa paz que só você me dá!
Sem você, perco a inspiração
Minha poesia fica triste Sem razão...
As palavras não vem da alma
O teu brilho não aparece
"Faz meu coração emudecer"
Para aqueles que me odeiam, o meu desprezo;
para aqueles que me toleram, a minha insignificância;
para aqueles que me admiram... meu eterno AMOR!
Minha poesia é nada do que sou,
é noite desgostosa de bebedeiras
é escrita em lugares que não vou
é delírio inocente antes da saideira.
Minha poesia mergulha no seco
ardente como pés no chão quente
sombreada com a ausência sentida
é vazio que ainda assim me dá vida.
Minha poesia intimista é chata,
penso que poucos a admiram,
minha inspiração pode ser ingrata,
mas ainda assim é por ela que respiro.
tudo está no céu
sinta minha emoções
sempre querem jogar
não me diga que bebemos
tudo está no profundo do céu
não escutamos mais as palavras
deixamos a liberdade falar muito mais alto
nunca mais olhamos para o céu
tudo por um premio eterno
tão longe de tudo não olhamos mais
mesmo quanto libertar seus olhos será tarde,
bem alto no teu coração as estrelas são únicas
mesmo que não acredite mais
olhe para o céu nunca mais deixará o profundo
seja uma das luzes que brilha bem alto
sem esquecer já tocou a liberdade.
por celso roberto nadilo
O Eterno bateu em minha porta;
Me ofereceu o Para Sempre;
A Eternidade me Chama para dar um passeio!
sinto tua boca molhada
de suor e desejo
penso em cada momento
que amor pode ser real
minha pele não real
mais teu amo minha melhor parte.
Se você pudesse ver
Toda a minha profundidade e complexidade
Eu acho que você concordaria que é difícil ser eu.
"RECUSO"
Recuso-me a ter...
A minha alma sedenta de ódio
Aceitar que sou uma flor no meio das silvas
Estar escondida entre sonhos
De sentir-me com as mãos acorrentadas
Tentar fechar os olhos a alegria e a felicidade
A de não me sentir amada...
E não amar tudo apaixonadamente
Viver a vida sem paixão como se nada se passasse
Sofrer de dor, de saudade
De magoa, de solidão
A morrer como uma cópia, afinal só existe uma eu!
Agita as águas paradas
Da minha alma,
Me leva com o teu rio,
Que traz vida,
Não tenho as palavras certas a dizer,
Pra provocar-te a querer-me mais,
Do que já me Queres.
Então vem como prometeste,
Derrama o Teu espírito, derrama o Teu Espírito
Invade minha escuridão a onde me escondo,
Me abraça com seus braços, com Tua paz
Senhooor...
Me alcança quando me escondo,
Sim me alcança quando fujo
Senhor...
Vem encher minha alma de amor
Então vem como prometeste,
Derrama o Teu espírito, derrama o Teu Espírito (5x)
Teu amor é como de pai de um irmão,
Como a garra de um leão, assim como nenhum outro.
Violentamente, persegues e me abraça,
Me envolve em quem Tu és
Então vem como prometeste,
Derrama o Teu espírito, derrama o Teu Espírito
Teu amor é como de pai de um irmão,
Como a garra de um leão, assim como nenhum outro.
Violentamente, persegues e me abraças,
Me envolve em quem tu es
Então vem como prometeste,
Derrama o Teu espírito, derrama o Teu Espírito (4x)
Só!
Naquele dia a sua beleza cegava meus olhos a ponto deles enxergarem só você.
Minha boca sentia sede dos seus beijos, mas seu rio secou.
Tantos amores
e histórias vazias
Tantos corpos e nomes
que já não sei se é noite ou dia
Minha cabeça sendo esmagada
no meio de suas pernas
enquanto minha língua
desliza e se embriaga
na melhor das tabernas
Um vento
Paralisado! Em mente uma visão de um quarto branco transcendental,,
Minha psicose ao ponto da minha lucidez, obscura...
Um ser... O meu ser... Magnífico. Vestido de branco.
Incrivelmente atingindo o nirvana,,
Inexplicável a sensação de placidez, de silencio,,
Um olhar agressivo, Inabalável,,
Coração, Intocável.
Agradeço por minha escuridão
A fome não me pertence mais
para que sermos amigos
senão nos pertencemos mais
olho para queles dias
nada mais agora expõem
não compreendo o pelo que
o que dizer em tantos detalhes
obscuros relapsos neste termo
meus olhos famintos de desejo
posso gritar na escuridão
não tem mais um coração
para que sonhar
se nada foi ou será real
nos dias que se passaram nada mais
não compreendo ninguém
olhar para tua felicidade
continuar a sorrir
estranho são essas pessoas
pelo que a dor que causam
reato meus pensamentos
por fim não compreendo
deixo meus sentimentos
abandonados para sempre
vagantes numa fase editorias
ate clamantes no esplendor
ficticioso mero fruto
estranho tantos sacrifícios
nenhum resultado chega ser
um bom partido deixando vagantes
ostentação vertente da podridão
desdenho minhas falhas e faltas
nunca seria satisfatória
em pacto descrente de mútuas
frenesie corriqueiro nunca
fora muitos termos rituais
complicados nessas estações
ativas na escuridão dos meus pensamentos
perdidos numa dor infinita
austeros românticos seria mais fase
descrente de qualquer sentimento
abordado nesta fronteira de pensamento
hediondo ré entre as entrelinhas
perdidas sobre o sentido
nunca teve intensão mais
magoa de forma profunda
então vejo um belo sorriso somos amigos
solitude meus maiores
eternos sentido minha culpa
em todas lados paira
sob ar de mistério sou culpado
não quero mais esta vertente
olho para um futuro estranho
sinto meus olhos mortos...
por Celso Roberto Nadilo
