Poemas Campos
O Amor, a asa que liberta-nos do chão... Amor de verdes campos e mulheres indecifráveis, que dispondo de um reles olhar derretem até o mais sólido metal... Amor de donzelas em apuros e príncipes encantados... Amor à primeira vista... Amor com respeito e compreensivo... Amor de braços dados, olhares cruzados, lábios escarnecidos, lesados pela euforia... Amor proibido... Amor de esposa..Amor de marido... Amor de flores... Amor eterno, incontestável, de coração aberto, sincero... Amor esquizofrênico e irreal... Amor doentio e obsessivo... Amor que ceifa planos.. Amor que arranca sonhos... Amor que desperdiça vidas.
Aos sentimentalistas minha pena retraída... Aos realistas minha gratidão.
... Certa vez conheci uma menina. Me lembro que quando ela passava pelos campos que antes eram secos e sem vida, as flores nasciam do chão e das árvores, agora completamente verdes. E quando ela olhava alguém nos olhos, tal pessoa se curava de qualquer doença, mesmo as que eram causadas pelo amor que ela própria transmitia. Aquela menina cresceu, e se tornou uma das mulheres mais incríveis que eu já conheci. Não era vulgar, mas deixava os homens loucos por ela. Não era perfeita, mas eu nunca encontrei nenhum defeito nela. Ela era muito maior do que qualquer outra coisa, tanto que parecia intocável. Mas ela sempre estava ali, e sua presença dava uma apaixonante sensação de proteção. Todas as noites, antes de dormir, ela ficava olhando as estrelas. Talvez ela estivesse criando asas, e ela sabia que o vôo seria bem alto. Mas não tão alto quanto seus sonhos, cujo cenário eram aqueles campos. Ela fechava os olhos... e adormecia.
A vida é como topografia, Haroldo. Há picos de felicidades e sucessos... pequenos campos da chata rotina... e vales de frustrações e fracassos...
A depressão arrasa, devasta, transforma vidas em desertos áridos ou campos de batalha cheio de mortos para enterrar. Aprendi que devemos sepultar a nós mesmos dentro desse processo e aprender a recomeçar todos os dias!
Brotaram no desabrochar dos lindos campos, suas essências... Deixadas como folhas em vendavais. Voando, vagando, sem destino; por entre pensamentos, como mãos que tocam almas, fazendo de harpas sons siderais.
Desejo e amor encontram-se em campos opostos. O amor é uma rede lançada sobre a eternidade, o desejo é um estratagema para livrar-se da faina de tecer redes. Fiéis a sua natureza, o amor se empenharia em perpetuar o desejo, enquanto este se esquivaria dos grilhões do amor.
Não Deve Haver Limite Quando Trata-se Da Ciência, Os Mais Variados Campos Do Conhecimento Devem Ser Estudados Para Que Se Encontre a Conclusão Verídica
Que estes novos Homens imersos do nada, Honrosos de Pai e Mãe, semeie os novos campos do mundo com seu Amor !
Reflexão do Dia
Mais do que dar atenção, carinho, levar flores, ser amigo, semear campos e jardins, temos que ser HUMANOS. Não basta ter compaixão do próximo, é preciso estender a mão, é preciso construir pontes e ser na vida dessas pessoas “Balsamo”, que restaura, edifica, renova e cura.
"A ciência é método e os métodos utilizam-se em campos decisivos do saber e o saber é ponto determinante para o crescimento condigno de uma sociedade"
Possuo campos tão extensos, que ligam mares. Terras tantas, tamanhas possibilidades, e eu, teimando ainda em cultivar expectativas.
Não me dou a outro lugar, nem amo a qualquer um; — minha relação com Campos Belos, é como a de um filho ligado à mãe, em carinho e amor. Assim é que somos.
Lá nos campos onde as flores silvestres brincam, um novo tipo de beleza brilha intensamente a cada dia. Com olhos feito as estrelas, brilhando suavemente na noite, um coração feito de sonhos que alçam voo na luz. Neste silêncio, onde a esperança se firma, juntos vagaremos, de mãos dadas.
Caminho por campos nebulosos, com a escuridão sendo a companhia silenciosa, que me acompanha e como eu, caminha sem destino certo, usando como guia, o fraco e longínquo brilho das estrelas, que em outrora, brilhavam sintilantes.
Amigos, eu não coleciono, não guardo. Gosto de vê-los livres correndo pelos campos da vida, brincando no por do sol, mergulhando nos lagos da vida, surgindo e ressurgindo em meio a ondas de sorriso.
O comodismo e a sistemática são dois elementos fatais aos campos da observação, dedução e criação do ser humano.
