Poemas Ausencia Presente
Na sua ausência é você quem eu vejo ao me olhar no espelho. Isso me faz bem, me deixa seguro, me deixa ser eu mesmo sempre. Me faz crer que mesmo sendo pés no chão vou ter momentos de poder voar. Tudo por ter um porto. Um porto seguro.
Todos nós precisamos de um pouco de Deus, de um pouco de sorte, e de um pouco de amor. A ausência de uma das três coisas por certo vai nos tornar menos felizes, ou mais tristes que o de costume. Poderia dizer que "SORTE DE QUEM AMA A DEUS".
A Saudade é a ausência da pessoa Amada,que nos deixa falta, essa falta é um pedaço do nosso coração,que a pessoa Amada carrega ao lado do seu.
Segundos com você cura qualquer dor; Até mesmo as dores da solidão, que na sua ausência prevalece sem a sua paixão.
A saudade é decorrente de sentimentos sensibilizados pela ausência ou distância de uma pessoa, demonstrando a importância e a falta dela em sua vida.
“Pessoas e coisas confundem-se constantemente por aqueles que, na ausência de amor em sua essência e não havendo desenvolvido a habilidade de pensar e refletir, não entendem o propósito real da criação, tão pouco sua existência. Por cometerem tal blasfêmia, a sociedade caminha para uma forma de vida completamente irracional ao passo que essa qualidade de gente não consegue entender que as pessoas são mais importantes do que as coisas. Compreenda-se por coisas tudo aquilo que não é uma “pessoa”. Ame o Senhor nosso Deus acima de todas as “coisas” e o seu próximo como a ti mesmo.”
Sinto sua ausência mesmo quando estou com pessoas queridas, sorrindo e me divertindo... Pois, o meu melhor sorriso é quando estou ao seu lado.
Um povo que se sente no direito de abstrair algo de outrem, na ausência deste, padece de miserabilidade intelectual e não pertence à civilização atual.
Sua ausência não se torna difícil pelo fato da saudade. Mas saber que o homem mais incrível do mundo existe, me ama, e eu não posso ao menos tocá-lo, é tortura. Por isso tenho inveja de qualquer um que tem o privilégio de estar com você, sentir o cheiro natural da sua pele, ouvir de perto sua voz numa conversa qualquer, rir das suas piadas e fazer parte do seu dia mais comum. Invejo mesmo, com tudo o que tenho e sinto aqui dentro. Invejo porque você toma conta dos meus pensamentos e eu me alimento dos restinhos que sobraram da última visita que você me fez. Eu vivo das lembranças, quase que morando na memória que você habita em mim. Invejo os seus amigos. Invejo quem te vê sorrindo. Quem tira fotos contigo. Invejo até o motorista do ônibus que você pega pra ir ao trabalho. Invejo porque eu queria muito que a sua ausência fosse difícil só por causa da saudade. Mas não é. O homem mais incrível do mundo existe, e ainda posso ouvi-lo dizer que ele é só meu numa ligação distante logo pela manhã. Ah, se a saudade fosse a única parte difícil de lidar. Só não seria melhor do que ter o seu "bom dia" todos os dias ao acordar.
A ausência intensificada, um telefonema frustrado, e tudo o que me resta é o frio que me sobe a boca... Desejando apenas ser coberta por outros lábios que ganharam nome de: Seus.
Porque eu sempre tive medo do que sentir com a tua ausencia, mas a tua presença nunca sentida me tornou vazia. E estando agora vazia não se pode sentir.
Vi-me vazia por dentro, a ausência de algo ou alguém me matara há pouco tempo atrás, hoje não digo o mesmo. Iniciei o meu caminho e percorri longos trechos, por vários momentos senti-me abandonada e seca, largada a própria sorte, vi a felicidade passar por mim diversas vezes, tão debilitada não tive forças para agarrá-la. Presa em um mundo surreal e exagerado, minhas utopias vacilavam a cada pisada, os pés doíam e queimavam, o calor forte me torturava, suor e os cabelos agarrados na nuca. Os pássaros não cantavam com o mesmo fervor, o crepúsculo perdeu sua magia e as manhãs já não eram as mesmas, as petúnias e margaridas não tinham o mesmo cheiro. Oh céus! Definhando um pouco mais a cada dia, caindo e ficando em algum buraco do meu subconsciente, não sabia o que pensar. Tão desiludida com a vida, vi meus sonhos murcharem ao meu lado, pobre esperança, jogada pelos cantos, tão fraquinha e débil, mal podia respirar. Fui deixando isso, abandonei esses pensamentos, me segurei em algo e peguei força, subindo, saindo do buraco que me encontrara presa, me erguendo novamente e cá estou eu com caneta não mão direita e papel debruçado sobre as coxas, fazendo um simples relato dos meus sonhos e esperanças que hoje andam tão livres, cantando e dançando pelo campo, que belo espetáculo.
