Poemas Ausencia Presente
O presente é o único tempo que temos para viver. Ou fazemos bom uso dele a cada instante, ou o desperdiçamos para todo o sempre.
Escreva num papel aquilo que quer, alguém poderá ler e te dar, seja dinheiro, presente, amor ou abraço, qualquer coisa.
Quando pensamos no amor, pensamos no estado presente, mas o amor é feito pelo passado e eternizado no futuro
Ainda que no presente surjam outras pessoas, não substitua das tuas lembranças aquelas que já passaram, te amaram e se foram.
Ganhar não é um presente do acaso, mas a recompensa, como troca, por um esforço pessoal que a própria vida oferece.
Quando olho fotos antigas, sinto falta do passado, mais não abro mão do presente, afinal quem vive de passado é museu.
Ó passado que influência nosso tempo presente e contempla nossa busca pelo futuro expande o conhecimento e interfere a cada dia em passos que damos após o conhecimento adquirido, de forma que uma estrela extinta a milhões de anos. Pode mudar o presente de tal maneira que o mundo pode ser inspirado e salvo pela luz ou levado a ínvida da morte pelas trevas dos cegos que não contemplam da luz do amor.
Sinto que já estão longes os momentos que estou vivendo, como uma nostalgia do presente... Meu futuro está em meu passado neste mundo doente sem perspectivas de cura.
O saber é um presente que recebemos de Deus com a obrigação, ineludível, de entregar o mais breve e consciente possível à mão de quem o entregará àquele que continuará essa atenciosa e sábia entrega.
A Música já está tão marcada, tão presente, que já faz com que a consideremos um meio de sobrevivência, e que muito geralmente faz com que pensemos e consigamos encontrar a resposta para muitas das nossas perguntas.. Vida sem Música? Estamos a enganar quem? Vida sem música não é, nem pode ser vida.
Viva o presente, sem pensar no que te magoou no passado ou no que te fará feliz no futuro, apenas viva o agora.
O momento indeterminado ainda está presente. Constato que a mudança dos horizontes que nos afetam, na qual estamos imersos, assombra-nos. Algo está em jogo: o que detalhamos por trás de nossas insólitas decisões. Rasgamos a qualidade de nossa incompetência pois as regras desse mesmo jogo mudam constantemente. Talvez haja sentido. Mas não quero o sentido, quero ainda que errante, apenas o sentir.
