Poemas de Amargura
Intriga.
Pelos ouvidos se amargura o coração.
Pelos olhos e pela pele ele se adoça.
Destes ouvido a muitas coisas?
O amor não se define pelo que se ouve!
Decide-se pelo que se vê e sente.
Palavras podem ser vazias.
Atitudes são cheias de significados.
O amor é manifesto em atitudes.
Palavras podem sim, descrevê-lo.
Talvez nunca, mostrá-lo.
Amor sem palavras até pode ser amor!
Amor manifesto em atitudes, é amor.
Amor não é mero sentimento.
Amor é vocação.
Você pode sentir, ódio, raiva e paixão.
Sente-se que se ama alguém pelo coração?
Ou sabe-se através das atitudes? A razão.
Confunde-se facilmente, sentimentos com condição.
Se usardes os ouvidos em demasia.
Esquecerdes de olhar e sentir a quem te ama.
Deixaras de viver a felicidade de ser amada.
Seguiras com uma alma vazia.
E o coração, cheio de magoas
O quão amargura e sofrimento geme a minha alma. Estou como uma orbita perdida sem respeitar as leis da gravidade. O tempo?!! Dói como um sangramento repulsante após uma ferida aberta. Oh abandono que me aflinge tanto, que tem se tornado dias de chuva constante. Sentimentos de perda e dor crescia, pois sua ausencia não tinha mais sentido. Estava totalmente como um Dejà vu. Nada mais tinha rumo ou direção.
O tempo passa. Mesmo quando parece impossivel. Mesmo quando cada batida dos segundos dói como o sangue pulsando sob um hematoma. Passa de modo inconstante, com guinadas estranhas e calmarias arrastadas, mas passa. Até para mim.”
“Eu parecia uma lua perdida – meu planeta destruído em algum cenário de cinema-catástrofe – que continuava, apesar de tudo, numa órbita muito estreita pelo espaço vazio que ficou, ignorando as leis da gravidade.”
Engano.
Nunca o perdoei.
Sou neste amor, a amargura.
Mataste a verdade.
Goraste o futuro dos sonhos
Com tuas incúrias.
Sou neste amor, a amargura.
E não há um insignificante brio
Nas tuas frases falhas -
Essas, quais sempre acredito.
VERSOS E AMARGURA
.
Se de mim retirassem os enganos
Em mim apenas acertos restariam
Seria um poeta de versos levianos
Que como bolas de sabão se esvaziam
Prefiro ser alguém cujas conjecturas
Correm o risco de trazer amarguras
Do que ser um ser vivo sem opinião
Prefiro que me calem com mordaças
Do que ao me ouvirem achem graça
Por repetir os gracejos da multidão.
.
Prefiro ser chamado de subversivo
Do que receber afagos dos opressores
Porque tais afagos só são oferecidos
Aos fracos em troca de favores
Com os quais traem a sua dignidade
E ganham uma falsa felicidade
Como troféu para a covardia
Prefiro ter a honra da clausura
Nos frios porões da ditadura
Do que a desonra na democracia.
.
Se de mim retirarem os versos
Ainda me restarão os pensamentos
Que voarão na amplitude do Universo
Montados nas costas do vento
E baterão à porta de Deus
Que atendendo ao apelo meu
Mandará uma forte tempestade
Formada por poesias agudas
Que caindo regarão as mudas
Que aflorarão como liberdade.
O soneto da amargura
Do que não tem nada
Vive apenas a agrura
De uma pessoa criada
Assim tenho tanto ódio
Rancor como amarga fruta
Não cheguei no topo do pódio
Que perfaz minha conduta
Singelo com o chinelo
Que sou e uso aos pés
Como um plebeu donzelo
Aflito como todo semita
A vida que tem outro viés
Que a donzela não permita
Permaneça no modo Vida, soltando balões!
Inspire, respire mas solte seus balões de amargura, raiva, tédio, rancor, inveja e ódio, e todos os pressupostos.
Acreditem meus caros, reinará a Paz.
E vivenciarás o Amor.
N a m a s t ê !
Música Prisioneiro do destino
Compositor Poeta Adailton
O meu destino foi traçado na amargura
Sou prisioneiro de uma grande desventura
Esse castigo demoliu a minha vida
Sentado aqui nesta cadeira
Remoendo o meu passado
Vive por fora por dentro aprisionado
Perdi meus passos
E aderi minhas agruras
Não tenho mais a ousadia de sonhar
O meu futuro
Eu não posso planejar
O que eu posso é chorar a minha dor
Lágrimas
Que lava a alma
Mas afoga o coração
Que traz alento
Mas reforça a razão
Sou uma folha que o vento desprezou
O que eu quero
É que meu Deus um dia queira me ajudar
Pois tá difícil esse vaso suportar
Traga os meus passos
Que pra sempre foram embora
Felicidade
Há muito tempo tiraram você de mim
A pua insana que me fez ficar assim
Sobre essas rodas na cadeira
Toda hora
Não tenho mais a ousadia de sonhar
O meu futuro
Eu não posso planejar
O que eu posso é chorar a minha dor
Lágrimas
Que lava a alma
Mas afoga o coração
Que traz alento
Mas reforça a razão
Sou uma folha que o vento desprezou
O que eu quero
É que meu Deus um dia queira me ajudar
Pois tá difícil esse vaso suportar
Traga os meus passos
Que pra sempre foram embora
Felicidade
Há muito tempo tiraram você de mim
A pua insana que me fez ficar assim
Sobre essas rodas na cadeira
Toda hora
O que eu mais quero
É que meu Deus um dia queira me ajudar
Pois tá difícil esse vaso suportar
Traga os meus passos
Que pra sempre foram embora
Felicidade
Há muito tempo tiraram você de mim
A pua insana que me fez ficar assim
Sobre essas rodas na cadeira
Toda hora
Toda hora
A morte ela é […]
É a amargura de quem sempre foi um doce
É o tempo frio de quem sempre foi quente
E a tristeza de quem sempre foi feliz
E o silêncio de quem muito cantou
É o poema de quem nunca falou
É a paz de quem sempre procurou
E a escuridão de quem sempre foi luz
É o fim de quem já sonhou.
Certa vez, sonhei com olhos escuros, os meus.
Refletiam imensa amargura guardada.
Eu quis fugir dali, eu quis dizer adeus.
No entanto, não pude, estava parada.
E eu me vi presa em grandes montes de solidão.
Tão gélida que era, e tão densa que fez-me afundar
Em águas encharcadas de desespero, e exaustão.
Adormeci então, anestesiada pela velha nostalgia.
Que vinha, me abraçava, e logo partia.
Corri pela chuva morta que pelo fulcro escorreu.
Lassa, quis arrancar de mim toda agonia mantida.
Rasguei-me assim, em pequenos pedaços do que foi eu.
E procurei, em vão, qualquer saída.
a luz que te foge
dentro do corpo
é uma lâmina doce
na amargura do tempo
indelével, cristalizado
o universo inteiro
contido no fogo
das saudades
da loucura
faltam-me as tuas mãos
e os teus olhos infindáveis
na cegueira pura das galáxias
com que sempre me abraças
esposa, irmã, amiga
tudo o que vem depois de ti
é um chicote ardiloso
sobre o meu corpo escuro
antes abraçado
agora esquecido
na violenta ausência de ti.
Poema dedicado a Sheila Camoesas
Pedro Rodrigues de Menezes, "na violenta ausência de ti"
O poeta prova do êxtase do amor....
e a amargura das decepções e tristezas...
em ambos as situações ele vomita de si
aquilo que grita em seu coração...
as vezes belo e embriaguante...
as vezes voraz e atordoante...
mas sempre intenso autêntico e sincero...
mesmo que pareça suave e doce seu verso...
enlouquecido de arte e transtornado de paixões...
assim o são e declamo...
meu antídoto tem sido vc...
minha loucura também...
Loucura e antídoto em versos
Jeran Del'Luna - Gypsy Heart
Da minha voz -
Da minha voz cansada e triste
nasce um grito de amargura
que na imensidão persiste
e se transforma em água pura!
Da minha voz cansada e velha
nasce tudo o que não vejo
da melodia mais bela
à ternura de um beijo!
Da minha voz densa e gasta
nascem palavras ocultas ...
Do que fica, do que passa
apenas restam as culpas!
Nada mais me veste o corpo
quando for a minha hora
hoje vivo, amanhã morto
porque a morte não demora!
Amargura
Quem me dera sair dessa solidão,
E esta amargura que sonda o meu coração?
Estou aflito pelo caminho distante,
Pois não consigo dar um passo adiante.
E essa escuridão que me fulmina,
Deveras um raio de luz para mim trazer vida?
Preciso restaurar-me a alegria de viver,
Para que eu possa acordar em um novo amanhecer
O que me resta agora é a esperança,
Para que através desta mudança
Minh'alma consiga novamente viver.
A amargura se não tratada é como um câncer que aos poucos e sem perceber vai corroendo a alma da forma indolor até virar metástase.
Depois de enraizada só um milagre, uma profunda metanoia em que se decide perdoar e esquecer o passado e viver a vida longe das sombras da dor.
Quanto mais tempo, mais difícil pode ser.
Quanto antes entender o mal que se está alimentando dentro de si, menos penoso será o caminho de volta a sensatez de uma vida com paz interior, sem que lembranças do passado interviram no presente.
A dor não tem nada a ver com amargura
É uma forma natural de cada um
De nós, para seguir em frente.
PERDÃO E LIBERTAÇÃO
Amargura, falta de perdão
São algemas que prendem o coração
Não deixam a alma respirar
Nem a graça de Deus transbordar
Mas há uma saída para essa prisão
É abrir mão do rancor e da razão
E perdoar como Cristo nos perdoou
Com amor, misericórdia e compaixão
Perdoar não é esquecer o que passou
Mas é lembrar sem sentir mais dor
É libertar-se do peso da ofensa
E confiar no nosso Salvador
Perdoar é um ato de fé e obediência
Que traz cura, paz e experiência
É um gesto que agrada ao Senhor
E reflete a sua glória e o seu amor
William Santos
Pensar Obsoleto -
A melancolia dos dias desviados
cheios de nostalgia,
cheios de amargura e de silêncio,
enchem-me a Alma de Poesia e
resiliência ...
Nem consigo respirar ...
Vejo-me sufocado ...
Sinto-me vazio...
Caminho indiferente - nem sei onde!
Ora vivo ora morto em meu pensar
obsoleto.
E sou tão pouco, eu que julgava ser
tanto ... debalde ... não sou nada!
Cheira-me a incenso ...
Óh Senhor ... envolve-me o corpo ...
veste-me a Alma ... purifica-me o
Espirito ... salva-me de mim mesmo
que me vejo morto e abandonado,
cheio de poesia e desenganos,
num leito glacial de moribundo!
O seria da tristeza de um coração
Que chora a angústia do amor
Torna- se a amargura
Que busca no choro
A libertação da emoção
De não querer pensar em você
Porquê a dor é imensa dentro do peito
E o amor vai se evaporando
Como a água em ebulição
Espirito Cansado -
No meu Espirito cansado
há muito d'amargura e solidão
e até aquelas horas do passado
alvoroçam o meu pobre coração!
E há gritos, palavras e punhais
que se escutam em mim de lés-a-lés
sonhos que não voltam nunca mais
espinhos no caminho que ferem os meus pés.
É mentira o que me diz a tua voz,
a rua já não fala, a noite já não vê,
e eu, aqui, sou resto, tão só, tão só.
O caminho é longo e doloroso
cheio de buracos e abismos,
e eu, perdido, triste e ansioso ...
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