Poemas a um Poeta Olavo Bilac

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Ponteiros que giram no incessante tempo da espera.
Sonho que dorme com a aurora.
Vozes que me buscam sem trégua.
Saudades sem fim.

Inserida por BALSAMELO

Contemporizo-me num estreito espaço de sôfregas e sofríveis lembranças.
Enleio-me numa mistura torturante de saudades.
Vento soprando a tez desenhada com sinais de irrecuperável tempo.
Aceno o modo da penúria que faz brotar acidez face abaixo.
No retórico retoque não há maneira exata.
A inexatidão é fato.
Absorvo os meus ais para absolver o meu sussurro.
Inexorável confidência que me impõe sentir a alma ausente e perdida dentro do seu mundo.

Inserida por BALSAMELO

Deixa o mundo girar.
O porto de partida sempre é o porto da chegada.
Sempre ando mirando o horizonte!
Não singrarei meu barco com o peso de agora,
não levarei culpa e nem culparei...
fui o que pude, mas a essência não fora capaz de suprir
a beleza do frasco que é o alvo pretendido!
Deixei o que pude e com o exalar do cheiro... o vento expandiu-me e volátil e sem imagem não signifiquei!
Enfim... enfim.
Fim.

Inserida por BALSAMELO

Ninguém está obrigado a se obrigar!
Fazemos o que queremos receber,
mas nem sempre recebemos o que fizemos!

Inserida por BALSAMELO

Abordei com muito jeito o meu coração para falar sobre o amor.
Não foi possível manter o diálogo.
Ele estava cheio das falas vazias que lhe foram oferecidas como dedicação e,
por isso, não crê, agora, em nada além do que vê.

Inserida por BALSAMELO

Não vou dizer sobre o que sinto.
Faço a ilógica tentativa de usar o silêncio para silenciar o meu grito.
Não consigo calar os meus gestos.

Inserida por BALSAMELO

Não presumo resgatar nada.
Tempo não se recupera e, tampouco, sentimentos sentidos.
Vivemos o que podemos viver.
Vivi a minha entrega
e o que me resta é viver o agora.
Não ouso tentar não ser.

Inserida por BALSAMELO

Quero pouco ou até nada.
Vou seguindo sem avisos.
Precisando de muito pouco ou quase nada...que é o meu tudo.

Inserida por BALSAMELO

Não há mistério no jeito de entender os fatos.
Eles são.
A verdade prepondera no gesto e, principalmente, na falta dele.

Inserida por BALSAMELO

Vi a penumbra do vulto da saudade.
Ela não saiu... Também não chegou.
Metade de qualquer coisa é o inteiro da incompletude.
Sinto sentir esta dor, mas ela revigora o momento avisando-me que é a minha inteira companhia.

Inserida por BALSAMELO

Palavras ferem.
Pedras podem edificar.
Silêncio pode gritar e
a fala silenciar.
O abraço apresenta o aconchego ou a despedida.
Você?
Não sei.

Inserida por BALSAMELO

O vazio que você deixa em minha alma é
a presença que mais incomoda nesta hora que não passa.
Arranco os ponteiros da minha solidão e
ela vocifera com gritos que dilaceram meus olhos.
Lições pingadas manchando as mãos que acenam com gestos desiludidos.
Passo.
Outro fim sem começo.

Inserida por BALSAMELO

Você não é só aquilo que come...

É também o que:

Pensa

Escreve

Demonstra

Ouve

Fala

Compartilha e Curte...

Inserida por PoetaUrbano

Amigos,
É muito bom pedir perdão!
É ótimo
ser perdoado!...

Porém,
somente pedi perdão quem erra
e o reconhece;
Somente os terá para perdoar,
Quem os julgar.

Entretanto,
Melhor é tornar uma pessoa,
que jamais precise ser perdoado.
E já que julgar
está condenado...

Que jamais,
cometemos estes pecados!

Inserida por ZeReys

Tudo de que melhor você tem, não lhe custou nada
e é de tamanha grandeza e beleza, preço e apreço,
que nem há como mensurar,
por isso por mais que a pessoa posso ter dinheiro, ainda assim,a felicidade é incomprável!

Inserida por ZeReys

O amor que a tenho é tanto, que não consigo dimensionar,
a não ser quando eu a beijo e a vejo renascer das cinzas!...
- A mão e a parte que prática, o amar!

Inserida por ZeReys

Nas minuciosidade da vingança é que vamos acumulando
Sofrimentos. O sofrimento é como uma caçamba de areia,
ou mesmo uma montanha exuberante.

Não percebemos seu acúmulo até que nos pesam tanto,
que nos vazam pelos olhos, mudando as suas cores, misturadas
ao sal das lágrimas e nos ardendo, como se fossem pimentas.

Inserida por ZeReys

Dia Nacional da Poesia

ÊXTASE
Sidney Santos

Ser insensato
Sair do lugar comum
Surgir em auto-retrato
Apenas não ser mais um

Santos, 14 de março de 2013 as 17:00h

Do sonho à realidade
Aos olhos, brando colírio
Tela de suavidade
Mas no coração, delírio

Beijos em tua boca
Para teu corpo, amor
Emoção e vontade louca
Do teu sorriso e tremor

Inserida por Poetadossonhos

Hoje

Desperto-me
como uma árvore seca,
cujo o limo do barro
- meu sangue –
torna-se sujeira
que as chuvas de janeiro
hão de lavar.
É o tempo dentro de mim
matando-me,
como fizeras tu
quando partistes
sem me avisar.
Ao tempo,
ao próprio, recorro
- socorro -
dê-me mais um tempo,
por quê?
...Não sei!
sofrer...Talvez.

Inserida por ZeReys

LUA
Sidney Santos

Lua dos Poetas
Brilho de menina
Lua dos Profetas
Alma feminina
Luz da minha alegria
Tema do meu canto
Teu nome é Poesia
Raiz do meu encanto

Santos, 23 de março de 2013 as 16:00h

Inserida por Poetadossonhos