Poemas a um Poeta Olavo Bilac
O nevoeiro quando passa, abre umcéuazul no lugar.
Deixa passagem para o vento trazer de volta porespontâneavontade o que de direito é nosso.”
Nessa vida, perdemos um tempo um tanto precioso pra entender aquilo que nunca é dito. Perdemos também com aquelas coisas não entendemos nunca. E com aquelas, as mais doloridas, que por mais que possamos entender, algo em nós não pode aceitar: Aquele sonho deixado de lado porque, além de complicado, não era sinônimo de futuro; aquele alguém que dizia que tanto te amava mas quando a situação apertava parecia cada vez mais se afastar. Sobre esse último, em especial, é que tenho algo a dizer: Voltando àquele tempo, precioso, perdido para entender as coisas que não são ditas, nisso, o meu foi investido, e a lição dolorida que entendi, embora não possa aceitar, é que as pessoas criam barreiras em torno de si, barreiras que não nos permitem ver o que se passa dentro de seus corações, e nos deixam como cegos, olhando somente para a bagunça que se forma dentro dos nossos. São defesas, e como ouvi certa vez, não devemos atacar as defesas de alguém, ou elas só aumentarão diante de nós. Precisamos abordar a angústia que cria a defesa, precisamos, cada um à sua maneira, abordar as coisas que não são ditas, para que não se transformem em conteúdos que nunca entenderemos, ou em memórias doloridas.
O que eu procurava em ti eu encontrei, não há nada que faça um dia eu desistir do nosso amor, de um dia te fazer feliz.
Tudo que escrevo, vem do fundo da minha alma! Procuro transformar as adversidades que cada um de nós passa no transcorrer dos dias, em pensamentos e poesias que elevem a nossa auto-estima. Um beijo no coração de todos!
O tempo...
O que resta no fim da essência e o rastro do aroma incolor de um sentimento negado a mercê do tempo. A nostalgia de um passado pouco remoto onde a vida era o mesmo que flor, e flor levava o nome de amor. É tempo que para toda flor existia o tempo, que mata, que cura, que revivi um determinado fim. E no fim aos mortais restam apenas pétalas secas, com a idealização de um verão passado, onde os poetas vivem a eternamente felizes com seus jardins de flores em seus pensamentos imortais...
tem gente que esta com a vida espiritual parecendo um calabresa feita no oleo..
Queimada por fora e cru por dentro
Cada dia que renasce traz consigo a esperança de um novo amanhã, lindo, cheio de bonança… Bom dia, minha criança! Bom dia, com alegria! Bom dia, com confiança
Mas deixa eu te avisar um coisa, você pode ter várias, mas sempre vai sentir o gosto amargo dos meus beijos.
Para que sua vida seja melhor a cada dia, apenas agradeça, dessa forma sua consciência dará um salto e o valor de tudo em sua vida será mais claro.
Hoje é sábado, acorda, menina! Coloca uma roupa bonita, um sorriso no rosto e um amor no coração! Vá ser feliz!
Padecia de um único temor: o medo de esquecer - esquecer os seus ideais, o seu passado e a sua luta incansável.
Estou aprendendo a ficar sem você, um dia quando você se for novamente, pois agora aprendi que se vai, para você o - eu - é mais importante do que o - nós -;, aí então já serei outra.
No momento da concepção já existe um ser humano em potencial e com potencial, o qual é sagrado e de grande valor aos olhos de Deus, diferenciando do adulto somente no tempo de vida, obviamente, a criança no ventre tem uma identidade espiritual.
Sou como uma arte na calçada: Muitos não percebem, mas estou ali. Outros param, admiram por um tempo, mas logo voltam aos seus afazeres. Posso ser interpretado conforme seu humor, conforme sua idade, conforme uma música qualquer. Sou belo, entendiante, chamativo, indecifrável. Muitos pisam sem perceber, outros desviam para não ter que pisar. O que é? Ninguém sabe, mas sempre tiram o que lhes convém. Sirvo de caminho, ou o caminho serve a mim. Aguento a chuva, sozinho. E quando o sol aparece, aí sim fazem questão de passar. Perco a cor, a intensidade, ao mesmo tempo que faço história. Ninguém sabe o porque disso, nem o que faço ali, mas sabem que estou. “A arte é a ideia da obra, a ideia que existe sem matéria” por isso, não queira me entender apenas por olhar. É bom saber por onde pisas…
Vivemos talvez um dos piores períodos da história. Incrível ver como um “volte antes de escurecer” se transformou em “não amanheça nesse computador”. O que antes preocupava, hoje se incentiva. Não se tem mais as ruas, pois os carros simplesmente tomaram conta. Muito menos ao natural, já que o virtual parece muito mais interessante. Hoje em dia, joga-se futebol sentado; dialoga-se sem pronunciar se quer uma palavra. Bons agrados? Não são mais buque de flores, ou um jantar a luz de velas; e sim, essas bugigangas de meio milhão. É até hipocrisia de minha parte dizer isso, pois contribuo com essa degradação até quando escrevo textos como estes, já que deram lugar aos livros. Shows de rock? Que nada… Hoje em dia se aprecia música por fones de ouvido. E ai de você se contrariar: “desliga isso, você está ficando louco?”. E se antes acordar tarde fosse sinônimo de preguiça, hoje é resultado de ressaca. É com certeza uma guerra-de-corações-partidos, onde, se você quiser mais amor, terá que pedir. Não que eu seja contra a todo esse tipo de alienação, mas creio que o mau do século seja a falta. Falta liberdade para se fazer amor, como falta amor onde há liberdade.
