Poemas a um Poeta Olavo Bilac
Parece provável que o esforço para se limitar a própria inteligência seja um tipo de autoproteção ao domínio do ressentimentarismo.
"Estamos vendo um HOLOCAUSTO social e psíquico. A fome é uma tragédia e é um fator traumatizante, em que famílias se dilaceram numa rotina angustiante."
Solidão não é viver solitário, é sempre entender que um corpo sempre estará ao lado de algo com o qual nunca se fundirá. Solidão não é solidez nem é artificial. É um distante, vasto e vago sobrenatural multidimensional.
Um dia o sol olhou pra lua e falou,nunca nos encontramos raramente isso vai acontecer,isso se chamará eclipse,mas reconheço o seu valor,você irá brilhar muito nas noites apaixonadas,e e eu estarei firme alegrando os dias de folga de todo mundo,cada um tem o seu momento...
Mais nada é pará sempre um dia tudo acaba e quando se tem noção disso a todo momento nunca é feliz com a vida
Corrija os filhos mais como um médico que receita um medicamento e menos como um juiz que exerce a pena.
A maldade é um câncer que está matando aos poucos o preconceituoso, o único remédio quem tem é você: amar e dar carinho. Autor Magno paraense. Me siga no Tik Tok @magnoparaense
Nem sempre o Silêncio é resposta, as vezes a falta de um contato demonstra intransigência, ausência de humildade, de admiração, de respeito e de desejo do Perdão.
"Somos todos loucos presos dentro de nós mesmos, ansiando encontrar um outro louco para nos libertar do cativeiro do nosso próprio eu."
Como crianças que são estimuladas a terem um espectativas na vinda de um salvador que ira trazer o arrebatamento para o céu, são os adultos esperando a vinda do papai Nóia e o natal chegar.
O homem faz um doloroso esforço para salvar – mesmo na total ausência de certeza – o mundo dos
valores em que vive e ao qual contribuiu; faz uma frustrada tentativa de vencer o Nada da dimensão temporal a fim de alcançar o universal.
Um guerreiro da luz não perde tempo escutando provocações. Ele tem um destino a ser cumprido.
Nota: Trecho da crônica "De Escolher", publicada em 09/01/2010.
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