Poemas a um Poeta Olavo Bilac

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⁠Eita coisa linda
esse seu coração gentil,
que mesmo chorando por dentro
abraça e esquenta
quem sente frio!

Inserida por MileneColin

⁠É que às vezes
as suas brincadeirinhas
sem pretensão,
ajuda o outro abraçar
a depressão...

Inserida por MileneColin

⁠Pois é,
sempre me priorizo,
porque ao final do dia,
sou eu que cuido
das minhas feridas.

Inserida por MileneColin

⁠Eu mereço o melhor
e como você se acostumou
a doar migalhas
dei mei volta e fui embora...

Inserida por MileneColin

⁠se quer ir
eu me despeço,
se quer ficar
eu me aconchego,
se quer chorar
eu deixo molhar,
se quer sorrir
não me canso
de permitir sentir...

Inserida por MileneColin

⁠Quando escrevo, me descrevo
Derramo meu sangue tinto
Nas letras rabiscadas
No texto e no contexto
Está ali meu DNA.

Inserida por juliana_rossi_1

⁠Funesto inapetente

Ácido que dilacera de cima a baixo Venda que cola em tecido tácito
Ser que se põem em oceano abaixo

Vermelho que se contraí em coagulação
Cores que se distorcem em coalizão
Indivíduo que se dilui em conglomeração
Dor que se refugia em omissão

Falas que se põem em provocação
Arte que se impõem a alienação
Hipocrisia que reina em desinformação

Indivíduo que aos olhos faz-se, indulta
A loucura dilacera a condulta
Dispara, perversiva, como fruta abrasiva
Quando culpa a disputa, invulga

Não fecha a calada da noite
Se abre poente para entrada ardente
Ilumina à ação remanescente
Quando se diz aos olhos ardentes

Inserida por BeatrizSPontes

⁠Eu ¨ego¨
Tu ¨egas¨
Ele ¨ega ¨
Não negues !


Uso de licença poética da autora no inexistente verbo

Inserida por neusamarilda

⁠você diz que a minha poesia arde
mas se eu dissesse que ela queima porque ela é real
que ela deságua porque já foi mágoa
que ela transborda porque já foi rio
que chora porque hoje sorrio
você riria ou ainda a apreciaria?

se dissesse que ela grita porque meu coração que a amplifica
e toca porque minha alma personifica
que conforta porque é onde meu peito crava
e goza porque faço amor com cada palavra
você me chamaria de sádico ou amante?
de poeta ou farsante?

se dissesse que ela aprendeu a bater porque já foi surrada
que ela puxa o gatilho
mata em legítima defesa
ateia fogo nas querelas
despe, caça e se faz de presa
você chamaria a polícia ou queimaria comigo?
abraçaria minha sensibilidade
ou procuraria alguém mais raso e menos poético?

Inserida por FelipeAzevedo942

⁠Quer ser livre?
quer ser passarinho?
não tenha medo de levar pedradas.
Esquive - se delas.

Inserida por poeta1958

⁠_

Quando eu não mais
Puder escrever,
Serei apenas uma sombra,
Indo em direção à luz,
Não estarei mais em minha carne
E nesse momento,
Minh'alma despir-se-á da matéria
Serei apenas uma sombra
Indo em direção à luz,
Talvez possa eu, ouvir as orações,
Que serão feitas
Ao meu corpo frio e adelgaçado
Deitado dentro de uma urna de madeira,
E na tristeza
Do meu espírito galgo de paz
Em meio ao silêncio gritante,
Da lágrima que escorre,
Afagarei como brisa,
O rosto dos presentes,
E pedirei ao Criador alívio
Aos corações,
Pois, quando eu não mais
Puder escrever,
Já não mais haverá
O fôlego de vida em mim,
Sim... quando eu não mais puder escrever,
Já não estarei mais aqui,
Mas estarei na memoria dos que assim lembrarem.

Inserida por SauloLacerda1983

O vento,
vem, e vai para aonde?
brilhando, remando
é noite incerta
é dia brilhando,
o vento é horizonte,
até quando ?
o vento vem repousando,
em tempos de mares, amores
é fim de tarte,
o vento desce ,
cantando....

Inserida por AllamTorvic

⁠Viva o presente.
Deixe no passado aquilo que te condena,
e abrace o futuro que te acena.

Inserida por poeta1958

⁠No flutuamento do seu pensar,
Seu coração pulsando estar,
Diagnosticando su'alma,
Que a todo instante, perde a calma,

Seus olhos se vão no horizonte,
E ele, cada vez mais distante
Entranha no seu corpo, a lira,
Neste ser alado que ainda respira,

Largou a sua bagagem no chão,
Esvaziando de vez o peso na sua mão,
E no seu íntimo, refúgio existencial,
Livra-se da dor que lhe causa mal,

Dizem que ele é poeta; deveras.
Alquimia és tu, Poesia, que a até ele "vieras",
Dizem que ele é poeta; ele diz: "Quem dera!"
Pois, encarecidamente disseram,
E os versos, até ele vieram
No extato momento,
Sendo para ele, fomento.

E nestes versos, dizem que ele é poeta?
Deveras; Quem eras, Poeta?!

Inserida por SauloLacerda1983

⁠Cores
És
Flores
Quando
Fores
Os
Amores
Pois
Fostes
Minhas
Dores
Nas
Noites
Meus
Açoites
Utopia
Fugaz
Vigia
D'Alma.

Inserida por SauloLacerda1983

⁠Quando entrastes no meu quarto sorradeiramente,
A porta do meu quarto estava fechada,
Mas os meus olhos estavam abertos,
E meu coração escancarado esperando por ti,
Óh amada minha; És a lua da minha inspiração,
És a minha expiração; Respiração.
Suspiro por ti; Vivo por ti;
És minha vida, querida.

Inserida por SauloLacerda1983

⁠O esmagamento do proletariado,
Decretado pelos burgueses autoritários.
País fadonho de tanta vergonha, pelo mundo à fora.

Inserida por SauloLacerda1983

⁠Na estrada da vida, sou uma mera, simples e pequenina pedrinha,
Que se move a cada vento que sopra,
E aos poucos,
Vou chegando ao final da minha jornada.

Inserida por SauloLacerda1983

⁠Não culpes à mim por te amar tanto,
É que o meu coração já te conhecia
Antes mesmo de mim.

Inserida por SauloLacerda1983

És fomento do meu coração e da minh'alma⁠
Alivias toda minha a dor,
E traz-me a calma,
Tu? És meu amor.

Inserida por SauloLacerda1983