Poema Violino

Cerca de 108 poema Violino

⁠Senhoras e senhores, vou tocar o violino enquanto a gente assiste afundar o Titanic.

Inserida por Vinischuartz

⁠A mulher e o violino são parecidos ... o violino é preciso sensibilidade, é preciso suavidade , é preciso amor demais ...para tocá- lo... digo o mesmo da mulher... a mulher é uma pétala de rosa que tem que ser tocada com carinho ... com toda delicadeza da alma..com toda sensibilidade de um musico ... com toda suavidade que ela merece...mulher é feito violino , mulher é música para os ouvidos mais aguçados..

Inserida por bebelia2000

Não sei tocar bateria, nem piano, muito menos violino, mas desejo um dia tocar seu coração...

Inserida por EduardoBastos

⁠Recreia meu coração como pássaros livres, em som de relva e violino rasgando o pó das galáxias.

Inserida por LeoniceSantos

Silenciosamente eu canto, eu toco um violino, e a harpa... uma harpa angelical me acompanha.

Inserida por tadeumemoria

Saudade é um violino preso no peito, vibrando as cordas numa canção que sufoca, mas a queremos tocar e reviver em cada nota o que se passou no palco de nossa vida.

Inserida por neusamarilda

Oh melodia, não só quero te ouvir, como também não só quero te sentir. Seria pedir demais decifrar as tuas notas, conhecer a tua pauta musical? Quero perder-me em cada nota, do dó ao si. Quero bailar nas tuas nuances, nos enlaces. Ouve-me... a percussão que emito. És tu a desejada, a endeusada. És tu o sopro. És tu o bálsamo. És tu o timbre desejado. Tu és o Jasmim sonoro mais suave deste floral. Sim. Tu és. Ouve-me... consegues me escutar? Consegues decifrar as minhas notas? Estou aqui, bradando feito um violino. Suave. Pausa. Audição. Um momento. Agora, inaudível. Aos poucos, vem surgindo sorrateiramente a doce melodia que me cativara. Eu me deixo cativar, pois não tenho dono. Eu sou o maestro da minha orquestra. Eu comando. Porém... estou aperfeiçoando o meu instrumento. Estou afinando as cordas, o tom, o som. Consegues me ouvir?

Inserida por Robkenede

⁠Levantou pela noite silenciosa e turva a desolada diva e andou desesperada num vai e vem pela casa vazia... Bebeu vinho, tomou Valium... vagarosamente devorou uma estranha erva que havia em um vaso de vidro. Reviveu na memória a dolorosa verdade de uma vida cheia de solidão e vazio. Divagou por devaneios vagos onde viu vaidades, vícios, virtudes e vituperios... Escreveu pelas paredes velhas versos vorazes e venenosos...Viu vultos,ouviu vozes... Entre luzes vibrantes de velas Dançou uma valsa na varanda... Enquanto ouvia violentos toques musicais que viajavam aos seus ouvidos divinos vindo de um invisível violino!... - Ali já não mais invejava os que envelheciam!... E num ávido impulso resolveu voar junto ao vento como se fora uma ave ventureira que rumava ao verdejante vale que leva ao eterno nirvana! Voa veloz desolada diva! Voa!...

Inserida por WendelBonatti