Poema Via Láctea
Logo eu que nao acreditava
odiava fugia
quem menos merecia
quem nao suportava
quem via espinhos
onde so existia petalas de rosa
quem tentou fugir correr
com medo de se iludir
logo eu fui quem mais chorei
tentei esquecer
fui quem mais se feriu
Propus que o pulso
não fosse expulso da via
que o próprio Confúcio
em sua mente diria
pra dar posse a mera justiça precoce
da Terra, que não corre
e em meio ao ócio sua paz
sempre espera.
Certo dia, um rapaz andava pela rua quando encontrou um amigo de longa data, que não via há muito tempo.
- Meu amigo, quanto tempo! - disse o primeiro.
- Eu que o diga, já faz séculos.
- E aí como anda a sua vida?
- Muito bem! Sou dono de um conglomerado de empresas, com filiais em todos os estados e até no exterior. Me casei, tenho 2 filhos e uma esposa lindíssima. Viajo todos os meses pra um lugar diferente. Estou vivendo a vida ao máximo! E você, como anda?
- Ah, nem tão bem como você... Tenho apenas uma sala pra mim, uma casa e meu carro. Ainda não tenho filhos, mas minha mulher é a melhor mulher do mundo.
- Bom, importante é isso: saúde e família! Mas olha, pega meu telefone, precisando de algo é só me ligar, ok?
- Pode deixar, vou te ligar nem que seja pra tomarmos uma cervejinha!
Os dois se cumprimentaram e foram para lados diferentes.
Algumas quadras depois, o segundo entrou num cortiço, abriu a porta de um dos quartos e pensou ao ver a geladeira vazia: "quando a sorte vai sorrir pra mim?"
O primeiro, ao contrário, entrou no maior prédio comercial da cidade e foi recebido pela atendente como "Sr. Presidente". Pensou, ao entrar na sua sala: "que bom que meu amigo está bem".
Você não precisa sofrer sozinho na vida. Mas ninguém saberá dos seus problemas, ao menos que você peça ajuda.
PERGUNTAS
Eu queria saber o que era amor
E a todos quantos via perguntava:
Ao velho, ao jovem que na vida entrava,
Ao inocente, ao justo, ao pecador.
De minha mãe às vezes, indagava.
Ela estranhando, repetia: "amor!"
"Leia o vocabulário" me ordenava
O meu velho e sozinho professor.
Fui percorrer então o dicionário:
Amor... amor... amor... sentido vário
De mil explicações em labirinto...
Não cheguei a entender. E fiquei triste.
Ou o amor em verdade não existe,
Ou só existe aquele amor que eu sinto.
de longe tão perto glamorizante...
via bonde a bom dia...
fanáticos lunáticos meus amores...
vigentes embora seja apenas o prologo do céu.
quando acordava-me era os teus olhos que via
achava que ao meu lado sempre estaria
agora só contemplo o vazio, lágrimas de dor e o intenso frio
queria dizer que não sinto nada
queria dizer que não és a minha amada
entretanto é em vão mentir
indiferença a teu respeito não consigo sentir
meu coração é um templo cuja você está nele
embora não o queira será a eterna dona dele
Viva a sua vida, na sua via
O sentido da vida é pra frente. Mantenha-se em movimento. Obstáculos hão de serem encontrados, use-os da forma que bem entender.
Tudo nessa vida, ou melhor, na sua vida, depende de você, exclusivamente, você. Tente mudar o canal da televisão sem mover-se?! Mesmo com o controle remoto, será necessário se mover, apertando o botão.
Ou seja, o mundo que você vive, quem o torna fácil, ou difícil é você. Você pode ter o controle remoto, mas se não tiver a vontade de apertar o botão, não lhe valerá a vantagem. Pois haverão muitos que levantarão da poltrona e apertarão diretamente no botão da TV.
Você me olhou e viu o que ninguém mais via,
Me fez sentir de novo o que eu já não sentia,
E eu inocente cai no que lá na frente eu descobri que era amor.
...e ainda é amor. Um grande amor.
O que eu não via
e nunca percebia,
era que o mundo
já estava pintado nesta tela
que eu havia imaginado.
do meu poema - Meu mundo colorido
Scusami...
Sono andata via,
mas só por um dia.
Voltei, chorei, supliquei
todos os nós desmanchei...
Gritei:
tu és o melhor de todos que já amei.
Implorei...
uma luta com o mundo travei
minha vida te entreguei...
Scusami...
de todo mal minhas mãos lavo,
sem ti minha vida vale só um centavo.
Acho que errei na dose - Por Hermes C. Fernandes
Quando te encontrei, parecia hipnose
Não via outra coisa senão você
Acho mesmo que errei na dose
Pois meu dia recusou-se a anoitecer
O amor contagiou-me feito virose
Que remédio poderia me curar?
Não percebe o quanto errei a dose?
Estou doente de tanto te amar
Você é a causa da minha neurose
Seu colo o divã onde o ser se desnuda
Seja linho, seja lã, seja viscose
Nada impede que minh’alma se iluda
O que espero é que haja simbiose
Não te peço mais que eu possa oferecer
Mas paixão não se pega por osmose
Tem que se abrir, se entregar, tem que querer
Quando velhos e já cheios de artrose
Vou te amar sem pressa, por lazer
Deste amor quero morrer de overdose
De mãos dadas assistir ao entardecer
Velhas amizades sempre no coração
A emoção de deixar para trás
A pessoa que a gente sempre via na frete
Comigo nada muda
Mas você e sua vida continua
Tento te alcançar
Cada passo parece que faz distanciar
Você foi meu exemplo, meu ponto de partida
Eu queria mesmo que você estivesse aqui
Junto comigo fazendo parte da minha vida
Continuo aqui
Na esperança e na fé
Esperando você surgir
Da minha janela do último andar
eu via relâmpagos
raios caindo no mar
e crianças a brincar na rua
como se a vida fosse
correr atrás daquela bola;
- Como você se vê daqui a dez anos?
- Como você se via hoje dez anos atrás?
- Eu era apenas um menino cheio de sonhos.
E agora era assim;
ela não lhe dava mais bola,
não olhava,
quando via,
desviava,
seus recados,
desprezava.
Mas agora?
Agora não adiantava mais,
pois era só ele fechar os olhos
que de todos os jeitos,
ele a enxergava linda demais.
A maresia
Ela me fazia enjoar
Mas eu gostava de vê-la ondular
Na areia eu andava e via a onda quebrar
Melania Ludwig
1 de novembro via celular
próximo a São José do Rio Prêto · Editado
MEU MEDO
Caminho pela casa a esmo... me perco...mesmo...
Esbarro em minha sombra... tropeço...desço...
Fujo dos espelhos que eu mesma coloquei por todos os cômodos...incômodos...
Tenho medo da minha cara de medo...
Onde fui buscar este inimigo...perigo?
Se eu quebrar os espelhos aumentarei a sua força...minha forca...
Cada caco será mais um...buraco...
Infinitamente perdida no escuro de cada lâmpada que ainda não me ensinou qual é o interruptor correto...aperto...
E onde foi parar o meu equilíbrio para andar no escuro? Tudo virou muro...
Cada passo é um ponto de interrogação...sem noção...
Estou perdendo meu norte
preciso de um suporte
O tempo passa e a aprendizagem é mais escassa
Quero uma mão que me fala...não bengala...
Olhos que me enxergam sem me tocar...só de olhar...
Se ninguém me fizer isto... eu desisto...
mel - ((*_*))
Oi solidão, há tempos que não lhe via, vai bem? pois eu também
sabe o amor? acabou de sair, sempre que ele vai leva o meu sorrir
faz promessas dizendo que não vai voltar, mas sempre esquece algo e volta a me perturbar... chega mansinho sabe? todo jeitosinho, me fazendo carinho e eu caindo, fala pra eu dar uma nova chance que todos merecem ter um romance, sou bobo e acredito e claro acabo abrindo a porta ele sem demora mais uma vez começa sua covardia, porque que eu sei que mais dia menos dia, como numa brincadeira de criança ele se desencanta e mais uma vez choro como criança.
Quando ele a via,
Seu olhar ria e lhe sorria,
Mas se partir resolvia, seu
Sorriso caía e seu olhar que antes
Ria, naquela hora sumia e lhe chovia!
Guria da Poesia Gaúcha
VERBO NÓS
Tenho saudades de quando te via
Que ficava deslumbrada
Por onde andaste meu amor
Depois de fugires
Que voltaste pela metade
Pergunto-me se algo morreu dentro de ti
Já não sabes ler o meu olhar?
Tens medo de olhar-me nos olhos
Despe-te, entra no meu corpo
Descobre de novo esta casa que nunca deixou de ser tua
Não te peço que fiques cá para sempre
Se tu não quiseres, mas, talvez descubras
E tenhas saudades da minha essência
Talvez não consigas queimar
Esse amor que sentes
Esquecendo os passos do tempo que te atormentava...
Possas sentir a genuinidade nos meus atos
Feitos de afetos e carinhos
Na liberdade pendurada em mim
Entre promessas feitas refeitas de amor...
Onde somos parte de mesmo mundo.
Neste amor que não padece
Mas que floresce como um jardim
Onde o jardineiro cuida e ama as suas flores.
Em que conjugo o verbo nós
No ardente desejo de paixão, no verbo amar!
