Poema sobre Identidade
Se a consciência que tenho de mim mesmo — a identidade do meu “eu”– fosse um efeito da continuidade corporal, ela seria inconstante e mutável como os sucessivos estados do meu corpo, e não haveria por trás destes uma consciência constante capaz de registrar, comparar e unificar num conceito geral estável as mudanças que o meu corpo sofre. Se fosse um produto da impregnação linguística, um simulacro de identidade introjetado pelo uso repetido do nome e do pronome, como faria eu para saber que o nome pelo qual me chamam e o pronome pelo qual me designo se referem a mim? Se, por fim, fosse um resultado da abstração que por trás dos estados apreende a unidade da substância, QUEM, pergunto eu, operaria o mecanismo abstrativo? Conclusão: a identidade do meu eu é independente e transcendente em face do meu corpo, da linguagem e das operações da minha inteligência abstrativa. É uma condição prévia sem a qual não pode haver identidade corporal, nem linguagem, nem pensamento. A identidade do “eu” é a própria unidade do real que se manifesta na existência de uma substância em particular que sou eu. Nenhuma explicação causal tem o poder de reduzi-la a qualquer fator, pois é ela que unifica todos os fatores. A existência do “eu” é o inexplicável por trás de tudo o que é explicável.
O tempo marca-nos, mas o desafio é o de mantermos a identidade e o de conservarmos a frescura de sermos quem somos e o que somos.
Ainda buscando mina própria identidade percebi que sou oque os outros querem, logo não sou ninguém...
Defender o patrimônio socioambiental,histórico e cultural é defender a vida e a identidade de um povo.(03.01.17)
Apoiar e incentivar a movimentação artística atribui à sociedade: identidade cultural, beleza, expressão e questionamentos acerca do sentido da própria existência."
Procure ter uma identidade própria. Isso se chama autenticidade. Não deixe que outros determinem a sua identidade baseada nas deles.
Meu Olhar, Minha Identidade, Minhas Marcas...
Sempre houveram coisas difíceis de serem entendidas, mas não impossíveis. Até conhecer as relações entre nós, seres humanos...
Sempre estive em busca de minha identidade artística e recentemente fui convidado para dar aula de direção na HFA, um de meus objetivos é fazer o aluno desenvolver sua própria identidade, e nesse mergulho de buscar a forma, me deparei com minhas escolhas dentro dos materiais que produzi, descobri que retratam minhas experiências pessoais. Os filmes quais participei sempre possuem pós-produção, pois minha formação começou na edição, mas ao assistir as produções que dirigi, me deparei com algo novo que está sempre presente em meus trabalhos, porém de uma forma subconsciente. Apesar de essa técnica ser comum, ela não é muito explorada, pois geralmente causa um desconforto ao espectador, mas quebrar a quarta parede é algo que nos coloca dentro do filme e nos faz sentir parte do que vemos. Essa técnica que me refiro, se tornou mais famosa pela série "House Of Cards" da Netflix onde o personagem, Frank Underwood, está sempre falando diretamente conosco. Entretanto não foi nessa série que esse plano me fisgou, e sim no filme "Silêncio dos Inocentes" de Jonathan Demme, e em todos os outros filmes que ele utilizou o mesmo recurso. Via em seus trabalhos uma fonte de inspiração, da comédia ao drama. Fiquei muito triste pois ele faleceu esse ano.
Quando comecei na fotografia, sempre pedia para que as pessoas olhassem diretamente para a câmera, e na edição escolhia começar por essas imagens. Sempre achei que os olhos comunicam exatamente nossos sentimentos, e definem a maneira mais profunda de conhecer as pessoas. Nunca tinha percebido o quanto isso influenciou e influencia em minhas decisões, e o quanto está presente em meus trabalhos.
A falta de identidade é como um continente sem ilhas onde o sujeito possa ancorar-se. Um espaço infinito sem referências para um Ego em constituição.
Feche os olhos e concentre-se na busca da identidade de todos os anjos de luz, corpóreos e incorpóreos, que fazem parte de sua existência. Você certamente encontrará em seu anjo de luz a inspiração necessária para transformar em aprendizado essa maravilhosa cadeia de experiências a que chamamos de vida.
FÉ
Quando, egoisticamente, perdemos a fé, perdemos também a nossa identidade com Deus.Mas ELE, na sua grande sabedoria e bondade, está sempre nos identificando e nos amparando, sem se importar com esse egoísmo. É o amor incondicional do PAI.
Tudo encontra sua origem, seu sentido, seu valor, sua identidade, seu mérito, sua segurança e sua importância no relacionamento, sobretudo no relacionamento com Deus.
"A principal característica de um líder é resgatar a identidade vencedora de liderados descaracterizados pela derrota..."
