Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Poema sobre a Agonia

Cerca de 771 poema sobre a Agonia

A ANGÚSTIA é o grito da alma silenciado por uma mão que
aperta o peito e dificulta o respirar, nos mantendo em
estado de agonia.

Inserida por silvanalanceanaya

Percepção

Um lindo amanhecer pode ser o pior de todos os dias.
E um iluminado florescer, a mais nefasta de nossas agonias.

O instrumento que fere, o mesmo que nos salva. E o alimento que fortalece, o mesmo que nos mata.

Na vida tudo sempre terá sentido, tudo tem suas razões.
E a interpretação cabe a cada um de nós para que assim possamos compreender e perceber o significado de cada uma de nossas emoções.

Inserida por lucianotbrandao

Nessa noite me encontro acordado
Já e normal
Mas um noite virada
Mas uma noite pensando
Mas uma noite perdida
E nela não encontrei nada
Na verdade encontrei
Minha pessoa afoita
Procurando uma resposta
Resposta de que ?
Deve tá me perguntando
Resposta pra isso tudo
Resposta que vários
Querem mas nem todos
São respondidos
Eu sou um deles
Já pensei de várias maneiras
Um geito de melhora
O munda e corrompido
Eu só queria um mundo melhor
Ajuda meu pai
Esse e meu dever maior
Queria isso, será que e possível
As vezes acho que não
Nesse mundo
Consegui algo
Pra alguns e fácil
Pra outros difícil
Depende do seu status
Você e rico ?
Acredito que dinheiro não seja tudo
Só acredito e verdade ?
Eu te pergunto
As vezes queria
Que esse não fosse o problema
Queria poder ajudar a todos
Ajudar a todos ?
Será que daria
Quem diria
Um pensamento desse
Em plena noite de agonia
Ansiedade dispara
Mas uma noite virada
Queria apenas paz
Pra descansar minha mente
Sossegada
Antes de pensa em morrer
Mas morrer pra que
Não vai mudar nada
A não ser apaga minha existência
Deixa marcas no peito
Daqueles que amo
São poucos
Mas pouco e o suficiente
Pra me deixa menos afoito
Mesmo com tudo
Questão
Saúde e não passa fome
Fala que isso e o bastante
Não conhece a mente
Que morre em silêncio
Querendo apenas mudança
Mas não tem socorro
Sou considerado louco
Mas sou um louco
Consciente querendo
Cura a mente
Não só a minha
A sua também
Serei o curador de mentes
Depressão agonia
Tudo em sintonia
Cantando um melodia
Querendo me derrubar
Mas isso não vai acontecer
Somos eu e você
E não estamos sozinhos
Ainda acredito em Deus
Nele confio
Ainda a fé e esperança
Se for pra min morrer
Que seja um circunstância
Que seja a hora
Que nesse mundo eu tenha feito
Mudança
Colocando esperança
Nesse mundo sem esperança
Sairemos vencedor
Apenas um poema para de min arrancar essa dor!.

Inserida por Kakashinob

⁠"Tudo me fala e entendo : escuto as rosas
e os girassóis destes jardins, que um dia
foram terras e areias dolorosas
por onde o passo da ambição rugia;
por onde se arrastava esquartejado,
o mártir sem direito de agonia"

Inserida por dia_marti

Quer saber como é ser intenso?

Alguns acham isso uma poesia, algo bonito, uma qualidade. A intensidade está, infelizmente, disfarçada de um sentimento comum e admirável. Não chega nem perto disso. Demorou para que eu entendesse a causa da minha intensidade.

Percebi que, quanto mais eu buscava por conhecimento, mais fundo eu chegava para descobrir a verdade. A inteligência é cobiçada, mas não é entendida. Quando eu olhei para o abismo, ele olhou de volta. A Intensidade não é bonita. Ela é uma substância enraizada na mente de pessoas “privilegiadas” que quando entra em contato com a verdade, se torna inflamável e acaba a explodir, e você é traído por si mesmo nesse momento.

A incontrolável vontade de arrancar do peito o coração e esmagá-lo, a vontade de correr até se afogar no próprio nó da garganta, os olhos fitados no nada transbordando agonia contínua por uma simples incerteza. Não, a intensidade não é de todo bom.

Inserida por SouKais

A omissão é sempre assim
Queima e é agoniante pra mim
Mas não é sempre que um ou outro sente
Pois depende muito de quem sente

E na bagagem da vida ela soma ficando mais pesada
Uma hora ou outra a alça acaba arrebentada
Você vai se sentir numa vala
E cabe a você saber escolher quais as roupas que vai carregar na mala

Inserida por julinelouisethiem

⁠#Lembranças #de #dias #frios

Na noite que se anuncia...
Em hora que não é mais dia...
Frio intenso, garoa em lenta agonia...

O vento sopra...
Faz a árvore balançar...
Folhas velhas, já quase mortas...
Em meu caminho com poças d'água...
Para eu passar...

Pessoas correm abrindo guarda-chuvas...
O céu escuro vai ficando...
Na voz do pássaro...
Que frio!
Caminho...

Observo a calçada molhada...
Um brilho em toda paisagem...
Um passo atrás do outro...
Tudo isso é belo...
Em festa meu coração...
Espírito cheio de vontade...

Sentimentos sempre me aquecem...
Até a vil traição...
Depois de lágrimas quentes...
Sempre surge em mim o perdão...

Eu me preparo e espero a chuva que há de vir...
Já sinto o vento e o frio que a anuncia...
Sinto mais uma vez o sopro da vida...
No dia que já vai...

Meus passos seguem sozinhos...
Deixo a minha alma encontrar...
Com meu destino ninguém mais se importa...

Tudo vai e vem, tudo vem e vai...
Lembranças doces que escorrem...
Dias que não voltam mais...

Capa de chuva num dia ensolarado
porque, no altar, forte é a tempestade.
De acordo com o combinado,
os membros todos vestidos de ambiguidade.

Na igreja eles rezam, rudimentam-se e roem
suas próprias vísceras. Comida não há
e a sanidade os destrói.
As portas de madeira, lacradas. Lá
no céu, os portões enferrujaram.

“O altar está em chamas!
Socorro! Não quero morrer
tido como louco!”

“A água benta evaporou!
Deus, me perdõe
mas para o inferno sei que vou!”

E berram até perderem a voz
aqueles que não desmaiaram de pavor.
Morrerão, sim, todos. Nós
assistiremos tal sacro-divertimento sem respingo de dor.

Inserida por sinestesiam

ATRAVANCO

Tantas vezes, na poesia, as asas do amor
Largo na imaginação, e fico dele tão perto
E, ao poetar, a realidade então a interpor
Como tudo, sem ti, um vazio tão deserto

Saudade... a minha alma chora, essa dor
O dia alongado e, a noite cheia de aperto
Meu sentimento soluça tal a um pecador
Que pede indulgência, e tudo tão incerto

E abre o espanto, no olhar, duma agonia
Meu verso voa, e mais triste é a alegria
Que sagra o coração nas rimas sonantes

Há pôr tudo a esperança, que não falece
O cântico insiste, e a solidão empecesse
Sustando a força do torvar para amantes

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
18/12/2019 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

Arritmia
No silêncio da noite
Respiração ofegante
Arritmia constante
Som de ventania
Explode em teu peito
Angústia,
Agonia no leito
Lágrimas de tristeza
Banham o meu rosto
Beijo-te a testa
Abraço-te o corpo
Eterna melancolia
Medo de perder-lo
Ou que a mim percas
Meu Deus
Quanto sufoco
Cabeça tombada
Sobre tuas costas
Adormeço exausta
Busco na memória
Momento ímpar
De nossa história
Em que fomos
Tão unidos assim
Após tantos questionamentos
Tanto pesar
Quanto lamento
Em plena sintonia
Vivemos e morreremos
pra sempre, assim.

Inserida por RosangelaZorio

Amanhã de manhã
Quando o sol nascer
E o mundo for mundo de novo
E não só você
Sozinha no escuro
Isso também vai passar

E mesmo que não passe
Vai ao menos parecer mais distante
Apertar sem sufocar;
Incomodar sem doer;
Ferir sem matar.

Amanhã de manhã
Isso também vai passar
Mas enquanto não passa
Finja que a dor é céu azul;

Finja que o medo é passarinho;
que o pranto é o som do vento;
que a agonia é árvore com fruto;

E que a madrugada de hoje
mesmo tão longa
e tão solitária
e tão vazia
Já é amanhã de manhã.

Inserida por mari_1

⁠No brilho do dia, tudo se fez certo,
Luz da mente, na sincronicidade,
Deus me deu a chance, um raro concerto,
Mas não soube transformar em realidade.

Conhecer-te foi um dom, que desperdicei,
Não apenas sonho, anseio carnal,
Além do beijo, um amor que criei,
O:nde nem na distância, tornou-se banal.

Transcendendo a dor, em ondas de amor,
Que trazem consigo a verdadeira essência,
Busco agora, num gesto de fervor,

Tornar palpável essa conexão intensa,
Que em meio às sombras, ainda resplandece,
Na esperança de um amor que não fenece.

Wesley Caetano

Inserida por wesley_lima_2

⁠SE, CORAÇÃO ESTREITO

Se, por ventura com aspereza estares
O coração suspiroso, coração estreito
Tu, não tomes o caminho dos pesares
Procura aos sentimentos do bem feito
Lá, tem afagos, venturas aos milhares
Que se encontra nos apreços, perfeito
Encantador. De imaginações salutares
E, que lateja sensação dentro do peito

Dizem que, assim, se tem inteiramente
Tem gesto, toque, em forma de poesia
Afinal... ter magia faz a gente diferente
Depois... é dar o valor a prenda tocada
Podes ser, e também, ter a companhia
Aí, é partilhar da cortesia encontrada!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
07 abril, 2023, 13'41" – Araguari, MG
Sexta Feira Santa

Inserida por LucianoSpagnol

⁠''Mente Quebrada''

Minha mente, hoje, jaz fragmentada,
A ficha tardia enfim me alcançou,
Por cada escolha por mim mal traçada,
Numa avalanche que o tempo criou,
De decisões que a inércia omitiu,
E um labirinto que nunca cessou,
De mágoas que a minha mão mesma abriu,
Em um vendaval que me consumiu.

Eu tinha a ciência do passo correto,
Mas um torpor me impedia de agir,
Vivendo uma vida de rumo incerto,
Sem forças para lutar ou fugir.
E em meio ao mar desses rolos, um luto:
Minha mãe se foi, sem poder resistir,
Deixando em meu peito, por absoluto,
A culpa amarga como o pior fruto.

Na retina a cena final se demora:
Seu corpo na cama, exaurido, impotente,
O fôlego escasso que a vida evapora,
Um adeus sussurrado, tão subitamente.
E a dor me ensinou, com a sua pedagogia,
Que atalhos nos vendem um bem que só mente,
Pois a rota mais curta, na sua anarquia,
Conduz ao final de mais longa agonia.

Agora me restam três sombras potentes:
A triste solidão, o remorso profundo,
E um desalento por dias ausentes,
Que poderiam ter sido o meu mundo.
E ao céu eu pergunto, a esse Deus que concebo,
Se Ele enxerga este ser moribundo,
Ou se este anseio que em mim eu percebo
É o delírio final que a alma dá de cebo.

Às três da manhã, quando a noite se adensa,
A dor se agiganta por dias inteiros,
Na asfixia de uma angústia imensa,
Com gritos que morrem, meus companheiros.
É quando a janela, em sua vil sedução,
Aponta um escape dos meus cativeiros,
E o fim se apresenta como a solução,
Um anseio de paz para o meu coração.

E tudo que eu peço, em meu desalinho,
Não é a fortuna, nem glória, nem palma,
Mas que o pensamento, em seu torvelinho,
Pudesse encontrar o silêncio e a calma.

Inserida por Luizneves

⁠ANSIEDADE

tremulo, desatento, com dor e dislexia.
em tranze vem! tortura! tortura! tortura! (...)
o corpo parado e a cabeça elétrica,
as mãos suadas e com vontade de vomitar,
que outra dor me reserva?
como? como fujo desse maldito tempo?
pior que a própria morte é ter que esperar.

Inserida por Dher

⁠SALA DE AULA
Quando olho pela janela
Da minha sala de aula
Aperta-me o coração
De ficar fechada nela.
E lá fora o mundo não para
As pessoas, os carros em revolução.
Aqui dentro o mundo é paralelo
Sempre igual, sem emoção.
Olho o relógio, é a mesma hora
E o tempo não passa, se arrasta
E ansiosa, olho a janela
Na esperança de ir logo embora
Há se eu tivesse assas
E pudesse sair pela janela
E voar pelo mundo afora
Nunca mais voltaria para ela
Essa sala, com janelas pequenas
Quase me mata de aflição
Não adianta nem olhar
Pois vou permanecer na prisão
Nem voar em pensamento
Pois alguém chama todo momento
Todos querem atenção
E nem imaginam minha aflição.

Inserida por Genelucia

⁠Sórdido!

Um dia riscaram minha alma. Até Sangrei!
Ergui-me e fui crescendo rumo às estrelas.
Meus aposentos e meu corpo
Serviu-lhe de abrigo e proteção.
De minha sombra nasceu sua geração e os acolhi .
Com força e carinho dei-lhe cobertura.
No presente, em agonia, sinto-me abandonada
Quiçá, só o tempo e as intempéries decidirão
Aguardando meu fim.

Inserida por WILAMYCARNEIRO

Madrugada de Junho

Chamam-me Zé, da terra do rei. Apesar disso, um humilde plebeu.

Cidadão orgulhoso, hébrio eventual e desafortunado, estudante bem sucedido e intelectual fracassado.

Há dias não durmo. Não muito. Não.

Soluções das mais diversas foram-me apresentadas. Como meu caráter, contudo, são falhas.

Como ciência, deixam a desejar. Como técnica, ineficazes. Como crença, continuam no plano imaginativo. Um fracasso.

Ontem testei um remédio. Dormi junto ao despertar do sol.

Hoje foi diferente. Álcool. A alvorada se foi há horas e ainda escrevo estes versos.

A agonia já deixou de ser amante. Casei com ela e a traí. Raiva, minha nova paixão.

Desespero será o meu futuro. Desesperança, após ele.

Quero chorar. Também desejo vomitar. Tristemente, não tenho mais controle sobre o próprio corpo.

Minhas mãos tatilografam amontoados de rabiscos estranhos, os quais a autoria negarei pela manhã.

A falta de memória será a prova.

O sono não vêm. A angustia bate frenética a porta de meu coração. Descobriu a traição e agora cobra seu preço.

Suspiraria de alívio se ela apenas pegasse as malas, preferisse meia-duzia de ofensas, desse meia-volta e só voltasse meia quinzena depois, com um oficial de justiça e uma intimação. A dor de cabeça séria menor.

Decadência.

Ao menos não estou sozinho. A tristeza é companhia fiel. Durmo com ela às vezes, mas durmo.

Mal posso esperar pela próxima visita.

Niilista? Não, não tenho tanta sorte e nem tanta esperança assim.

Ó, Tristeza, quando voltarás? Desejo-te, fiel amiga. Se quiser-tes, caso-me contigo. Aceitarei teus egoísmos, desejos e tuas traições.

Sono, eis o que quero em troca. Apenas isto. Aceitas a proposta?

Fico feliz...

Inserida por NoiteSombria

⁠Claustrofobia

Tudo é escuridão
Paredes e tetos se confundem
E eu me afundo no chão

Apalpo todo canto que alcanço
Ouço vozes ecoando de todas as direções
perguntas
pedidos
cobranças
solicitações

Apalpo sem parar
quero parar de ouvir
quero voltar a enxergar
preciso respirar

A parede começa a me comprimir
E eu me sinto sumir

Ouço o relógio
Sua função é controlar
Cada passo
Cada compasso
Do tempo e do que passo

Meu peito já bate mais forte que o ponteiro
Minha fraqueza já é mais forte que o anseio.

Claustrofobia
Agonia

Eu preciso ser
Livre pra ser

Inserida por camillakoscky

Raios de sol

⁠Mais uma vez o meu despertador toca às 5:00 da manhã, uma das poucas coisas que me deixa melhor é ver o nascer do sol, os primeiros raios de sol me trás uma esperança de vida novamente. Me encontro sentado naquela velha cadeira de balanço, a madrugada ainda persiste e antes do céu se tornar laranja mil coisas ainda passam pela minha mente, e meus vícios já estão ao meu lado, meu café forte e o cigarro que já me acompanham a anos, e os rimeiros raios tão esperados não aparecem, já são quase 6:30, e ainda tenho fé de ver o sol nascendo e trazendo esperança para minha vida… mas nem tudo é como queremos o tempo nubla, o céu está cinza, não tem resquício do maldito sol que eu usava para iluminar minha vida e com sorte minha o meu dia, estou no quinto cigarro, meus pensamentos continuam obscuros e sinto que pode piorar, ainda me pergunto por que não desisti de tudo isso, por que não parei de me iludir com malditos pensamentos positivos, por que continuo pensando que o sol irá me trazer algum tipo de melhora, todos os dias são igual com ele ou sem ele, seja noite ou dia meus pensamentos continuam os mesmo… sempre os mesmo… sinceramente me sinto em um cemitério e todas as covas e túmulos são sonhos perdidos, e eu sou o maldito coveiro, enterrando todos os meus sonhos…
apago meu cigarro e volto a dormir….

Inserida por -alfeu-neto-