Poema sem Amor Madre Teresa
Hoje acordei com muita vontade de escrever um lindo poema!
Comecei a digitar e nada saiu, pensei em você e nada!
Lembrei-me de quantas vezes fiz o mesmo e escrevi lindos poemas!
Agora estou totalmente sem inspiração!
Será que não te amo mais?
Não sei...Mas quando acordo você me aparece
tão lindo como antes!
No decorrer do dia, perco as contas, de quantas vezes penso em você!
Ao me deitar a última imagem que tenho é a sua!
Por que então não consigo mais falar de você em meus versos?
Será porque me cansei de tê-lo somente no teclado?
Pode ser, porque nunca senti tanta saudade como agora...
Penso em seus beijos, seus carinhos, seu cheiro...
E me dá uma louca vontade de sair a sua procura
Mas sei que será em vão...
Você não me quer de volta em sua vida!
Mas diz que me ama e que temos que ter paciência e esperar...
Esperar que o destino nos de uma mãozinha
deixando nosso caminho livre, sem nenhum obstáculo.
Mas discordo de você
Por que antes, os mesmo obstáculos, não nos separavam?
Não consigo entender e ficar sem você!
Talvez, por isso não consiga mais escrever meus lindo versos de amor...
Só essas linhas tão cheias de mágoas e de dor
Uma dor que vem dessa grande saudade que sinto de você
Meu grande e eterno amor!
Marília-10/05/05
Um poema para o sentimento
Com lágrimas mancho essa página,
Com o coração em chamas revelo-me.
Ainda que modestamente oculto esteja,
Para que ninguém perceba .
Toc,toc,bato com força mas
resposta não ouço.
Onde será que está a chave para abrir a
porta do seu coração?
Surdo quero me fazer ,mas meu coração insiste em me dizer:
Você sou eu,Eu sou você,ignore-me e a cada dia mais irá sofrer.
Feliz com você quero viver,
dizer todos os dias o que sinto.
Então num breve momento de desespero,
entrego meus sentimentos
sem nenhum apelo.
Porém,para que você venha a ser feliz,
tenha Eu que negar a mim mesmo e assim desistir de
Ti,farei.
Pois libertar,deixar viver, é a mais pura e verdadeira tradução, de meu sentimento por você.
Gosto de ti
Realidade absurda
Dizer que sinto falta tua
Olho pra ti
E me sinto
Como um poema encantado
Levanto-me feliz
Porque sei que vou ver você no fim
Eu queria ser diferente
E quando chegasse ao pé de ti
Eu queria perder o medo
Tu me fazes feliz
Hoje acordei com fome
Fome de ti
Vontade de apreender
Morder
E te sentir
Às vezes é mais fácil escrever
Do que te dizer o que cá vai dentro
Então minto-te entretanto
poema para um anjo ( isabella )
quem foi tu izabella nesta caminhada curta...uma pequena flor que por desamor encontrou a eternidade...e alguem que devia lhe proteger se esqueceu de fazer...e num momento de ira te fez adormecer...o que um anjo pode ter feito de tão horrivel.. para que a mão da morte temivel alcançasse seu ser...tão fragil criatura que da candura conheceu a amargura...e agora nos perguntamos porque...foste um brinquedo e pereceu pelas mãos da madrasta...como uma coisa sem valor foi atirada no vazio pela mão que deveria te dar abrigo...o que fizeste de tão horrivel para que seu castigo fosse a sentença fria...que mente doentia pode de um anjo tirar a vida...quanta maldade existe no coração egoista dos canalhas a quem você confiava...adormece agora isabella e brinque com os anjos...papai do céu esta com você ...se seu destino fosse morrer tão jovem sem mesmo entender o porque...uma certeza todos temos...que no céu tu está e quanto aos demonios que te sucumbiram o inferno aguardará....
http://rato-versos-simples.blogspot.com/
"Eu quero um poema...
Que fale das flores,das cores
Um poema simples que fale da vida
Que me faça respirar sabedoria
E amar minha falta de amor
Eu quero uma música...
Que cante o amor,o furor
Que cante até a dor
Mas que me faça acordar
E sentir o meu corpo arrepiar"
"A abóbada celeste contém todo o destino da humanidade. Basta poder ler esse poema maravilhoso.
Há algum ensinamento mais belo que o do zodíaco, o único livro que o homem não conseguiu destruir?"
Poema do sacrifício
Trabalhador como ainda sou
sem ter que fazer na solidão
só faço o que manda a precisão
e por isso e mais
colho o barro na ribeira
procuro madeira na mata
garimpo a pedra disforme
repuxo o couro esticado
recolho o vidro e o bronze
preparo a fornalha e o cinzel
encho a bacia de água
recorto e ponteio pedaços
bato e amasso o inteiro
moldo e faço acabamento
depois coloco na luz do sol
debaixo reflito na lua
depois lavo na água corrente
depois olho e me alegro
depois digo enfim
que tudo na vida é trabalhoso
e não vale mais que doistões.
A vida.
Contada e cantada.
Uma crônica.
Um drama.
Um poema.
Uma piada.
Uma valsa.
Um samba.
Uma verdadeira ciranda.
Quando a música sugere dançar colados um no outro...
Ah, é uma pessoa amiga ao seu lado!
A vida.
Mulher
Poema escrito, com a ponta da língua numa pétala de rosa, lençol para quando a poetisa e o poema se deitam e em teu corpo ficam as palavras mordiscadas transformadas em sons eternizados em forma de poema inacabado...
Thaisinha
Triplo Poema
Desconhecendo a verdade
Distantes no passado
Inseparáveis no presente
Amigos unidos pelo acaso do destino
Um sonho perdido
Mas por esse caso vivido não seriamos amigos
Que admira a amizade como este poeta
Que este sentimento está …
Presente nos animais e homens
Renasce do orvalho iluminado
E para a proteção Aqueles que chamo de amigos
Este poema é feito Possui grande …
A calma e a paciência
São virtudes raras
Provendo de pessoas fantásticas
É uma dos 14 melhores
Uma santa para mim
Com características únicas
Sendo o calido representado pela natureza
E belo e fantástico
A calma da natureza.
# Nestas horas mortas que a noite cria, entre um e outro verso do pavoroso poema, que sob a pálida luz de uma vela eu lia, me chegavam antigas lembranças de um dilema.
Quanto amargo e dissabor o silêncio produz! Entre as sombras vacilantes da noite, chegam em formas indefinidas, que sobre minha cabeça pairam, aves e outras criaturas aladas que de infernal recônditos alçam vôo até minha mente, a perturbar minh’alma.
Essas formas indefinidas das sombras criadas pelo medo, ocupando o vazio do meu ser, preenchendo o que antes era de sentimentos sublimes e, agora, somente o sentimento de dor. O que antes era alegria, agora é tão somente o dissabor.
Que pena paga um condenado pelos sentimentos! Oh, agonia incessante. Que martírios mais terei que suportar? Como um medo tão latente do desconhecido, pode tanto me apavorar? Será do vazio de minha alma que sinto medo? Ou do esquecimento do meu ser, por outro já amado?
Não é do fim da vida que treme minha alma, mas do fim do sentir-se bem eterno. Não mais existir não é tão doloroso quanto o existir sem ser notado, ou amar sem ser amado, ou perder o que jamais será recuperado.#
E um dia ela me pediu um poema, não sabia ao certo como escrever
ou o que escrever. Pois depois de tudo que passamos e tudo que aconteceu
seria uma prova de fogo escrever algo.
Eu poderia rimar amor com dor
flor e cor, querer e saber.
Só que seria tão clichê
tão normal e um poema pra ela não poderia ser desse tipo.
As noites ficam claras na tua ausência
o céu deixa e ser estrelado e passa a ficar cheio de nuvens
e fazer rimas não é fazer um poema, fazer um poema é traduzir o que diz o coração.
POEMA DO CÉU
Se eu vier a nascer de novo
Pedirei ao Senhor da vida:
Seja esta a vez da minha morte.
Mandai-me velho,
Com todo o tempo que tive
Deixai-me progressivamente
Eu regressar.
Largai-me cambaleante como uma criança
Nos seus primeiros passos.
Que daí eu desça, remoçando.
Com a carga de tudo o que é meu
Das coisas que vi e fiz.
E siga esquecendo, desaprendendo
Diminuindo ou aumentando.
E que tudo vá se diluindo e consistindo
No olhar atento e sentidos perfeitos de moço.
E que siga esquecendo,
Tudo que lembre dure o tempo de esquecer.
Que a mim seja da beleza
De primeiro ver o crepúsculo
Pra só depois ver a aurora.
Que as estrelas e a lua, eu veja antes
Que a luz ofuscante do sol.
Que as mulheres se surpreendam
Com os beijos que sugarei de suas bocas
Que eu siga de tudo esquecendo...
Que as estações se invertam
Da forma como eu venho vindo e indo.
Que eu veja as águas que não se repetem
Descidas distas dos meus olhos, um dia.
Que as chuvas primeiras sejam as derradeiras
E eu já colha antes de plantar.
Que o meu primeiro presente, uma bola furada
Dê-me a alegria de um menino encantado.
Que eu desça ou suba deslembrando...
Desaprendendo, tendo o sentimento adulto.
Até sentir-me
No regaço de minha mãe
Sugando o colostro,
Que se abram as portas
Por onde entrei e saí
E de tudo esquecido.
Relato neste poema, o nascimento da fera
A morte do corpo físico, em uma vontade de espera
Minha poetisa amada, já estava cansada daqui
Esperando só o momento, de Jesus mandá-la ir
Sua vida foi sofrida, vinda do sertão ameno
Chegou aqui nessa terra com seus seis filhos pequenos
Lutou, batalhou e cresceu
Sorriu, sofreu e morreu
Porque estava merecendo
Há quem diga que a morte é o fim de tudo que nasce
Há quem diga que a morte, é um buraco sem face
Mais a morte é o inicio do fim dessa historia
A morte é precipício, que leva para eterna gloria
Agora minha vó querida, está ao lado de deus
Sobre o manto de Maria, diante dos olhos teus
Agora está feliz, correndo na relva sagrada
Enquanto estamos aqui, sofrendo com a partida
De uma poetisa amada.
Algún día escribiré un poema
que no mencione el aire ni la noche;
un poema que omita los nombres de las flores,
que no tenga jazmines o magnolias.
Algún día te escribiré un poema sin pájaros
ni fuentes, un poema que eluda el mar
y que no mire a las estrellas.
Algún día te escribiré un poema que se limite a pasar
los dedos por tu piel
y que convierta en palabras tu mirada.
Sin comparaciones, sin metáforas, algún día escribiré
un poema que huela a ti,
un poema con el ritmo de tus pulsaciones,
con la intensidad estrujada de tu abrazo.
Algún día escribiré un poema, el canto de mí dicha.
O poder do poema
Um poema pode surgir silente, insolente, trôpego, carente, somente semente
Como o canto que só no recolhimento se ouve, ao toque seguro e forte
Que só o alabê mais velho sabe
Ou o eco que da voz da mulher de Aleduma ecoa
Ou o encanto da manhã mais terna
Quando o sol banha manso e surpreso as areias de uma praia distante, bem distante...
Um poema quando quer surge de onde quer
Veste a fatiota de um baile antigo, ou o abadá do bloco de reggae
E sem perigo segue
Sem amarras, pois cordas não lhe servem para as danças das yaôs vestais e marés
Somente meneios doces e vindos dos pés
Um poema consome o tempo da espera e pode durar um minuto, um século ou uma era
Pode despir-se do sorriso desta tarde e inaugurar outro silêncio na aurora
Pode ainda ser cúmplice de um festim posto a contragosto
Dos miseráveis vestidos todos de ternos e gravatas contando bravatas ao oco do mundo
Um poema vai fundo, pode estar imundo, mas dando respostas aos insurretos, ou a outros que se rotulam ou se julgam donos dos becos,vielas e guetos
Um poema pode e deve ser a resposta de quem gosta ou não gosta do que diz alguém
Um só poema vale mais que cem, pretexto para cena é tema
Desarticula o inusitado do verso curso diverso, afluente da estrofe, desabafo, dilema
Ou erro confesso, não sabe o próprio endereço, para desaguar conjunto,
Verbo, promessa e apreço no oceano pretenso do completo sentimento
Que possuo e mereço.
Mundo, este poema
I
Não me atrevo a falar sobre as pessoas
Nem sobre os trajes humanos, desenvolvidos
Filhos da faminta industrialização
Fetos de insetos, merdívoros, repugnantes
O homem venera a destruição
Guerra, fome produz inocência
Inocência produz o novo produto
Consumido pelos merdívoros
Em cada hemisfério suas fumaças sobem
Cavando o buraco onde se põem os ovos
Impregna-se
Porém a lentidão dos olhos não vê
É fugaz, essa evolução merdívora
Pena...
Pena tem-se de um copo d’água
Metamorfoseado em vinho
Produtos alcoólatras
Que desperdiçam o fruto pela decadência
II
Nas antigas alamedas
Hoje as ciências obscuras
Não haverá mais o novo velho
Cientificamente haverá o velho novo
Imerge-se e emerge-se
Através de uma nova Lei Gravitacional Tecnológica
As lágrimas coroem o rosto
Os próprios Oceanos consomem os peixes
O ar irrita os olhos
E a terra, estas várzeas continentais, absorve os pequenos seres...
Mas há um lugar...
Um lugar onde esse poema se dissolve
Não se sabe bem onde
Talvez no futuro de uma criança
Ou no coração moribundo de um velho
Ou no significado das palavras de uma dócil mulher
Um lugar onde os olhos adormecem
E o mundo é mundo.
Você e o poema
Se você estivesse aqui
Aí sim eu pararia com o poema
Que estou tentando fazer.
Faria um poema pessoal, diferente
Onde os corpos se misturariam com a mente
E sentir o coração não seria ouvir somente
Mas sim se amar, explorando a gente.
Explorar nossos corpos, nos beijar
Seria um poema de amor tocado
Sentido, pegado, arrojado
Desejado e realizado.
Poema de amor que chama, de alguem que Ama
No chão ou na cama
Amor que seja assim
Um poema, um Amor Sem fim..
Poema que as vezes nem se usam palavras
Ou letras, muito menos papel
Poemas que mesmo estando no chão
A gente se sente no céu..
Isso sim é poema
Sem dilema, sem complicação, sem pontuação
Pois o ponto é simplesmente o G
Seria sim um poema exclusivo pra você.
Um poema sem estrofes
Sem vírgulas, sem início e sem fim
Por que seria apenas...um poema
Uma linha reta do Amor que existe em mim.
É, seria um pobre e simples poema
Poema que ainda irei fazer
Uma simples frase de amor
Amor verdadeiro que me faz lembrar de você.
Poema Bobo
Há coisas na vida que feitas uma vez não dá para mudar, não dá para voltar.
Coisas que passam mais, que ficam e nunca se vão
Algo ruim que arrebenta meu coração
Que raiva de mim mesmo que arrependimento que atitude sem noção
O que fiz foi totalmente em vão
Inútil,sem precisão!
