Poema que Fale da Vida

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Choro, como se não conseguisse parar.
Sorrio, com aquele mesmo olhar.
Luto, como se algo quisesse conquistar.
Morro, como se no final houvesse uma chance de descansar.

Inserida por potapoeta

⁠VIDA!

VI vem do verbo ver, significa: presenciei, testemunhei, enxerguei, avistei assisti e observei.

DA vem do verbo dar, significa: doar, oferecer, trocar, transferir, recompensar, comunicar e promover.

É isso que cada um de nós viemos fazer aqui. Pratique!!!

Inserida por SidhartaCostaPinto

⁠Uns vivem com medo de morrer
Uns vivem querendo saber à respeito de vidas passadas
Uns vivem querendo saber se existe vida após a morte
Todos acima não estão vivendo a única vida que temos para viver no momento.
Viva com intensidade e responsabilidade a sua vida, pois essa vida é um caminho só de IDA sem volta.

Inserida por Carloseduardobalcars

⁠A vida
Algo que não faz sentido
Não sem a morte
Muita das vezes sombria
Ou até mesmo um conto de fadas
Uma poesia vívida
Com dias de luta
Dias de gloria
Uma vida que não é vívida
É algo que nunca existiu
Viva sua vida
Pois tu não tens outra
E se tivesse
Não saberia viver
A vida é a vida
Então á viva!

Inserida por Klauzzz

Impostos: das duas únicas certezas da vida, a única para a qual se pode obter uma prorrogação automática.

Na origem da obra literária não está um acontecimento da vida do autor, mas só a emoção, desatada por esse acontecimento; a obra é tanto mais perfeita, quanto mais a emoção original está dominada, transformada em "forma".

A vida é um viajante que deixa a sua capa arrastar atrás de si, para que lhe apague o sinal dos passos.

Toda a gente forceja por criar uma atmosfera que a arranque à vida e à morte. O sonho e a dor revestem-se de pedra, a vida consciente é grotesca, a outra está assolapada. Remoem hoje, amanhã, sempre, as mesmas palavras vulgares, para não pronunciarem as palavras definitivas. E, como a existência é monótona, o tempo chega para tudo, o tempo dura séculos.

A moderação nos passatempos é remédio para a vida; e vejo magros, franzinos e desajeitados tanto os que pensam apenas no divertimento, quanto os que fazem aqueles benditos trabalhos pesados.

O acontecimento que com direito traz a cada um a revelação do sentido da sua própria vida, este acontecimento que ainda não encontrei, mas para o qual caminho, não se concebe ao preço do trabalho.

A felicidade ou a desgraça da velhice não costuma ser outra coisa do que o resíduo da nossa vida passada.

Quem pode morrer honradamente deve morrer; / Porque, para continuar nesta vida triste, / Chega-se ao mesmo tempo à morte e à vergonha / Com frequência e facilidade.

A vida humana seria incomportável sem as ilusões e prestígios que a circundam.

Isso é uma injustiça de Deus, depois de se ter gasto toda a vida a adquirir bens, quando se consegue tê-los e ainda se quer mais, tem-se que os deixar.

Não sei o que é a vida de um patife, não o tenho sido nunca; mas a de um homem honesto é abominável.

Se um homem não trava novos conhecimentos ao longo da vida, vai em breve sentir-se abandonado. Um homem, senhor, deve manter as suas amizades sob constantes cuidados.

A vida humana parece de algum modo tríplice, quando reflectimos que vivemos e sentimos em três tempos, no pretérito, presente e no futuro.

Vir a morte e levar-nos. E não fazermos falta a ninguém. Nem a nós. Que outra vida mais perfeita?.

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Pensar, 1992

O que temos de gastar em coragem diariamente para aceitar a vida, dá ideia de quanta coragem todos nós possuímos.

A verdade absoluta, que coisa aflitiva, afinal. Porque se se não tem, como ordenar a vida que é nossa? Mas se se tem, como não anular a vida dos outros que são contra ela?

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Pensar, Bertrand, 1992