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Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo

Cerca de 544529 frases e pensamentos: Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo

⁠Sentado sob uma pedra, ele olha o rio majestoso [Tapajós], com suas curvas e maravilhas, e fica pensando na vida. Carregando uma dúvida desde criança que aperta o peito desde sempre. E percebendo tudo que o envolta, todos os dias repetitivos, todo o tempo que passara [e passam] nos olhos tão rapidamente, parecendo o hoje que o abarca, ele ver várias reflexões...

- Qual a finalidade de tudo isso? Bilhões de pessoas que existiram, outras que ainda carregam seus caminhos para um aquém nada absoluto. E ele lá, observando o tempo passar a sua frente. O rio fazendo sua trajetória, sua rotatividade, como se fosse amaldiçoado para isso. No inverno, correntezas destrinchando vidas, no verão, águas quentes, sem sombras para aqueles que procuram relvas...

A pretensão dele desde crianças [adolescente] era a felicidade. Sem demagogia, mas já o conseguiu. Era conquistar um emprego dos sonhos, mas já o tem! Bens necessários, mas já alcançou! Ter um amontoados de diplomas, mas já os conquistou! Ele acha difícil acordar todos os dias sabendo que o que queria já fora conquistado. Procura-se uma razão, mas ela perdeu-se e com certeza, alguém irá encontrá-la em outros rios...

O sol começa a aparecer e ele pensa: - dei bastante amor, acredito que já amei também, não sei ao certo. Hoje, nesse momento, estou insípido, incrédulo e com o coração vazio. Não quero pessoas por perto. Quero ficar aqui, observando o voo das garças, ouvindo o cantar dos pássaros que hoje, não me sustentam mais os ouvidos. Que meus filhos reescrevam suas histórias, sem retóricas, apenas vivendo com esperança nos olhos, sem importar-se para os rios que, de quando em vez, aparecem sem bater a porta...

--- Risomar Sírley da Silva ---

Inserida por risomarsilva

Quando a gente olha pra vida
Com olhos de amor
Enxerga uma coisa lírica
Onírica, mágica e linda
Poética, mecânica, estética perfeita
Refeita a visão do eremita
Existe o tempo triste
Entra em pânico
Quando a beleza se dissipa
Perante o egoísmo do mundo.
E se a gente procura buscar
Só a ótica da esperança
Firmando aliança com a fé
Finca os pés num lugar melhor
E acredita em tudo e em todos
Vivendo a ilusão
Fadada ao engodo
Pois logo isso passa
Dissipa igualzinho à fumaça.
Se olha o mundo
Com ódio e desconfiança
Buscando alcançar somente
O que venha somar
Sempre um pouco mais
Fica doente por dentro
Sem paz,
Infeliz e incoerente
Sozinho ou talvez
Em companhia de outros
Que sejam iguais a gente.
E se todos conseguíssemos
Buscar ter a mesma visão
da criança que um dia fomos
E, quem sabe,sejamos ainda
Talvez enxerguemos
O Mundo e tudo mundo
Sob o prisma da realidade
Pois a vida jamais foi linda
Impossível fugir à dor
Pois, quando em criança, também doía
Mas a gente não perdia a esperança
No dia que raiava
Acreditava no amor
Sem ódio, rancor, desconfiança em demasia
Prudentes como serpentes
Simples corações de pombos
Sempre se reerguendo
E rindo dos próprios tombos
A vida não é só amor
Ou glória, vitória ou cinismo
Olhemos pra ela do jeito que é
Tendo fé nos seus defeitos
E talvez a gente consiga
Fugir um pouco mais das brigas
Aceitar as coisas
Do jeito que elas são
Tristes, felizes e confusas
Perfeitas na imperfeição
Tudo depende somente
da lente que a gente usa.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Quando a gente olha pra vida
Com olhos de amor
Enxerga uma coisa lírica
Onírica, mágica e linda
Poética, mecânica, estética perfeita
Refeita a visão do eremita
Existe o tempo triste
Entra em pânico
Quando a beleza se dissipa
Perante o egoísmo do mundo.
E se a gente procura buscar
Só a ótica da esperança
Firmando aliança com a fé
Finca os pés num lugar melhor
E acredita em tudo e em todos
Vivendo a ilusão
Fadada ao engodo
Pois logo isso passa
Dissipa igualzinho à fumaça.
Se olha o mundo
Com ódio e desconfiança
Buscando alcançar somente
O que venha somar
Sempre um pouco mais
Fica doente por dentro
Sem paz,
Infeliz e incoerente
Sozinho ou talvez
Em companhia de outros
Que sejam iguais a gente.
E se todos conseguíssemos
Buscar ter a mesma visão
da criança que um dia fomos
E, quem sabe,sejamos ainda
Talvez enxerguemos
O Mundo e tudo mundo
Sob o prisma da realidade
Pois a vida jamais foi linda
Impossível fugir à dor
Pois, quando em criança, também doía
Mas a gente não perdia a esperança
No dia que raiava
Acreditava no amor
Sem ódio, rancor, desconfiança em demasia
Prudentes como serpentes
Simples corações de pombos
Sempre se reerguendo
E rindo dos próprios tombos
A vida não é só amor
Ou glória, vitória ou cinismo
Olhemos pra ela do jeito que é
Tendo fé nos seus defeitos
E talvez a gente consiga
Fugir um pouco mais das brigas
Aceitar as coisas
Do jeito que elas são
Tristes, felizes e confusas
Perfeitas na imperfeição
Tudo depende somente
da lente que a gente usa.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Tem dias que se olha pro Céu
E procura encontrar figuras nas nuvens
Prende o coração no peito
Com pedaços de arame
E, não havendo outro jeito
Segue a vida
Repleta de dados imprecisos
Indiferente ao nome que a gente a chame
Esconde tristeza no sorriso
Sorrindo onde estiver
Até quando o sorriso durar
de resto, nada
Laços azuis por trás das nuvens
Um espaço, um pequeno indício
do que um dia
Podia ter sido vida
Fadada ao fracasso, desde o início
Esquecimento
O endereço e o rumo de tudo isso
No desenho das pegadas
E poeira da calçada.

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva

A gente briga
Até mesmo com a barba que cresce
Olha a própria cara no espelho
Pára, fita ...se encara
Meu Deus
Acho que conheço esse cara!
Eu já vi esse rosto numa foto antiga
...esquece!
Diacho!
Não lembro com quem parece
Devagar, me afasto
Me bastam os apelos jamais atendidos
E tantos pedidos
Perdidos no silêncio
Me arrependo por ter esquecido
Foram só ruídos de passos
Que deixei pelo chão
Igual a mim
A cada qual
A solidão igual e contrária
Um baú lotado dela
Aquela
Que ninguém sabe por que merece
Sem mesmo caber merecê-la
Em cada noite sua escuridão
Em cada escuro uma estrela

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva

Acabrunhado, infeliz
Quis o mundo seguir assim
De olhar parcial
Igual a quando te olha
Qual folha caída
Assim quis a vida
Tal luz escondida
Se vida se ausenta
Na noite perdida
Novamente vai-se a vida
Era nau na tormenta
Mera imagem pintada, aquarela
Apesar de procela, era o nada
Conforme é o passar do tempo
Os tempos mudam
Quis o vento soprar assim
De olhar enviesado
E se olhava de perto
Era só desalento
Triste vento, desenxabido
Mormente destituído
de graça e de vida
Uma adaga escondida a brilhar
Em cada desvão do caminho
Um triste cantar passarinho
Cantando baixinho
O seu triste cantar
Era quase um lamento
Meramente uma questão de escolha
Eram dois os caminhos
Simplesmente
Ser gente ou ser folha
A pensar-se imparcial
Mas o dia amanhece outra vez
E outra vez parece igual
Infeliz desarvorada
desejando , quase calada
Que seja feliz o dia
Esperança ela tinha
Qual folha caída
Alegrias de outrora
Isso eram coisas ... lá de outras horas
Demora, demora
e não vinha.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Hoje amanheceu
Amanheceu um dia assim
daqueles que a gente olha
e vê somente um dia lindo
Que parece que não vai ter fim
E se por acaso chove
A gente nem liga se a chuva molha
Cada coisa nova que vem
Preenche uma nova lacuna
e é bonito tudo que tem
pois todas as coisas se fazem unas
e as pessoas se comprazem
em estar juntas
e se cumprimentarem
e darem risadas, muitas
e riem também pra mim
neste dia lindo
Que simplesmente amanheceu assim
Sem compromisso com luz ou com sombra
e mesmo assim, tem tudo isso
e não existe nada ruim
Somente beleza
Que não diminui
Nem mesmo com a ponta de tristeza
em saber
Que ele vai, sim
ter um fim.

Inserida por edsonricardopaiva

Quem será que sou eu?
Aquele que sai na janela
E olha o Sol e olha estrelas
Conversa com elas
Mas não as conhece
Pois não sabe os seus nomes
Talvez todos nós
Sejamos aqueles que não conhecem
Nem a nós mesmos
Pessoas comuns
Bons sorrisos à janela
E sabemos que não é preciso
Sabermos nem ao menos
Os nomes dos passantes
Apenas alguns
E mesmo que não sejam
Os homens que eram antes
Não faz mal
O ser humano é sempre igual
Na sua mais profunda essência
Apesar de terem se passado
Alguns milênios
Basta olhar pros lados
Resta saber o escrito no verso
Somos todos passantes
Pontos acima e abaixo e ao lado
E nos denominamos
Como alguém que questiona
Pela enésima vez
E pela enésima nona, talvez
Sem atentar para o fato
De não se ter atido à resposta
Mas gosta de estar à janela
E cumprimentar os passantes
Conversar com estrelas
E nem ao menos saber os seus nomes
Sem prestar atenção na vida
Vivemos
Tanto faz
Assim como era antes
Alguns ainda estão à venda
Desde que o mundo é mundo
E como tudo na vida
Outros não .

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Aproveita o tempo agora
Enquanto o coração chora à toa
Enquanto o fruto cai perto
Olha em volta o teu deserto
Pois nem sempre o vento sopra para o lado certo
Ajeita a vela da vida
O caminho todo é pensamento, é hora boa e passa lenta
O tolo pensa em ser feliz, desorienta
Aproveita a hora triste, enquanto a tristeza é passageira
Molhe as plantas na janela
Escolhe a cor da escuridão futura
Pois nem sempre o vento sopra pro deserto
Corre, enquanto as pernas obedecem
Pise forte as pedras, elas esquecem
Olhe isento as coisas lá do alto
A descida toda é só momento, grite alto
Lá do alto, onde subiste
Deixa o vento carregar a voz
As vozes de todos nós
Tão velozes quanto a vida em direção
A um lugar onde o tempo inexiste.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Você olha pro Céu
de vez eu quando
e a claridade
a vista ofusca
há coisas que a Luz oculta
e depois nem vai saber
Se foi rápida ou lenta
essa busca
Senta-se em frente
a um pedaço de papel
não sabe se desenha
ou escreve
viver
simplesmente tornou-se
uma espécie
de doença sem cura
Uma empreitada sem ganho
Uma janela onde se olha
e a paisagem é muito escura
Não há mais
porque prosseguir
na infinda procura
pela alegria sem tamanho
que sabes não existir
assim como a busca
Pelo lugar
onde nascem os sonhos
levou-te então a encontrar
apenas e tão somente
O ponto
Aonde morre a esperança
Você olha para o Céu
e descobre simplesmente
haver chegado finalmente
ao dia
Em que novamente
nasce o Sol
Porém
Não nasce alegria.

Inserida por edsonricardopaiva

Tem horas em que a gente
Simplesmente olha em volta
e percebe que perdeu tudo
Perdeu o tempo, que não volta
E a posse temporária
da própria vida
e vive a realidade
de nem mais possuir
o direito à uma revolta
Sente somente a dor aguda
Daquelas
que te fazem ficar mudo
Tem dias em que a gente
Finalmente percebe
Que foi tudo uma ilusão
E que na verdade
Nunca teve nada
Portanto, ilusória foi a perda
Derrotas, vitórias
É tudo somente questão
de ponto de vista
Nada é de verdade
Alegrias ou dificuldades
O êxtase da conquista
A Luz que te iluminava
O amor ao qual se apega
A única verdade
À luz da realidade
É que toda a gente é cega

Inserida por edsonricardopaiva

Olha,
Quando você pensa que pode aprender mais
Que vai se tornar o que quiser
E se isso realmente pode acontecer.

Mas alguma hora
Algo novo vai te surpreender
Algo que você nunca foi acostumado a mexer
Ou você viu por um tempo e perdeu o valor naquele instante.

No meu caso
Seriam as pessoas
As pessoas que por muito tempo tentei me aproximar
E falhei como sempre ou pelo menos não achei suficiente.

Agora um ano-novo vem
E com isso os estudos também
Você se dedica ao máximo, chegando até o limite
Mas lembra de uma forma ou outra no que você mais tentou dar valor.

Agora, as pessoas me chamam muita atenção,
Com uma curiosidade imensa de conhecer aquele indivíduo,
De conhecê-lo detalhe por detalhe,
Entendê-lo do jeito que ele é, por mais simples ou complexo que seja.

Infelizmente, não sou bom nessa área
Mas tento ao máximo chamar-lhes o máximo da atenção
E eu acho que agora a resposta para isso seria...

A Música.

Inserida por Jerrahzinho

Cala - se ...
Só olha para cá e beija-me
suga meu lábio inferior com delicadeza
e morde minha língua com maldade

Beija-me, ineditamente, novamente
construindo a sinfonia de mais uma alma por vir


Fica de lado, inclinando a cabeça de olhos fechados
onde desnuda-me mais que o corpo...
e veste-me com tua pele
para aplacar o frio que afastou com tua chegada
naquele tempo ingenuo

Chegaste com a lua...
e a lua muitas vezes viu-te me beijando
tivemos um eclipse, eu acho ...
foi breve ...
e intenso

Não estávamos na terra
você me tiraste dela com teu corpo
fez meus músculos fraquejarem e meu ar sair
não precisava de força nem vento
navegava em você que era um mar tranquilo em tempestade

transformou-me em vulcão
explodi dentro de ti ...
incontáveis vezes

mas você era mundo infinito e fértil
puxava-me para ti
e fazia vida em nosso universo

Inserida por Mlcb

Olha a bola que corre,
Na igreja o sino bate.
Cão que late,
Chora e grita o menininho.
Bate o sino da igreja.
É o sino pequenino...
Chora menino de rua vadio,
num natal tão triste e tão só.
Papai Noel...
do céu, esqueceu de ti.
Papai do céu...
Noel esqueceu de mim.
Óh pai no céu, esqueceu de nós!
Tristeza que bate neste natal tão vazio.
Vi que o menininho vadio de rua, SOU EU.

Inserida por Brunoh

AUTOESTIMA

Demétrio Sena, Magé - RJ.

A autoestima
de quem se acha,
se perde ou olha
só para cima,
um dia esvai
e cai sem dó
ou compaixão,
pra ser achada
por quem ainda
olha pro chão.

Inserida por demetriosena

TEMPO É VIDA

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Qual é a sua?
Você olha quando a lua
surge no entardecer?
E o sol...
Qual foi a última vez
que o sol nasceu pra você?
Cadê seu tempo...
Você vendeu para quem
o melhor do seu ser?
E a vida...
Será de fato a saída
você nunca mais viver?

Inserida por demetriosena

Sinto sozinho como aquela lua solitária , que nos olha curiosa todas as noites a suspirar.
A exemplo da lua solitária insisto em te procurar.
Pois sei que tem um ser divino a me iluminar...

Inserida por ironpaulo

"A liberdade me atenta, com doçura me cerca.
Zomba dos meus grilhões, me olha através das barras de uma cela.
Zomba do tolo, que se aprisionou no amor, nas juras, nas falácias dela.
No fim, não existia magia nas estrelas cadentes, eram só pedras.
Roguei ao brilho, para me fazer estar junto dela.
A paixão, inspira parvos devaneios e certezas sobre coisa incertas.
A paixão é o flagelo dos poetas.
A felicidade mora nos lábios dela.
Templo de perdição, onde o meu eu, incompleto, se completa.
Já é tarde, acabou nosso tempo, me cansei das batalhas, perdi essa guerra.
Um clima lúgubre, tomou conta de nós, logo nós, que éramos festa.
Prisioneiro do seu amor, vem a liberdade e me atenta e com doçura me cerca.
E novamente, derrotado, não evito tais mazelas..."

Inserida por wikney

⁠Rotina do ser apaixonado

“Todas as noites olha para o céu
Rabisca palavras banhadas a mel
Lembra que amanhâ terá de partir
Sofre porque não estará sempre aqui
Lembra do beijo que um dia recebeu
Do seu grande amor que um dia lhe deu”

Inserida por Franazzi

⁠⁠⁠⁠Mulher de cristal
Nela a beleza é decretada
Quando se olha é água da fonte
Brilhante como o crepúsculo celestial
Fascinante como o sobrenatural
O reflexo cega os olhos
Confunde os sentidos
Tanta beleza num só mirífico
Sereia desnuda
Ornamentada pelas águas
Com vestido de cascata
Cabelos de itororós
Coroa de gálio
Desfilando na angra de cristal.

Inserida por netomontana