Poema Passei para Deixar um Beijo

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Imagine a loucura que seria
achar que nada é real energia
sendo que tudo um diapassa em algum marco inicial
com marca passo individual
em cada um animal
louco pelo malem si mesmo
por achar que só existem os seus próprios desejos.

Inserida por Chikinhosm

⁠Um inverno frio se aproxima
Não será fácil 🌹🌹

Quando a briza da primavera aparecer 🌹🌹
Você deve voar atrás dos seus sonhos
🌹🌹
Vc deve voar livremente pelo mundo
Cantando e dançado

Inserida por Theopoeta90

⁠2020
Vou contar-te como faz me sentir, seja com um toque de mãos,
Dos lábios que de tão íntimos, pareciam se conhecer há décadas
Das conversas que me levam a outra dimensão,
Os castanhos dos teus olhos que quando os vejam tão perto
É mel de nova colmeia, margem do Rio Negro ao meio dia, barezinho gelado.
Quero noites contigo como as estreladas para
Te beijar escorado no parapeito do teatro,
Sob olhar tímido celestial de júpiter e ao fundo evidências
Como uma grande orquestra, perfeitamente ensaiado.

Inserida por denison_ramos

⁠Não posso e nem pretendo ter um amigo do qual eu fique temeroso do que vou lhe falar, por medo de magoá-lo.

O verdadeiro amigo, aceita críticas e opiniões sem ser magoado.

Inserida por ajmesquita

⁠A Arte da Vida

A vida é uma arte
Onde você é o pintor
E as cores seus caminhos.

A vida é uma arte
Onde você é o poeta
Que escreve em poesia.

A vida é uma arte
Tão alegre e agitada
Quanto o ritmo de uma música.

A vida é uma arte
Onde você é o escultor
Que moldar sua vida.

Inserida por Vinicius_Freitas_R

⁠*Houve um tempo*

Houve um tempo que nossa maior preocupação, era apenas com a lição.

Houve um tempo em que correr de pés no chão, era pura emoção.

Houve um tempo que filme de ação, era a maior diversão.

Houve um tempo que escutar rock e sacudir a cabeleira, era a coisa mais maneira.

Houve um tempo que ir à pracinha tocar violão, era a maior atração.

Houve um tempo que brincar na chuva era animado, mesmo ficando todo molhado.

Houve um tempo que os dias eram contados, à espera de um feriado.

Houve um tempo que aos domingos era sagrado, comer maionese e frango com o "Sílvio Santos " ao lado.

Houve um tempo em que brincar de correr na rua, era a maior aventura.

Houve um tempo em que a vovó gritava, sua mãe vai ficar brava.

Houve um tempo que não está mais aqui, só sobrou a nostalgia que nos leva a refletir!

Inserida por JuAssuncao

⁠A vida é um jogo de xadrez, dirrepente tudo muda...
Um vacilo, xeque-mate!
Pequenos momentos, mudam grandes rotas.
O caminhante muda o caminho, o caminho muda o caminhante.
As vezes, a estrada te mostra o rumo, as vezes o rumo te mostra um labirinto.
As vezes sinto paz em meio à guerra, as vezes batalho em meio à paz.
Tudo é simples e contraditório ao mesmo tempo...

Inserida por Ronnyval

⁠Direis a ti que há um dualismo dentro de mim.
Fareis aqui; dentro do peito um pedaço de ti...
E nós não somos nada, nada além do que se faz com os nós...
Sonhos Secretos nos gestos que eu te fiz
São contos e versos, inversos dentro de mim...
Por gestos/decretos, infernos: James Dean.

Inserida por YagoConforte

É engraçado como todo mundo no instagram tem um conselho pra te dar mas será que eles seguem esses conselhos ?

Por isso não dou conselho a ninguém. Se conselho fosse bom, não se dava, se vendia. ⁠

Inserida por Cleiton777

Em um jogo de xadrez onde existem uma enorme diferença de posições⁠, no final da partida, todas as peças vão parar na mesma caixinha.


Provérbio chinês

Inserida por Euver

Uma tristeza sem tradução!
Um vazio repleto de incompletude!
Perguntas que não se respondem na definição indefinida do escoado pranto!
Antes fosse saudade, mas é literalmente lembrança da vida ida que ecoa ingratidão!⁠

Inserida por BALSAMELO

Quanto mais eu penso, mas longe vou... a cada pensamento é mais um passo a beira da morte. As vezes penso tanto que me perco dentro de mim.

Inserida por beatriz_tayar

⁠⁠[O CAMINHANTE E O TEXTO URBANO]


Ao caminhar pela cidade, cada pedestre apropria-se de um sistema topográfico (de maneira análoga ao modo como um locutor apropria-se da língua que irá utilizar), e ao mesmo tempo realiza este sistema topográfico em uma trajetória específica (como o falante que, ao enunciar a palavra, realiza sonoramente a língua). Por fim, ao caminhar em um universo urbano onde muitos outros caminham, o pedestre insere-se em uma rede de discursos - em um sistema polifônico de enunciados, partilhado por diversas vozes que interagem entre si (como se dá com os locutores que se colocam em uma rede de comunicações, tendo-se na mais simples ‘conversa’ um dos exemplos mais evidentes).

Enfim, se existe um sistema urbano - com a sua materialidade e com as suas formas, com as suas possibilidades e os seus interditos, com as suas avenidas e muros, com os seus espaços de comunicação e os seus recantos de segregação, com os seus códigos de trânsito - existem também os modos de usar este sistema. A metáfora linguística do universo urbano aqui se sofistica: existe a língua a ser decifrada (o texto ou o contexto urbano), mas existe também o modo como os falantes (os pedestres e habitantes urbanos) utilizam e atualizam esta língua, inclusive criando dentro deste mesmo sistema de língua as suas comunidades linguísticas particulares (dentro da cidade existem inúmeros guetos, inúmeros saberes, inúmeras maneiras de circular na cidade e de se apropriar dos vários objetos urbanos que são partilhadas por grupos distintos de indivíduos)


]trecho extraído de BARROS, José D'Assunção. Cidade e História. Petrópolis: Editora Vozes, 2007, p.43-44 ].

Inserida por joseassun

⁠O CEGO, E O OUTRO QUE VIA


Havia na estrada do mundo
um Cego, e um Outro
que via

O Cego tinha uma estrela
cujo brilho não sabia
A Noite não lhe era um mal
pois não via o que não devia

O Outro tinha três olhos
e pelo excesso sofria
pois via com o olho da sobra
tudo aquilo que não podia

Numa flor via seus átomos
e nessa profundidade desastrada
Toda beleza se perdia

No perfume sentia cheiros
(cada nota em separado)
pelo nariz lúcido e enfermo
que todo aroma dissolvia

E assim, pela estrada do mundo
Ia o Cego, e o Outro que via

O que via indagava a causa
e o Cego gozava o efeito
Sendo feliz porque não via

Contava-se nas estalagens
Por onde a estrada passava
Que Um era a sombra do Outro
E os Dois, partes de um mesmo ser
Cuja felicidade de ver
Somente estava onde não devia


[publicado em Recital, vol.3, nº1, 2021]

Inserida por joseassun

⁠Vida de um autor

Eu vivo e sobrevivo em meio dessas palavras frias organizadas em linhas para satisfazer minha vontade de reviver coisas boas que aconteceram comigo. Ou pelo menos que eu queria que acontecessem comigo. Mas tudo isso que eu disse não importa já que eu vou viver pra sempre em meio das palavras frias que no fim da minha vida minha alma ficaria para sempre aprisionada.

Inserida por daniel_francisco

⁠Gosto de escrever sobre o que interessa
Partilhar idéias, sem pressa
Como quem tira um som da vida
E segue a rima na batida
Voar no próprio pensamento
Sem falar do óbvio
Só das coisas que invento
Crio no palco do mundo
Pessoas e coisas que são minhas
Sons que ouço e reproduzo
Articulo com o ritmo da vida
Assim sou musa e também poesia
Nessas letras que discorro
O próprio som e a melodia
Não entrego tudo
Mas algumas doses por dia
Um pouco do que sou, eu dou
Só pra ver sua alegria

Inserida por FabiolaDantas

Eu me perdi no momento que comecei a correr atrás das pessoas...

Mas um breve mergulho na decepção me vez ver que eu sabia o caminho de casa!⁠

Inserida por Dom-Oliviero

⁠Todos que postam “me armo de livros”, nunca leram um livro na vida, se lessem, aprenderiam com a história, não deixando-a repetir e logo se armariam de armas.

Krïs Kirak

Inserida por KrisKirak

A Visita de Messias no Passeio de Herodes


⁠De
Um lado
Tio Sam
De FBI
E CIA

De outro
Ex KGB
De vocação
Imperialista

A estúpida
Arrogância
Do poder
Das armas

A humanidade
Padece
De
Insanidade
Galopante

Na
Impossibilidade
De fazer


Agora
Na trilha
Que
Lhe coube

Volúpias
Efêmeras
De
Imediatismos

Passarinho
Que come
Pedra
Sabe bem
O que
Lhe advém

Não bastasse
O vírus
Também
O fantasma
De Herodes

Inserida por samuelfortes

⁠Série: Minicontos

EFEITO PANDÊMICO
2020. A retórica era um futuro mais humano. 2022. Guerra..

Inserida por NICOLAVITAL