Poema para um Lider
Quer saber de uma novidade?
Vou contar, não conte a ninguém
Passa um, passa dois, passa sessenta,
Todas passas tem as suas rugas,
Marcas que a vida lhe convém
Voce pode contar comigo?
Conta um, conta dois, conta três,
Podemos continuar contando,
Já somos todos contadores,
De histórias, pescadores,
Professores, administradores,
Mas hoje eu já me aposentei.
Meu jardim tem muitas flores
Tem Ana e tem Sara, e lindas
Já são flores de minhas flores
Geradas de um broto rosa
Que com muito amor reguei
Seu jardim também as tem
São tão belas quanto as minhas
Novas flores serão bem-vindas
Agradeço a Deus...AMEM !!!
Passei a vida a amar e a esquecer…
Um sol a apagar-se e outro a acender
Nas brumas dos atalhos por onde ando…
APRENDIZADO.
O Erro é um caminho infaustos
E tortuoso que muitas vezes nos
Conduz a uma retidão e um
Plausível aprendizado.
"O mal do século é a solidão. Cada um de nós imerso em sua própria arrogância esperando por um pouco de afeição!".
Renato Russo
Lamentável ver pessoas ENCASTELAREM-SE em seus egoísmos, em suas presunções, isolando-se dos semelhantes por se acharem superiores!
Estas pessoas NÃO SABEM ou NÃO LEMBRAM que a vida dá muitas voltas e segue sempre em frente, as posições sociais e a juventude que nos sustentavam nas ilusões NÃO SÃO ETERNAS, quando a JUVENTUDE ACABA surge a DEPENDÊNCIA, a CARÊNCIA, a realidade se mostra e aqueles que NADA SEMEARAM, agora o que HAVERÃO DE COLHER?
Filhos que não foram ENSINADOS A AMAR, amigos que não foram CULTIVADOS, familiares que sequer eram LEMBRADOS, todos que foram DESPREZADOS agora fazem falta...
Esta CONSEQUÊNCIA Renato Russo define como o mal do século - a SOLIDÃO!
Somos eternas crianças
Há muitas perguntas em mim que eu gostaria de um dia responder:
Por que nos tornamos adultos? A partir de que data? Quem estabeleceu isso?
Por que deixamos de brincar aquelas brincadeiras que nos faziam tão bem?
Afinal, ainda choramos quando perdemos um ente querido.
Temos carência de sermos reconhecidos.
Nunca sabemos tudo, estamos sempre aprendendo.
Precisamos ser amados.
Sonhamos com o príncipe encantado ou com a princesa dos nossos sonhos.
Mesmo que as circunstâncias da vida e de fracasso tenham nos feito acreditar que não somos capazes, ainda temos dentro de nós a vontade de fazer e crescer... o sonho ainda continua morando dentro de nós.
Não podemos deixar essa criança que existe em nós morrer, vamos dar asas à imaginação e escrever a nossa história como fazíamos há tempos não tão distantes...
Afinal, nunca deixamos de ser os mesmos. A essência é a mesma. Somos e seremos ETERNAS CRIANÇAS!
DIFÍCIL ESSA COISA DE GUERRA... A BATALHA NOSSA DE CADA DIA!
Estamos sempre lutando por um dia melhor, por horas mais tranquilas e minutos mais alegres e sorridentes! As energias envolvidas nisso tudo geram um calor, um frenesi de ansiedade tremendo...Podendo trazer satisfação ou não... E é aí,que mora o perigo! Nunca se sabe que fera a gente vai ter que domar!
Ninguém disse que crescer, progredir ou evoluir, seria fácil... Nada disso! A verdade é que a cobrança, pra tudo isso, vem quando pequeno e vai desenfreada, acompanhando os passinhos que a gente deu e, ainda, dá por essa estrada da vida... Manter a linha reta, o patamar alcançado meu caro, é a batalha nossa de todos os dias sem falar nos verdadeiros encontrões naquele outro ser que, assim como nós, está tentando ganhar o seu dia, escolhendo suas armas e, também, travando a sua guerra particular! Nunca poderemos saber o que o outro carrega dentro de si se não pararmos para ouvi-lo (ele pode, até por direito, nem querer falar nada!) mas, temos que deixá-lo expelir seus receios e frustrações ou, até mesmo, suas vitórias e conquistas; tudo precisa ser dito, do jeito dele, do seu jeito... Relatar como as coisas batem na gente e como a gente se segura e sente! O maior problema é como tudo isso é dito e feito...Como vai te pegar na verdade ou amarrar nas ilusões... de qualquer jeito!
Em Cada estande um livro,
Em cada livro um porque,
Em cada porque uma resposta,
Em cada resposta VOCÊ!."
SABER SOFRER
Tenho um grande espinho
Em meus sapatos!
Que só incomoda-me
Quando o calço mas se descalço andar
Irei feri-los mais
Que o espinho que se encontra
Em meus sapatos...
Entre um olhar e e outro, quem sabe, não dividimos segredos ?
Palavras em silêncio, quem sabe ?
Quem sabe a gente não se afina...
Uma boa tarde e deixa rolar...pode ser o caminho !
sempre há um motivo
para algum lugar dentro de mim
ter á pura solidão...
tento esquecer dessa vida,
me cansei da humanidade.
se fosse possível isto
desligaria no momento exato....
somente voltava daqui algum tempo...
seria novo recomeço depois
não haveria angustia apenas o esquecimento,
talvez seja o melhor apagar existência para sempre,
prosseguir involuntariamente na solidão,
sem qualquer sentimento ou arrependimento,
apenas a continuação sem mais ou menos...
uma bela expressão de um pensamento,
no qual jugaria ser uma variação simultânea,
da realidade como um todo, num novo mundo,
tudo seria devorado pelo passado sem dor ou lastimas...
no caos da vulgaridade pelos atos do sentimentalistas.
Um próximo patamar
Não fazer mais poesia
A própria poesia me tornar
Processo auto destrutivo
Psicose, mente em conflito
Me sinto um tanto esquisito
Um louco apontando o gatilho
Pra sí mesmo antes de atirar
Olho para o espelho
Primeira sensação a vir
é o mal estar
Não reconheço meu próprio olhar
Distante quase lunar
Perdido em outra galáxia
Não vale a pena nem procurar
Talvez seja mais fácil
Deixar tudo pra lá
Perdido em pensamentos
Versos e mais versos
Jogados ao vento
Em direção do mar
Navegando em aguas desconhecidas
Sem saber oque posso achar
Era apenas mais um dia comum para maioria das pessoas,entretanto,para mim era o momento em que mais esperava.Finalmente depois de conflitos, brigas e amor. Apenas o amor sincero puro como ''olhar de uma criança''.
Dia 28 de agosto de 2014 completaríamos dois anos e para meus olhos seria tudo perfeito, ao menos o detalhe o qual percebi um dia antes. A carta, as declaração escritas por ela teriam sumido.
-Eu não acreditava!
Revirei meu guarda-roupa,botei minha casa de cabeça para abaixo com receio de meus pais terem pego. E o meu maior medo aconteceu.
Logo notaram o sumiço das malditas cartas cujo guardava com tanto zelo, foram por água a baixo. Minha mãe tratou de me encurralar e jogar as cartas na mesa, me deixando aflita,com medo e suas únicas palavras eram apenas de apelo, ameças com o intuito de acabar o relacionamento da pessoa em que mais me fez bem. Por qual razão isto aconteceu logo agora, logo agora que pensei que teríamos um futuro.
Por um momento eu achei que seria você que eu tanto esperei .
O destino não quis nos ver juntos , somos muitos diferentes mais meu coração não quis ver isso .
Eu vou guardar esses momentos que foram tao especiais .
Seu amor me levo ao céu e ao inferno .
Seu sorriso e seu olhar castanho vou levar comigo pra onde eu for .
Vou construir um bom nome, numa nova cidade, com um quê de credibilidade, uma pitada de maldade…e um fiozinho bem fininho de docilidade.
Seria mais uma na rua principal, apenas um ser vivo que anda e faz a vida parecer cem vezes menor do que é agora. Criar novos hábitos, dormir mais, pensar menos, saber nada e falar por falar, tudo o que vier à cabeça…Pintar um quadro de natureza morta, cantar na igreja, fazer sopa pra doentes e limpar o coraçao com perspectivas tão menos doentias…tantas vezes menos…que nem saberia explicitar.
Mas como? Se o tempo se encarregou de dificultar todas as coisas mais sinceras…
Um grande muro cercava a cidade
Vivo e alegre muro verde
Entre seus sons
Ante sua beleza
Sob sua sombra
Cresci
Vivia em paz
Protegido eu me aventurava em seus caminhos
Mas como toda cidade
Nesta habitavam seus vermes
E logo vi uma negra nuvem
Anunciando a destruição
Estalos como aplausos de uma grande plateia
Trazidos pelo vento forte
E o calor
E o fogo
Fez-se noite
E ao lado da minha casa
Queimava tristemente o muro
Este que parecia tão poderoso
Não pôde conter as chamas
Não pôde proteger filhos nem pais
Via os pequenos pássaros mergulhando no mar de fogo
Beija-flores com seus bicos cheios d’água
Mas nada pôde parar
O fogo ergueu-se aos céus
E tudo queimava
Num horrendo espetáculo
O grande muro não foi ao chão
Reergueu-se
Reverdejou-se
Não desistiu
Serviu novamente de abrigo
As cinzas logo se enterraram
Algumas cicatrizes permaneceram
Mas ele estava ali
As lágrimas pertenceram à um grande susto...
O tempo foi passando
A cidade o muro não pode conter
Esta criatura infestada
Pôs no vivo muro
Ferozes feras de metal
Seu ronco anunciou:
“É chegada a hora do massacre”
Vi de perto
O muro descendo aos poucos
Aos prantos gritava
Ninguém podia ajuda-lo
Corações de metal
Movidos a sangue negro
Sem qualquer sentimento
Mortos
Matando
O muro que me protegeu
Finalmente cedeu
E o que me sucedeu
Foram fortes sentimentos
Uma grande lição
Infelizmente foi triste
Como sempre
E agora vão devorar o meu lar
E continuam a querer me devorar
Mas jamais serei digerido por tais vermes
Queimarei quantas vezes precisar
Sou feito do muro
Cresci em suas entranhas
Sou feito dos seus sonhos
Talvez eu seja seu único herdeiro
Eu o amo
Ele é eterno
Viverão em mim
Para sempre
As lembranças dos seus caminhos
Tua sombra protetora
Teu cheiro
Teu grande poder
Sou a tribo de um só índio
Ao
raiar de mais um dia tenho o prazer mais singelo e majestoso de todos que é o
suave som de sua voz a me despertar para mais um dia de deleite a seu lado.
O poder de um olhar..
È espantoso como as pessoas não se olham
Não digo a si mesmas e sim umas as outras
Ele ou Ela, estão tristes, mas basta um sorriso
e pronto, tudo está a mil maravilhas
Mas, e os olhos, alguém se dispôs a olha-los? Não!
Pois se assim o fizessem, talvez não seria um sorriso que veriam!
È preciso que nos olhemos mais nos olhos,
eles realmente são os espelhos da alma,
depois que descobrimos o fascínio de um olhar,
nunca mais deixamos de explora-lo
No amor, na amizade, seja qual for a relação
Olhe nos olhos, olhe com carinho, com afeição
Ao fazer amor, olhem-se nos olhos, é uma viagem
Acredite, o olhar é poderoso, maior do que as palavras
é a ele que o silêncio se rende e responde.
Os olhos falam, sorriem, choram, desejam, amam
brincam, provocam arrepios, desconcertam e não mentem!
Um veleiro ao sabor do vento, é o que sou..
Ao mar e entre as ondas, deixo me levar..
Navego em busca de um sentido, mas sem destino
No imenso azul, onde o céu e o mar se encontram no horizonte, sou um veleiro ao sabor do vento..
E o vento que afaga as velas, enchendo-as de energia
È o mesmo, que um dia, vai trazer ao meu encontro, o sentido da vida..
Lento ou veloz, manso ou intenso!
Sou um veleiro ao sabor do vento
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