Poema para um Filho
Minha família, meu sustentáculo, meu tudo, com as graças e bênçãos de Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Amém.
Rotina - setembro 5
... a mãe à espera do tankinho novo... mas como o filho o levaria na sua bicicleta amarela... a gentil cortesia distante do outro... o frete não ofertado e de dispêndio custoso... com suas mãos o levaria num carrinho de pedreiro... uma lição de valor dada ao dinheiro... (márcio adriano moraes)
Ter filhos de fato acaba com a adolescência. Todos nós somos pais ou filhos: aqueles que tomam a responsabilidade ou aqueles que a exigem dos outros.
Se um homem e uma mulher se casam e decidem com convicção de que não querem ter filhos, por razões e mais razões que imaginam ser relevante, é que ainda são namorados legalizados e filhos na imaturidade de serem pais!
Temos que viver de uma maneira que nossos filhos quando pensarem em Amor ao próximo, Caráter, Generosidade e Honestidade, que eles se lembrem de nós.
Senado e Câmara estão impregnados do mal. Filhos do demônio não se cansam de explorar o povo. Sanguessugas do inferno. Rogo a Deus que baixe sua mão sobre esses malditos.
"A mulher tem todo o direito de decidir quando e se quer ter um filho. Esse direito deixa de existir no momento em que ela engravida."
Se eu e meus filhos temos uma boa formação agradeço primeiramente a Deus aos meus pais e aos Professores e Diretores com quem convivi por muito tempo nesta escola. Obrigado aos Professores e Diretores da Escola Dr. José Rodrigues Seabra – Itapeva –MG.
Não sejas um burguês dominante e nem um serviçal submisso e resignado, para que seus filhos não sintam -se envergonhados ou medrosos pela lei do retorno. Por que o ladrão vai onde a coruja dorme.
Para mim, o maior desafio é ser alguém que os pais se orgulham, os amigos admiram e o filho tenha o desejo de seguir.
A educação do meu filho depende de mim, se errar, é minha culpa, mas se acertar, posso ajudá-lo a educar os seus.
Estou vivendo um momento tão estranho, estou com 22 anos, um filho, casada e sem emprego. Vivo em função do lar e da família porém sinto que já me perdi de mim mesma, não sei como voltar a ser eu mesma. Moro longe da minha família, perto da família do meu marido, nos brigamos com frequência é como se eu me sentisse presa. Eu quero ir em bora mas não tenho como manter meu filho, não tenho como me manter. Estou a cerca de três anos parada, completei o ensino médio, mas quer empresa contrata alguém parada a tanto tempo?? Eu tô tão afundada dentro de mim mesma que temo não estar sendo boa mãe. Minha auto estima tá no chão e eu não sei por onde começar.
Eu acho que com o tempo criamos laços grandes e afetivos com pai,mãe,filhos,irmão..e isso nos faz continuar de pé.Quando algo terrível nos acontece acontece com eles também.Acabamos por esquecer nossas dores,deixa-las de lado e fazer por eles...por amor,por carinho,por obrigação..por retribuição de tudo que fizeram por nós,eu acho que laços familiares são algo que nos faz esquecer de nós e viver pelo outro.Assim acontece com eles tbm..É algo que aprendemos,nos foi ensinado.qdo crescemos nos sentimos instintivamente ligados.Isso para mim é importante,não me deixa cair.Me mantem forte mesmo qdo estou para cair,chamem de amor,de obrigação,de comprometimento,de gratidão...do nome que quiserem
Os cachorros maus, ela acreditava, eram como a maioria dos filhos maus: criados por aqueles que os rodeiam.
Os homens nos fazem acreditar que precisamos desejar filhos ou morrer. Foi por isso que quando perdi meu primeiro filho eu quis a morte, porque não fora capaz de corresponder ao modelo esperado de mim pelos homens da minha vida, meu pai e meu marido, e agora tenho que incluir também meus filhos. Mas quem foi que escreveu a lei que nos proíbe de investir nossas esperanças em nossas filhas? Nós, mulheres, corroboramos essa lei mais que ninguém. Enquanto não mudarmos isso, este mundo continuará sendo um mundo de homens, mundo esse que as mulheres sempre ajudarão a construir.
Um dia fomos bebê, criança e hoje adultos, criamos nossos filhos e veremos se no futuro eles terão a paciência que tivemos de tanto amor e dedicação!
Quanto mais eu vejo pessoas postando fotos de filhos pequenos em redes sociais, e quanto mais eu vejo essas mesmas crianças passarem por problemas de tantas matizes como consequência de ataques psíquicos por causa do excesso de exposição, mais eu vejo que as pessoas nem imaginam - ou ignoram - o poder destruidor da ‘vaidade do mostrar’.
O problema de mostrar demais os filhos em redes sociais está na natureza dos inimigos (visíveis ou invisíveis) que os pais têm. Aliás, não apenas de filhos: cada foto que você posta de uma conquista ou de algo que para você é importante, ou até mesmo algo que você queira mostrar para todos ‘o quanto é bom ter o que outros não têm’, da aos seus inimigos o endereço exato de onde eles podem atacar com mais intensidade para tentar arrancar de você o que te faz feliz. E acredite: isso acontece há milênios nessa nossa humanidade. Propagar o que se tem ou o que se gosta sem propósito construtivo, e sem as devidas proteções, é desastroso.
Os pais que falharam em suas realizações pessoais na vida, têm nos filhos uma ótima oportunidade de, ao orientar-lhes com instruções mais auspiciosas, e ao quebrarem o círculo vicioso das maldições familiares que assolaram as gerações anteriores, se alegrarem ao verem seus rebentos prosperarem em suas missões pessoais de vida. Não serão necessariamente o que os pais queriam ser, mas terão mais chances de vitória naquilo em que desejarem se realizar.
