Poema para Amiga Distante
"Se algum dia me ver distante,
quietinha, saiba que é para ninguém
notar minhas lágrimas, não gosto que
me veem chorar. Gosto de sorrir, levar
sorrisos e flores, mais tem dias que estamos
frágeis, emotivas, precisando de carinho,
de alguém que chegue e fique, que não
enxuga minhas lágrimas mais que fique
comigo ate as lágrimas secar. E silenciosamente
segura minha mão e diga não vou mais soltar".
Eu nunca quis te ferir, muito menos
bagunçar a sua vida. Sempre procurei
ficar distante, mesmo quando você
lutou contra toda a distancia. Certas coisas
não podem ser mudadas, o passado não
não volta mais. Apenas posso fazer as
coisas diferentes desta vez, sem me
deixar levar por palavras que foram
soltas no ar".
Olho fixamente na direção daquela estrela, tão bela e tão distante. Parece me atrair para bem perto.
Se tocá-la queimarei até virar cinzas?
Se alcançá-la nos tornaremos como um?
Ou quem sabe despencarei lá do alto, numa última queda, em direção ao chão?
Se me tocas, guardo-te no coração.
Se me esqueces, torno-te lembrança.
Se me deixas, deixo de buscá-la.
Se me buscas, busco encontrá-la.
No horizonte distante, meu céu se estende azul,
Um oceano sereno, onde a paz é a luz.
Nuvens brancas como plumas, flutuam sem pressa,
Em um céu azul, a vida é uma promessa.
O sol dourado pinta o céu com seu calor,
E a cada amanhecer, renova-se o esplendor.
As estrelas, pontinhos de luz a brilhar,
Decoram o céu azul, como pérolas a dançar.
Nesse vasto firmamento, a esperança se espalha,
E a beleza do universo, minha alma embala.
No silêncio celeste, encontro meu refúgio,
Sob o manto azul do céu, sinto-me em pleno sortilégio.
Oh, céu azul, guardião dos meus sonhos,
Em tuas profundezas, encontro meus arranjos.
E quando a noite chegar, e as estrelas brilharem,
Sob teu abraço celestial, meus sonhos se realizarão.
Deixe-me seguir, sou rio em corredeira entre as pedras,
busco o mar tão distante que espera-me para um diálogo barulhento,
canção de espumas brancas em busca da liberdade e da paz
Há sensações em ser luz e sol
chuva ou nuvens a bailarem
ou cores do arco íris que distante
fazem todos os poetas sonharem
É noite plena, misteriosa, envolvida em sombras,
a lua sem dono, vaga lentamente, distante,
imponente, nos leva a ter alguns sonhos,
Já é a hora do descanso do corpo
e da mente que precisa um certo abandono
entre lençóis, envolvendo-se docemente
Lá na amplidão tudo é silêncio profundo,
há um vazio e promessas de infinito,
ao dormir nada somos, apenas pausa da vida
numa canção que nem percebemos, tocamos...
em notas de amor afinado ou de saudade, um grito...
Te amar
É mesmo distante, fechar os olhos e sentir sua presença.
E ao abri-los te ver em todos os lugares.
É levá-lo comigo em meus pensamentos, não importando o tempo ou à distância.
É viver de saudades... lembranças... e momentos...
Te amar é ter forças de aprender com o passado, superar os obstáculos presentes e desejar que o futuro nos conceda o direito de sermos felizes.
Te amar é te tocar apenas com a força do pensamento.
É ter seu cheiro em minha pele.
Seu gosto em minha boca!
Te amar é ser pega por um desejo louco de largar tudo e correr para seu colo.
Te amar é acordar te desejando e dormir te desejando.
Querer incondicionalmente o seu bem, e jamais medir esforços para que isso aconteça.
Te amar é sorrir das piadas sem sentido e sem graça, por achar graça em ver o seu sorriso.
É te escutar mesmo no silêncio e na ausência de suas palavras...
Te amar é admirar seus gestos, e observar a grandeza que há em seus pequenos detalhes.
É ter este orgulho imenso que de ti!
Te amar é enxergar em seu olhar seus desejos, suas vontades, não precisar ouvir para sentir e não precisar dizer para você me compreender...
É esta vontade louca de realizar suas fantasias mais loucas seus desejos mais absurdos e ter a convicção que amarei fazer isso!
Te amar é se preocupar e as vezes perder o sono.
Te amar é orar e pedir que Deus te proteja sempre e que por onde quer que esteja, que seja muito feliz.
Te amar é ter certeza que não será a distância nem tão pouco o tempo que te afastarão de perto de mim, certeza que te encontrarei na eternidade desta vasta imensidão, mesmo que meus dias se findem pois minha alma estará sempre junto de ti.
Porque tudo se resume em TE AMAR!
Eu te amo Fábio Sanchez
Rê Pinheiro
A parábola do velho caminhão
Conta-se que, em uma comunidade distante e resiliente, havia um velho caminhão incumbido de uma missão essencial: transportar seus habitantes por estradas sinuosas, ladeiras íngremes e longos trechos esburacados. Naquele lugar onde a vida parecia sempre exigir mais do que tinha a oferecer, o veículo representava a bandeira do dever, o emblema da proteção coletiva e a esperança silenciosa de que ninguém ficaria para trás.
O tempo, porém, atuou como juiz severo. As engrenagens já não obedeciam com a precisão de antes. O motor tossia e arfava como um peito fatigado. A lataria, corroída, gemia sob o peso de cada novo desafio. O caminhão, outrora instrumento de serviço e força, converteu-se em massa pesada, lenta e esgotada, tornou-se um centro de desgaste que exauria não apenas a si mesmo, mas todos ao seu redor.
Instalou-se, então, uma inversão cruel de papéis. Nas subidas, os passageiros precisavam descer para empurrar o veículo com todas as forças que lhes restavam. Nas descidas, amarravam cordas e uniam braços firmes para impedir que o caminhão, descontrolado, despencasse no abismo.
Assim, a comunidade que deveria ser conduzida passou a se ocupar de impedir a queda do próprio transportador. O meio transformou-se em obstáculo, a ferramenta, em problema e aquilo que um dia simbolizara esperança converteu-se em um fardo pesado.
Com o tempo, o esgotamento tornou-se inevitável. Até que, em certo dia, um passageiro já exaurido de empurrar nas horas difíceis e conter nas horas perigosas ergueu a voz, bradando: somos nós que deveríamos estar sendo levados por este caminhão, mas somos nós que o carregamos. Digam-me, para que serve um veículo que falha em cumprir a sua mais básica função?”
🌙✨ À Meia-Noite, um Árabe no Meu Coração
Na penumbra da noite, teu nome é chama, um eco distante vindo do deserto e da alma. Meus olhos se fecham, mas teu rosto insiste, como miragem que acaricia, resiste.
Tenho ansiedade que dança com desejo, um fogo que não pede permissão, só lampejo. É sonho, é risco, é pressa de viver, como se a paixão não soubesse conter.
Teu olhar, embora distante e estrangeiro, fala línguas que meu corpo já entende inteiro. Na cama vazia, só teus traços me habitam, e até o sono se rende — não visita.
Sou mulher de muitas vozes e caminhos, mas contigo, me perco em outros destinos. Talvez seja loucura, talvez só emoção, mas há beleza nessa inquietação.
Se é amor ou ilusão, não sei decifrar, só sei que em mim arde o verbo "amar". E enquanto o mundo dorme em silêncio profundo, eu sonho com teu toque… árabe, imundo e fecundo.
AMIGO...
É aquele que mesmo distante
preenche aquele vazio que nosso
coração sente …
por isso está sempre com a gente
Por que?
- Foi Deus que nos deu de presente!
Toque todos os dias o sino do amor, quem sabe numa capela
distante alguém esteja esperando ouvir os ecos que gritam
de seu coração…
MÃE...
Aprecio a paisagem translúcida no espaço
Ouço o bater de sinos na capela distante
Vento varre a cabeleira dos verdes matos
No céu, vejo cortejo d’espíritos viajantes.
Balanços das folhas, vultos acenam pra mim
Dogmas infundados entre a vida e a morte
Sopram ao meu ouvido, que isso não tem fim
Círculo vicioso e simbiótico lançado a sorte.
Prolixa e moribunda divago sem entender
Na oculta inflorescência a busca do amor
Lágrimas gotejantes, doridas de um sofrer.
Na lápide, vejo um poço árido que secou
Nas flores silvestres, o toque de teu ser
Saudade mórbida foi apenas o que restou.
AUSÊNCIA...
Sonhei que estava num mundo distante…
E por lá acho que fiquei…
e nessa ausência de mim eu acordei…
A Parábola das Três Vozes do Vale
Em um vale distante, havia uma grande árvore no centro da praça.
Diziam que ela crescia conforme o conhecimento e as atitudes das pessoas que viviam ao seu redor.
Certo dia, três grupos de pessoas se reuniram diante da árvore.
O primeiro grupo ficava sentado à sombra, observando tudo de longe.
Nunca plantavam, nunca regavam, nunca cuidavam da terra.
Mas sempre que alguém tentava fazer algo, eles diziam:
— Isso não vai dar certo. Você está fazendo errado.
Eles criticavam o fruto que nunca haviam ajudado a nascer.
O segundo grupo trabalhava a terra.
Plantavam sementes, cavavam o solo, regavam as raízes.
Mas, ao verem outras pessoas fazendo o mesmo, diziam:
— O que eu faço é melhor. O meu jeito é o certo.
Tentavam diminuir o valor do trabalho alheio, como se o brilho do outro apagasse o seu próprio.
O terceiro grupo também trabalhava a terra.
Plantavam, cuidavam, aprendiam e ensinavam.
Quando viam alguém fazer algo bonito, diziam:
— Que bom que você sabe fazer isso!
— O seu saber soma ao meu.
— Juntos, podemos fazer a árvore crescer ainda mais.
Eles compreendiam que nenhum saber nasce completo,
E que cada pessoa carrega uma semente única.
Com o tempo, a árvore começou a crescer de formas diferentes.
Os galhos que recebiam críticas secaram.
Os galhos que eram regados com orgulho solitário cresceram tortos.
Mas os galhos que recebiam reconhecimento, partilha e respeito floresceram,
Dando frutos doces, fortes e abundantes.
Então, os moradores do vale entenderam:
Quem desvaloriza o saber do outro empobrece a própria sabedoria,
Mas quem reconhece o valor do outro fortalece o seu próprio caminho.
E desde aquele dia, a árvore passou a ser chamada de
Árvore dos Saberes Compartilhados.
“Quem soma saberes constrói grandezas.”
Estou distante de mim agora
Nesse espaço que me subtrai
Sinto que parte de mim se vai
e outra teima em ficar
É um quase choro e um quase sofrer
Nos dias nublados de lembranças
Imersa num imenso vazio
Fico misturada às promessas feitas em vão
na tentativa de esquecer
e de não sentir o que sinto
É tão profundo, tão absoluto, tão sempre o mesmo
que agora começo a desistir
Fiquei perdida no tempo e nas lembranças
Nada disso passou, nada mudou
Sou eu e o meu amor ainda e sempre aqui
Amor distante
Na distância que nos separa, meu amor,
Sinto a saudade apertar o peito,
Mas a certeza do nosso encontro futuro,
Me faz suportar cada momento desse efeito.
Nossos corações estão unidos pela emoção,
Mesmo que as milhas nos separem fisicamente,
A conexão que temos é além da razão,
E o amor que sentimos é eternamente.
Em cada pensamento, em cada suspiro,
Você está presente, mesmo tão longe,
E na espera ansiosa do nosso encontro,
A distância não é mais um desafio, mas uma canção.
Pois o amor verdadeiro não conhece limites,
Ele transcende barreiras, não se abate,
E mesmo que a distância seja difícil de suportar,
Nosso amor é forte e jamais irá se desmanchar
Valdilene meu amor
Valdilene, meu amor distante e querido,
Mesmo longe, sinto nosso amor fortalecido.
A distância não diminui o que sinto por você,
Pois em meu coração, você sempre irá viver.
Em cada estrela que brilha no céu noturno,
Vejo o reflexo do nosso amor eterno.
Mesmo separados por quilômetros de distância,
Nossa conexão é uma linda constância.
A saudade aperta, mas o amor nos sustenta,
Pois em nossos corações, a chama se alimenta.
Sonho em momentos juntos, é um tesouro guardado,
E a certeza de que nosso amor será abençoado.
Valdilene, meu amor, mesmo distante estou aqui,
Amando-te intensamente, sem nunca desistir.
Enquanto esperamos o encontro acontecer,
Saiba que em meu coração, você sempre irá viver.
"Tempo chuvoso, Amor ao longe
No tempo chuvoso, o amor se faz sentir,
Mesmo distante, ele não deixa de existir.
As gotas que caem do céu como lágrimas de saudade,
Aceleram o pulsar do meu coração, com intensidade.
Na chuva, imagino como será nossos momentos,
O som das gotas no telhado trazendo alento.
E mesmo que estejamos separados pelo destino,
O amor ao longe continua a ser meu abrigo divino.
As ruas molhadas se tornam nosso caminho,
E nas poças d'água, vejo o reflexo do teu carinho.
Cada gota que cai é um beijo que não posso dar,
Mas na minha mente, nosso amor continua a brilhar.
Então que chova, que o tempo seja chuvoso e sereno,
Pois no amor ao longe encontro paz e pleno.
E mesmo que a distância nos separe por agora,
Nosso amor resistirá.
Como uma chuva que não vai embora.
Que nunca vai cessar."
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