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Poema palavras

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Apenas Palavras

""Palavras, palavras, Apenas palavras.
ão elas que descreve o pensar, sentir, agir...
Que nos faz crer na confiança, ter fé,
São elas que conquistam um Ser...
Também é ela que destrói.
Palavras têm seus significados fortes
Dela, sair às expressões dos rostos...
Marca-nos, deixam feridas, Cicatrizes.
Mas também é com elas que curamos,

Basta dizer “Admoesta” e se arrepender.
Sabe, não são somente Palavras.
Por quê?? então até no silêncio de um Olhar...
Nos toques, nos pequenos gestos não percebidos...
São com as elas que mostra a Alma e descreve o Caráter.
Alma que murmura em dizer algo,
E não sabe quais Palavras para se aplicar,
Pois elas fazem alguma coisa; realizar, produzir ou atuar...
Delas estamos sujeitos á ganhar ou perder
Será que estamos adeptos a Falar?
Vale apena dizer?
Aliás, queremos mesmo ouvir as palavras.
São elas que nascem em nos todos os dias,
E desperta um novo Mundo.
Grato Sou!
Sou Grato, pelas palavras que vive em mim..
Afinal são apenas Palavras..."

Inserida por Mateusbombom

ÁGUAS TÉPIDAS

Nas tépidas águas onde nasce a canção
Vozes roucas de névoas em segredo
Terra seca que espera um só degredo
No sono, sonho ciprestes já impostos

Desperta aquilo que em si já se preste
Espanto castigado de mágoa endecha
Queixa de um silêncio em letras tardias
Dias, noites de tardes noturnas sem fim

Ilibado esquecido utopia do desesperado
Néscio sem porto no horto já esquecido
Desconforto desvão de ilusão na quimera
Sombra que espanta a dor que se embala

Noite espessa, espasmo que bate no vento
Aquilhado que passa, rompe o forte embate
No cravo de uma canção feitas pelas ondas
Do mar de vozes roucas, empatia assassina

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

MÁGICOS MOMENTOS


Os nossos momentos são mágicos

No meio do meu, do teu silêncio

Entre os lábios que dormem de ternura

No teu corpo punido pelo meu

Os risos da alma gostam de fluir no ar

Do nosso desejo sentido de amar

Toca o silêncio que chora de alegria

Suores quentes no coração, na alma

Para afogar os nossos desejos de felicidade

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

FRAGAS NA SERRA


A ecos de frias fragas em mim em delírios
Mar martírio do que sou, serei ou talvez não
A escuridão cerca-me a alma constantemente
No caminho que traço, preciso tanto de luz

De fé, mas a minha mente nega-me tal desejo
Castiga-me, como um fantasma assombrado
Que já foi, morri num espectro sem orgulho
Cadáver frio moribundo do próprio destino

No amargo deste sabor que tenho, gosto a fel
Que flutua no meu palato, perturbando o sabor
De ti no esquecimento que me cerca a morte
Não almejo tal destino mas aceito por me ser

Imposto na lama de argila em foi feito o meu
Corpo, ergástulo sem esperança vida mortal
Delírios nos ecos das fragas na serra de neve
Tento caminhar com a fé que já tanto almejo.

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

O Amor
Palavras não são capazes de descrever o amor que sinto...
As vezes, palavras ditas ou escritas não são suficientes para descrever um sentimento, um amor...
Algumas coisas não tem explicação, apenas vivemos, apenas sentimos, simplesmente amamos....

Inserida por professormariocelio

Palavras

Palavras foram feitas para expressar
Expressar sentimentos e vontades
Expressar Amor e Bondade
Palavras Sinceras de verdade

São criadas pela mente
Expressadas pela fala
Escritas com Amor
Eternizadas por quem Amou

Com ela tocamos o Coração
Com ela nos comunicamos
Com ela nós expressamos Amor

Amor que maltratou
Que Julgou e Acabou
Amor que se Eternizou

Inserida por JosephL

FADOS E BECOS

O corpo adivinha as sensações já vividas
Experimenta as dores profundas e velozes
A carne tem um fraco pelas orgias da noite
Sou levada pela saudade cravada em mim

Sente-se dor nos ossos, tudo que não vivi
Vislumbrei-me em fado nos becos noturnos
De tramas, de mentiras, de olhares já tóxicos
Lua de desejos sob a penumbras madrugadas

Saudade da solidão, noturnas noites diluídas
Gelo esgotado nas gandaias dos sonhadores
Raiadas nos olhos, sono pelo avesso espelho
Luzes frias, som em fúria, de um sino tocado.

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

É A SOLIDÃO


A solidão é ouvir o ranger dos dentes
No próprio sangue entre a carne crua
É ouvir o som quente a correr nas veias

A solidão é sentir o vento no rosto
O seu perfume no ar acariciar a pele
Como se o ópio penetra-se no corpo

A solidão é sentir a carne já devoluta
Num deserto sem pudor, rasgar a pele
Sem, sem nome, sem carne, sem sangue

É a solidão que toma emprestado o corpo.

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

HÁ DIAS

Há dias......há dias....
Que tudo parece impossível
Indefinido, longínquo
- E no fundo triste
A única salvação possível
- É sempre a mesma
Rasgar um belo sorriso
- Qualquer um
Deixar que ele nos leve
- Para o dia de amanhã
Que será certamente
- Muito melhor
Porque nós sabemos que há momentos
Na nossa vida que trocaríamos
Todas as palavras do mundo
- Por apenas
Um único abraço silencioso
" O vosso certamente "

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

LOUCAMENTE

Fora de mim num
- Desassossego permanente


Desassossego em desapego
- Total desalinho


O meu corpo manifesta-se
- De variadas formas


Em sombras permanentes
- Talvez entenebrecido


Tolda as minhas loucuras
- Há muito dementes.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

SOBREVIVER

Nas paredes de pedra calcária da entrada
Esvoaçamos já pelas escadas de fragas
Acorrentamos os nossos nomes na hera
Inventamos traços onde nós nos amamos

Concordamos nas palavras como se fossem
De um último adeus, de um último comboio
Que partiu para longe sem, sem ti, sem mim
Janela de casa que dava para o florido jardim

Sente-se o cheiro de alcatrão numa velha canção
Ignoramos as sombras fingindo as mentiras soltas
Como uma voz que sussurra na secreta passagem
Olhar das minhas pálpebras num belo vestido roxo

Sobrevivemos a tudo a todos com coragem infinita.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Vontade, determinação e capacidade
é um trio poderoso de palavras mágicas,
que podem te impulsionar e te levar ao Sucesso!

Inserida por RosangelaZorio

Passou por mim
Deixou rastros.
Olhei de lado, vi palavras,
Senti escorrer nos ouvidos meus.
Bateu sono, vontade...
Acordar e adormecer
Ter você do meu lado
Abri meus olhos, escancarei.
Nossos olhos se tocaram
Trocaram olhares,
Silêncio ecoou.
Despertou desejos
Saudade,
Me aconchegou no teu abraço
Me deixou no teu colo
Me levou...
Jogou-me em teus braços
Adormeci nos sonhos,
Vivi de amor !

Inserida por LeoniaTeixeira

LUZ DO SOL

Como na manhã que brilha a luz solar
Ao amanhecer eu te darei a minha vida
Onde de luto esta o meu pobre coração
Deixei as minhas flores num túmulo roxo

De olhos abertos, no limiar do teu desejo
Eu sou a escrava, dos meus sofrimentos
De lágrimas nos olhos do esquecimento
Na sepultura do desejo, rasgo a mortalha

Como uma lâmpada acesa de óleo reflexos
Brasas de raízes, oliveira de madeira verde
De pérolas, do mar de uma viagem longa
Luz sol quente de ti, de mim, a cada manha.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Mil palavras e uma vida
Um pensamento para dissertar
Várias letras em um só verso
Muitas idéias para rimar
Uma caneta e um papel em branco
E uma vida para registrar
O tempo voa está falando
Que a poesia irá terminar

Inserida por Adalbernardes

Palavras
Todas grifadas
Todas faladas
Todas usadas
Todas estudadas
Todas marcadas
Todas engraçadas
Todas guardadas
Todas acabadas
Todas sem mágoas
No meio do nada

Inserida por Adalbernardes

TERRA QUENTE FRIA

Estas fragas da serra que eu tanto amo
Estas estevas que me aquecem o peito
Este ar que os meus pulmões respiram
Esta terra que vive agarrada a minha pele

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

ARDÓSIA DE FISGAS

A ardósia é cega de palavras
No crepúsculo dos teus sonhos
Despida de letras em corpo nu
Comi, bebi, do teu belo corpo

Amei, desejei também ser amada
Na entrega de quem já me amou
Que conseguiu ler as minha páginas
Do que sou, cheia de sentimentos

Com a humildade de todo o meu ser
É não querer, viver só, por viver
Numa necessidade louca de amar
Fisgas de tantos loucos momentos.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

O VENTO

É só o vento que me traz todos
Vestígios que me lembram de ti
O mar fala no horizonte já vago
O nevoeiro tece nuvens macias

Os suspiros de cores de aromas
Relata o inverno a tentar despertar
Não chove lá fora, chove dentro
Do peito profundo talvez molhado

De tantas memórias tuas já perdidas
Esquecidas de mim num sopro gelado
Para salvar a minha alma em ruínas
Afastei-me de todos os nossos silêncios.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

MORTALHA NAS ONDAS DO MAR
I
O mar de mortalha, embalada por gemidos
Que rasgas a carne de uma dor, dilacerante
Embalsas, todas as dores, entre murmúrios
Desfalece, misteriosamente num total afligir
II
Martírio transfigurado já pela sua angústia
Sombra das noites pesadas de tanta agonia
De tanto pavor da morte, desaparecia longe
Madrugada desses pensamentos impacientes
III
Os corvos voavam ao seu redor já famintos
Enroscados a sua negra fria mortalha de dor
Desespero, na agonia da carne que se dilacera
Entre gemidos de chagas abertas sangue podre
IV
No chão que a carne se rasga, que se despedaça
Soberbo sol, assombro das lágrimas recalcadas
Dolorosa alma torcida num espasmo de angústia
Amargamente numa aflitiva treva de dilaceramento
V
O mar observara tudo, descida subterrâneos fatais
Era uma mortalha para tantos homens um túmulo
Criptas infernais onde trêmula derrama a sonolenta
Claridade de augúrios medonhos, indefiníveis sem
VI
Nomes nos túmulos tapados pelas ondas do mar - - Contemplativo.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca