Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
"E fecho a porta do escritório, relembro memórias, folheio aquele livro que ainda estou para finalizar. E é nas páginas em branco dos meus pensamentos e nas folhas arquivadas em meu coração que descobri o que fui fazer ali: alimentar minha sede de viver e amar você." Victor Bhering Drummond.
Ahhh, refletir... Como nos damos bem: esse eu e você; esse você e eu. Sinto que ainda teremos um longo caso de amor.
Esqueça o celular.
Reserve um tempo ao vivo, enquanto há tempo de poder abraçar bem apertado e dividir um sorriso.
Só devemos nos importar na vida com o que sentimos e somos, não interessa o que as pessoas pensam de nós. Devemos agir sempre de acordo com a nossa consciência.
A saudade é uma janela construída num canto secreto dentro de nosso coração. Quando queremos rever o que ficou no passado, a abrimos e temos à nossa frente todos os quadros que a vida pintou.
É em dias como esse que eu me perco. Cinza. Talvez seja por meu próprio descuido, por fraqueza ou por costume. Sempre caio demasiadamente fundo demais e quase não percebo que a queda me detona. Talvez me falte sensatez ou autoestima, no fim das contas eu culpo o cinza do dia, esse céu sujo e melancólico, que é duro e franco, que deixa os defeitos mais nítidos. Mas isso passa. No dia seguinte o sol vem e pendura uma máscara, encobrindo todas as feridas. Dores são todas passageiras. Ou eu posso estar delirando, e coloco a culpa num dia cinza inocente, comum e quieto, que é apenas mais um dia, sem poder controlar nada além dele mesmo. Quem sabe uma hora eu pare de culpar dias nublados e comece a ser meu próprio sol.
A maior luxúria de um homem não está na sua carteira, está em sua cabeça pois todos podem tirar tudo de você, menos o seu conhecimento.
No campo de batalha eu sou tudo, o morteiro a lança e o escudo, o cavaleiro de tunica, o barbaro com a força de mil,
O arqueiro de flexa hostil
Com gostinho de café com leite, ou que seja de hortelã, vale um beijo de qualquer jeito, porque já é nova manhã. Assim prossegue o sentimento, mesmo em correrias e tropeços, não podemos perder a sensibilidade, a quem temos apreço.
Quando as luzes foram se acendendo, uma a uma, coloquei minha alma para caminhar. Vagueou por ruas, sobrevoou casas. Mas encontrou mesmo abrigo, foi na melodia inspiradora daquele violinista emitindo suas notas de cima do telhado, sob a luz do luar. (Violinista do Telhado - Victor Bhering Drummond
Quando escrevo trago o passado e um futuro querido à tona : Lembranças do que vivi e saudades de possibilidades de vivência. É nesse momento que meu presente se torna a fusão desses dois tempos.
Rubros cabelos me roubaram o olhar, pensei roubar sua beleza mas preferi deixa-la onde está.Pensei em roubar a noite, e até mesmo as estrelas, pintar o silêncio, ser tua pele
Junto partículas em uma garoa e já não completo uma gota, e na minha crônica já não ti roubo um sorriso mas lhe derramo uma lágrima.
. Na sua vida sempre fui um livro fechado cheio de marcas ..mas fui um livro que nem fui lido por vc mais fui jugado pela crítica da capa ..kelvin Rodrigues
Os céus e os mares feito espelhos,refletem um ao outro sobre a face oceânica do teu olhar.De ponta-cabeça mergulho,numa tímida noite de luar.
Não sou muito fã de rosas, sou terrivelmente apaixonada por tulipas de todos os tipos. Prefiro o aconchego ao moderno, de que vale algo maravilhoso que não te permite estar à vontade? Amo as luzes da cidade de São Paulo, nunca fiquei tão feliz em ter voltado para casa, afinal aqui é o meu lar. Meu estilo de música é totalmente contraditório, reggae, indie, folk, rock, jazz e sertanejo. É, acho que não me lembro de ter dito que sou uma garota normal. Tanto o céu como o mar me trazem calmaria e uma plena paz. Os filmes antigo são meus amantes, àqueles em preto e branco de 1940 em diante. Aí, como o outono me agrada, àquele delicioso friozinho fraco. A primavera também é boa, todas àquelas cores trazem inspiração. Ah, gatos.... e mais gatos! Felinos são tão independentes, que gosto de me comparar a eles. Apreciadora da arte, da beleza da natureza, da coisas simples. Mas que encanto, viu! Costumo devorar livros pela noite e, uma boa xícara de café também. Queria tanto escrever sobre tudo que eu gosto e não gosto que acabaria me perdendo na imensidão das palavras, terminei por aqui.... agora deixo o resto à seu critério.
É preciso deixar algumas coisa para trás para algumas começarem a dar certo. Parece difícil, mas, não é!
É que tem horas que insistimos tanto que o motivo da nossa felicidade está num projeto qualquer, num sonho que alguém sonhou para nós, numa escolha que parece ser certa. Mas, no sempre a nossa alma diz com paixão do que precisamos. A gente insiste, força tanto que quebra e nos damos conta de que nem era preciso de tudo isso. Oras, até quando o medo vai fazer parte do trajeto? De que maneira interromper o passado de retornar nos planos futuros? De fato não sei, mas, hoje, mais do que ontem, estou deixando para trás. Tudo que não quer crescer comigo. Fui, destinado a felicidade. Sem pressa, vou coletando o melhor que há no caminho e destribando com quem eu encontra
