Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Amor é quando o medo vira audácia, é quando você abriu a porta do meu coração e viu que, estava lá mesmo estando ausente, é quando nos toca uma única vez e dura para à vida inteira. Amor é quando nunca nos abandona, até mesmo na partida.
Se você fosse uma música eu seria um violão, para colocar amor nas melhores notas e transforma-las em uma bela canção.
Amamos enquanto desejamos, a má notícia é que quando o desejo acaba é sinal de que o amor nunca existiu.
Sem a essência divina do amor a vida não prosperará. É ela que nos eleva e nos coloca no caminho do bem e nos faz ver, no outro, a grande possibilidade do amor sem barreiras, do amor que não exige recompensas, do amor mais bonito, infinito. Que somente o amor na sua essência mais singela deixa brotar.
O amor não se vai com o tempo e nem se perde no caminho. Porque uma das melhores qualidades do amor é a sua permanência, numa frequência imperativa que sintoniza o antes com o depois, e faz o instante presente ser ilimitado. E é assim que eu te amo, através de um sentimento constante e inteiramente ilimitado, dentro do que mais belo eu tenho em mim: amor por ti.
Construir os sonhos em silêncio é sinal de amor próprio e não de vaidade. No mundo em que a maioria das pessoas estão mais curiosas do que interessadas em saber da sua vida.
Tanto o amor quanto a verdade depende um do outro. Se não padece da falta de verdade. E se alimenta ricamente de ilusão; da nessecidade moldada e criada pela sociedade.
Suplica-se por amor uma noite, uma semana, um mês, um ano...
Quando se descobre o que nos levou a amar, não se súplica mais por amor.
O verdadeiro amor diz que se me incluir, ótimo. Se não, desejo a a mesma felicidade. Amor não distingue nada.
Nada menos sequer parecido com amor, se você escolhe a quem amar. Amor nunca foi assim e nunca será.
nosso futuro tem muitas variáveis, mas uma é imutável é o nosso amor é a vontade de construir uma família juntos... eu te amo muito, hoje você é minha namorada, minha princesinha, amanha minha mulher, minha rainha
Que pena que o amor da nossa vida não tem rótulo!
Porque se tivesse sofreríamos pouco em mãos alheias.
Negue até morrer que seu coração adormeceu no leito da morte daquele amor não correspondido, sorria para o resto das pessoas, faça elas acreditarem que você é feliz, tudo bem que elas não se importam, apenas não terão o doce sabor da zombar da sua dor.
O amor em mim pela natureza era algo inquebrável, um elo eterno com a mãe terra e por isso ela me nutria. Preenchia minha alma com liberdade e leveza espiritual; também tanto física quanto mental. A caminhar com a potência nascida da verdade. Buscar a subir até o mais alto patamar que minha alma podia me levar. Alcança e superar com a própria alma o limite, longe das ilusões provida do mundo social.
