Poema Nao Chora mais ele vai Voltar

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Então você percebeu que estava chovendo
Se aninhou no meu peito ao sentir o vento
E eu encantado só apreciava o momento
Se faz sol você me deixa
Te espero no frio
Que é quando tu me procura
Quando tira a armadura do verão

Inserida por Helloisah

Minha homenagem a minha mãe e a todas as mães:

MÃE, OS OLHOS DE DEUS!!
Umberto Sussela Filho

Dentro dos olhos de Deus
Há um ser a florescer
Nove meses a crescer
E a despertar para a vida
Que o colo, da acolhida
Dá calor, da proteção
E o que mais tem no coração
Que é o amor da mãe querida

Mães de todas as cores
Todas elas têm em comum
O amor aos filhos, um a um
Sem diminuir a intensidade
Nunca lhes faltará a vontade
Da vigília, do zelo, do amar
É assim que Deus pode olhar
Seus filhos com tranquilidade

Os filhos são para o mundo
Mas Deus, confiou a missão a elas
O primeiro abraço será delas
O preparo e os ensinamentos
O cuidado da chuva e dos ventos
Até que se firmem os passos
E a distância dos abraços
Fortaleça os sentimentos

Deus aos seus olhos, deu trabalhos:
O da proteção e do acalmar
O do ensinamento do falar
E de trazer assim o sustento
De ver o desenvolvimento,
Deus deu alívio e alegria
Mas deu angústia e agonia
Com o instinto e o pressentimento

Deus deu tudo a elas
A capacidade de dar a luz
O amor que a humanidade conduz
E o compromisso do cuidar
Que o tempo faz aumentar
Já que o filho nunca cresce
E se assim ele soubesse
Saberia o que é amar

Pode-se dizer então:
Que a Mãe é o exemplo do amor
Que se entristece com a dor
E que o sorriso faz alegrar
Já que seu alimento é o cuidar
Amar incondicionalmente os seus
Já que os olhos de Deus
Através da Mãe podem olhar.

Inserida por umbertosussela

DOS FATOS...
Umberto Sussela Filho

Retirou-se do povo
A esperança minguada
Limpou-se assim a calçada
Sem olhar quem ficou pra traz
E aquele que cumpre e faz
Sem olhar a consciência
Traz em si a decadência
De um tempo que não tem paz

Olhares ficaram parados
Clamando pela mudança
Cadê então a Esperança?
Eu lhes pergunto amigos
Se inventaram inimigos
Ao invés de assim pegar
Quem disfarça e se põe a roubar
Com seus costumes antigos

Valores estão inversos
Sonegam assim a razão
Se esquece dá comunhão
Que quer Ordem e Progresso
Pois se torna Réu confesso
Os mais fracos é decentes
E se dá poder aos dementes
Que do correto tira o acesso

Trabalhar nunca foi crime
Dignifica o homem honesto
Mesmo que miudes protestos
Achem que isso é errado
Quem é então o culpado?
Quem não dá nota fiscal?
Ou quem não tem a moral
Pra dizer o que é errado

As leis devem ser cumpridas
Quando forem verdadeiras
Ao contrário é só besteira
E propaganda falsificada
Daqueles mandantes de calçada
Sem se preocupar com o futuro
Pois vivem num mundo escuro
Que aos outros não oferece nada

Que está indignação
Não fique só no pensar
Que possamos reclamar
Desta falta de coerência
Enquanto uns sem decência
Enriquecem abrigados
De outros pobres coitados
Se priva a sobrevivência

Inserida por umbertosussela

Luz reluzente

A luz que reluzia daquela face,
Era tão humilde quanto divina
Qual seria sua origem?
Começo a olhar em volta,
Quase todos os rostos
possuem a mesma
Por que são assim?
Será que é assim que me veêm?

Aqueles nos quais não a via,
observei.
Eram pessoas amargas,
angustiadas,
Com uma grande sombra ao invés da luz.

Será, então, essa luz
a chama do desejo de viver?
Ou somente uma ilusão?
E esse próprio sentimento seja uma ilusão?

Nunca saberei...

Inserida por Sah2001

Primeiro dia

Aquele nervoso,
aquele medo,
aquela expectativa,
tudo por entrar em uma sala.

Olha ao redor,
não reconhece ninguém.
Olha para a professora,
e também não a reconhece.

E então,
começa a aula,
e já não importa mais.

Inserida por Sah2001

Musa dos Meus Sonhos.

Ela é meiga, encantadora, inteligente,
Quando estou perto, ela me assusta, intimida,
Quando estou longe e começo a pensar nela,
Eu Simplesmente a vejo como VIDA!!!

Ela é a musa que eu tanto esperei,
Porém, não posso tê-la em meus braços;
Meu coração esmagado de dor,
Chora sozinho por sentir o seu fracasso!

Vem minha musa, vem pra pertinho de mim,
Vem comigo sonhar os meus sonhos!
Eu só queria ser o teu amado:
E saber que não posso, me deixa tristonho.

Tão frequentemente, te invoquei como musa,
Tu és infinitamente minha arte,
Tua beleza me encanta, me fascina,
Dos meus sonhos, diariamente, já és parte,

Quanto mistério existe no teu olhar,
Quanta doçura existe na tua voz,
Como queria poder te abraçar;
Desfrutar contigo algumas horas, a sós.

Já que é impossível saciar os meus desejos,
E nem sequer dos teus carinhos eu disponho;
Fico totalmente imortalizado;
Me contento apenas, que seja a musa dos meus sonhos!

Autora:

Camilla Eid

Inserida por CamillaEid77

SAUDADES DO RIO

Rio, de longe, uma saudade
Amizade, eterna recordação
Das cidades sua majestade
Tu pulsa no meu coração...

Tuas ruas, varia a felicidade
Vivo bem longe, de ti solidão
No bem querer, divindade...

Se algum dia voltar, será enfim,
Pra nunca te deixar,
E bem junto há ti. Ficar assim!

© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Agosto de 2017
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Hélène,

Je te garde dans mon cœur,
Mes pensées vont vers toi,
Tu me remplis de bonheur,
Quand enfin je te vois.

Tu es l´amour de ma vie,
J´ai trouvé mon destin,
La femme la plus jolie,
Avec qui je me sens bien.

Nous partageons nos émotions,
Tu me dis des mots doux,
Tu me complète, tu me corresponds,
Je me sens heureux je l´avoue.

Oh Hélène que je t´aime,
J´espère que tu me crois,
C est pourquoi j´ai écrit ce poème,
Je te veux près de moi.

Inserida por sergiocruz

À minha querida Helena…

É tão doce o amor que sinto por ti,
És a minha vida, o meu mundo,
Nunca na vida te escondi
Esse sentimento tão profundo

Ao teu lado estarei sempre
Nos bons e maus momentos
Para te proporcionar eternamente
Um semblante sorridente

Para ti minha Paixão
Quero o melhor da vida
Toda a minha afeição
Dou-te como garantida

Hoje estás em Palência
Queria o teu beijo
Estás na minha consciência
Realiza o meu desejo

Inserida por sergiocruz

Psicólogo

Perpétuo prisioneiro de emoções
Por si se fere com dos outros;
às vezes esconde no vasto interior
Decerto louco é, mas é porque quer

Inserida por EstevaoSoledade

O amor é o tempero da vida.
Às vezes, erramos na medida.
Exageramos na dosagem...
E oferecemos, pra quem não merecia.

Inserida por Crysgrer

Saudade é perceber
Que existe um vazio
Onde antes tudo era cheio
Da presença de alguém.

Inserida por emmanuel_gomes

O SONHO

Acima havia somente
Quatro estrelas dispersas.
Abaixo, apenas sombras.
No escuro ouvi a voz:

"Tu não podes me ver.
Mas te levarei onde
Está teu pensamento."

Alguém, a mil quilômetros,
Acordava de um sonho.
E com olhos pequenos
Olhava o celular.

Inserida por emmanuel_gomes

RIME DEL BUON VIVERE

Molti anni di vita ancor hanno da venire
Molto tempo per piangere,
Molto tempo per sorridere

Se avresti la leveza di una piuma
La belleza di una farfalla
Il candore d’un sorriso infantile: manterresti la belleza giovanile.
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Rime del buon vivere
Molto tempo per piangere,
Rime del buon vivere
Molto tempo per sorridere
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Ma, da che serve la gioventù?
Se per viverla dobbiamo tèssere il nostro futuro
E, molte volte, scegliere il camino più duro?
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Non basta appena vivere,
Abbiamo l’obbligo della felicità
Senza sentirci il grande peso: dell’età.
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Rime del buon vivere
Molto tempo per piangere,
Rime del buon vivere
Molto tempo per sorridere
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Se avresti la leveza di una piuma
Il candore d’un sorriso infantile
manterresti per tutta la vita la belleza giovanile.
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Perché non siamo appena numeri
O, date inespressibili...
Siamo come libellule: essenzi di vita.
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Rime del buon vivere
Molto tempo per piangere,
Rime del buon vivere
Molto tempo per sorridere

Inserida por AngelicaRizzipoeta

Até Logo!

Despediu. Assim onde outras coisas
estão,
poisas.
O céu tranquilo, silêncio, imensidão.

Num caminho sonoro,
de toadas e paisagens
vai-se em coro,
outras miragens...

O maestro de batuta na mão
regendo o espírito.
Ovação!
Saudade assim é escrito.

É fração do infinito!
Amanhece triste o cerrado erudito…

© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
26 de abril de 2018
despedida ao primo Guilherme Vaz,
compositor, músico, maestro.

Inserida por LucianoSpagnol

Acima das nuvens

Lá, muito acima das nuvens,
O pensamento se alonga,
Vislumbrando a esperança,
De uma vida mais amena.

Tira do céu a ferrugem,
Onde a saudade se alonga,
Volta a alma a ser criança,
Numa manhã bem serena.

Foge o sol muito ligeiro,
Neste céu tão anilado,
E o sonho que vem primeiro,
Mesmo não realizado.

A força do pensamento,
Traz à tona a realidade,
Respiro pra dar alento,
Jogo tudo na saudade.

Inserida por PaolaRhoden

𝐁𝐚𝐭𝐚𝐥𝐡𝐚

Pólvora espalhas pelo ar, de todos
Rindo e chamando aliados febris. Soldados.
Imprimes tua marca em espasmos e soluços.
Formas nasais a expandir-se ao vento.
Entre surtos e espirros e febres,
Endoudecido.

Vislumbro nenhuma coberta,
Esconder-me já não posso.

Desejo uma trégua apenas
Mais duradoura e distante desses dias
Blindados e frios,
Onde a rinite e a paciência se enfrentam,
Rasgando o espaço, molhando, avermelhando,
Olhos e nariz, sem trégua.

Já não posso aguentar, te peço agora,
Vá e tarde a voltar.

Inserida por scriptorium

𝐁𝐫𝐮𝐦𝐚

Entre palavras procuro minha dorsal,
Tento encontrar o alinhamento perfeito.
Talvez, num ou noutro espaço imaginário
Espero o vento me levar a navegar,
Por mares nunca antes visitados,
Dentro do ciclo lunar guardado pelo sol.
Antes de o pensamento chegar e dormir.

Outra espera guardei, no entanto,
Qual animal em outubro entre folhas,
Uivando ao céu diurno.
Entre auroras espreitando
Tudo o que não encontrei.
Talvez, alimentando a ilusão de saber
Estério e surdo qualquer sabor divino.

Doravante, sei... qual fumaça ou bruma
Dispersa nos campos
Entre cipós e fungos,
Há gotas, alucinações reais,
Matemáticas improváveis,
Magias a confundir
O inocente marginal de pastos.

Inserida por scriptorium

𝐒𝐞𝐠𝐫𝐞𝐝𝐨

Esparsados escuto os passos
A marchar sobre o cadafalso,
Marcam borrados os desacertos
Que camuflados disfarçam
A sombra espraiada sob os pensamentos.

Não saberei da morte prematura
Mastigarei os dedos descartados
Escarrarei a palavra incerta
Com as entranhas escreverei
A tripla santidade da vergonha.

Se me arrasto ainda é pela esperança
Que deixei escapar sorrateira,
Sem saber dos sabores que a vida trouxe
E eu não souber manter.

Queria saber o que fazer com as palavras
Se aos ouvidos só é dado saber
O que o mundo fala em segredo.
Segredo eu tenho que o mundo possa querer?
Duvidosa essa boca só cala.

Saber, não saber?
Viver, não viver?
Prefiro a questão que faça sonhar
A uma certeza que faça matar.

E quão certo está todo o mundo,
Sei não me chamo Raimundo,
Mas tenho a solução e a rima
Guardadas na palma da mão
Saberei transformar em canção?

Deixo às linhas meus nós, que na palma da mão,
Duvidam, tentam bradar o mesmo não,
Dos pesadelos que se vão pelos vãos
Breves, entre as horas que me assombram,
Esperança, utopias, ilusão.

Inserida por scriptorium

Meus caminhos
(Victor Bhering Drummond)

É por essa estrada desconhecida que vou
É neste caminho perdido que estou
Tentando me encontrar
É nessa trilha solitária que vou
Encontrando partes de mim
Que deixei soltas por aí.
Reconstruo cada uma delas
E sigo maduro, forte
Sendo eu mesmo,
Mas diferente
Porque a cada passou que dou
Revelo um novo eu de mim... (Estrada de Joinville a Rio Negrinho, Serra Dona Francisca-SC, Brasil)

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Inserida por victordrummond