Poema na minha Rua Mario Quintana
Não renuncie, é, sempre será mais fácil reiniciar, pra não modificar, minha vontade de ti encontrar, pois, isso é nossa inerência.
Onde estou é uma consequência de necessidades, pra conquistar minha vontade, e, prevalecer a sabedoria das verdades.
Tecnologicamente não suporto tanta tecno mas,já que minha cintura continua a mesma, te abençoo, agora, se colocares simplesmente as certezas, não dúvidas pra avarezas.
Me mandas tanto pra um tratamento, e, na verdade é por ele minha alegria de caminhos, e, não, loucorias, ou, pelo ofício de um possível desprezo.
Se minha proteção era pra não impedires meu fazimento, agora já podes transcorrer o seu tempo, conforme, a necessidade de vosso entendimento, já que cruz também é necessária, pra acertar as arenas do tempo, sinto muito no agora, e, aqui a contento.
Se minha intimidade foi véu, já escancarei às postas, pois é sempre em bela o incorrupta volta nos 360 °, sem importa.
minha solidão é opcional, porque prefiro a solidão invés do vazio de uma relação rasa, e hoje em dia as pessoas estão se contentando com pouco, mas eu quero muito,e se tiver que viver até a morte com minha própria companhia, irei morrer com a pessoa mais interessante que conheci.
Em meio às sombras da minha alma, sinto-me como uma pétala murcha, perdida em um jardim esquecido, ansiando por encontrar a luz que possa me reviver e trazer de volta a sensação de estar verdadeiramente viva.
Quando alguém quiser minha ajuda, com sinceridade peça que tentarei de todo coração ajudar, mas não tente me induzir a complexos de culpas pelas suas perplexidades, não tente roubar minha paz, porque dela não abro mão
Se porventura descobrirem alguma conta minha na Suíça, podem ter certeza que é conta a pagar. kkkkk.
Solidão é a minha inimiga e solitude a minha amiga.
Mente acelerada, o caos da minha vida! Neste lixo pode haver um demiurgo que se transforma em um luxo.
Senhor Deus! Protege a minha família, abençoa a minha casa e afasta de mim as maldades que não consigo ver. Amém!
De tanto ser cais, eu desmoronei. Nunca tive um porto seguro, e por segurar a minha barra e de muitos, eu virei fragmentos, espalhados oceanos a dentro, e está difícil achar cada pedacinho, e juntar tudo de novo, e mesmo se juntar, jamais serei a mesma.
Comecei a fazer minha genealogia não por uma causa ou mandamento, mas pelo simples e puro sentimento de amar aqueles que ainda não conhecera.
Que pena seu dinheiro não poder comprar toda a minha cultura, todo meu conhecimento, toda a minha sensibilidade, toda a minha percepção artística, toda minha fraternidade, toda minha empatia, toda minha compaixão, todo meu caráter, todo meu senso crítico, todo meu respeito pelo outro, toda minha indignação, todo meu senso de justiça. Que pena você não ter a modéstia que eu possuo e nem a coragem de dizer a verdade!
