Poema na minha Rua Mario Quintana
Não pretendo mudar minha natureza para satisfazer necessidades sociais, mas com graça e louvor assumo a responsabilidade de ajudar a humanidade, fato que equivale aos (arquétipos humanos) não necessariamente especificados.
A ponta de minha língua; possui sabor de morangos dos concertantes gumes, pela gratidão de minhas unhas; um choro in-surge; em brotos, chamadas e compaixão. Per-dão (são equívocos) de ilusão; medo pode e deve ser... Proteção.
Aqui na minha morada têm celebração pra dá de vaza é abundância e não insignificantes estadas pois conseguistes te livrar de fadadas estradas.
A subjetividade de minha gratidão é o sonho no qual carrego às alegrias por poder contigo hoje compartilhar.
Só escrevo pois, não tenho escolhas e, essa não é minha razão de viver, nem reclamação, sou simplesmente pra ser.
Po quantas repetições de vezes não podemos nos amar, desde a mistura de minha boa vontade, em querer tratar, somente nosso planetário lar.
Poxa passarinho você é lindo; voe aqui...pouse na minha mão... poxa passarinho, essa tela é uma mentira; vou te tirar desse laço de ilusão.
Se sou galinha à sorte, também é minha, porquê, não sou tão perfeitinha e, doida pra não te meter, hum na cozinha.
Escreveram-nos pra encontrarmos o ponto de nossa contínuidade e, a responsabilidade minha se trounou, qual é a sua, saudade?
Em minha inocência não fui cego, é, do ciclo que me desperto, ja pela força do hoje e, no agora sempre intero.
Não necessitas de minha aprovação, seus exemplos, são, como carrilhos pra corrigir os retelhamentos, ao norte de renovados inventos.
