Poema na minha Rua Mario Quintana
Quero tua pele junto a minha e, assim, alegraremos nossos dias, pelos afetos produzidos, com nossa união.
O dia mais feliz da minha vida, se multiplicou, quando dá sua chegada, às porteiras atravancadas não cairam de velha, sendo renovadas, pelo tempo que chega, sem propositura de más falas.
Quando era de idade avançada minha via de criança, agora, sou adulta é me considero jovem em eterna dança.
Não tinhamos medo, minha coragem cuidava de suas fragilidades, faltavam opor t unidades de two templos, pra darmos risadas, nossas loucuras nunca foram falhas e agora conjugamos fonemas espelhísticos.
É nosso amor sempre anda em bons sonhos e, você, sempre consegue, ser melhor, que minha humilde imaginação.
Tudo que mereço está na minha percepção, querendo o compartilhar, a verdade é infinita de prosperidade, fora isso é desigualdade, retornando ao véu da falsa identidade, sem sacrifícios se aprende necessidades.
Não sinto pena, minha responsabilidade é amar, alegria é a ordem das águas, caminhando e encantando em ciência da paz, fruto do pão que estabelece tecidos de vindas e vidas.
Eu sou a percepção saudável, que cria minha realidade visionária e, beneficia, o tempo e espaço, onde me coloco.
Imaginação que não espera razão, vestes de atenção, buscando perfeição em minha salutar vida, ainda, além da ilusão.
Quando a raiva for na vez dê sua, transmute o que transmite somente em minha, esquecendo as malas confusas linhas.
Minha sabedoria é a inteligência de seu soletrar e não carregando falsas florzinhas impedindo o transformar.
Que minha saudade não seja prisão pra vossa liberdade, mesmo se quiseres milhares, feliz sejas em sua varonil vontade.
Espero que todo elogio seja minha dor já estabelecida, pela graça divina, do tempo que não é sina e em ti sorvinda.
