Poema na minha Rua Mario Quintana
O rancor corrói minha alma minha alma está ferida como se estivesse ferida pela a espada da vida o único modo desta dor ter fim é com uma morte rápida indolor ou com o seu amor é seu carinho que já mais terei novamente
Todo dia ao acordar noto uma fina camada de poeira cósmica sobre minha pele. Sorrio pro universo agradecida. Sem ela eu plantaria estrelas.
Deus protege e cuida da minha família, dos meus amigos e de todos os que procuram o amor e praticam o bem.
Deus nunca teve a obrigação e o dever de me consertar. Dele vem a minha força, mas essa obrigação é e será sempre minha, pois há muito – e de uma forma consciente e perfeita – percebi que não existem recompensas no Universo e nem as mesmas devem ser almejadas.
- Eis que te digo de mim mesmo, você é a última conversa da minha noite, e a primeira do meu dia logo quando ele começa.
Eu não quero que a minha música seja uma onda, prefiro que ela seja uma rocha. As ondas passam, mas as rochas continuam.
O meu objetivo primordial é o de dar voz à minha voz e não o de depositar expetativas nos ombros dos outros.
Não comparo a minha vida à de ninguém e a ninguém imponho os meus conceitos como verdades imbatíveis e infalíveis. Tenho a sensibilidade de saber escutar para poder analisar.
Senhor, guia a minha vida com fé e não deixe as minhas esperanças naufragarem em meio as tempestades que eu tenho enfrentado. Me ensina a confiar que nenhuma espera será em vão e firma a minha certeza nos dias melhores que virão. Amém!
— Jucelya McAllister
A minha força vem de confiar que quando eu chegar no limite da minha capacidade, Deus vai aparecer e me surpreender com um grande milagre.
— Jucelya McAllister
"Por maior que seja minha franqueza e sinceridade, sei que tenho segredos que eu ainda desconheço. Meu universo é infinito!"
- Agora eu sei o quanto a minha vida e o meu amor precisam permanecer na sua mente e no seu coração. E, estarei com você por todo o tempo.
Quando falo de desarrumado, falo de mim: falo das minhas gavetas, dos meus sentimentos...da minha cama !
06/04/2017
Na dança meu corpo grita e minha alma e espirito calam se como silenciosos espectadores atentos do meu linguajar movimento. No teatro e na música não é diferente pois meus personagens encenam e meu canto emudece frente ao amargo congênito de meu coração.Tolos são os que veem e dão uma única sentença para todo universo que cabe entorno da região peitoral onde abriga a livre motivação, os devaneios e a insana emoção.
"Levei metade da minha vida para me despir de grande parte dos preconceitos que foram condicionados a mim, e sempre que eles gritam:- eu quero vesti-la de novo, jogo-os pela janela. A vida desconstruiu o que a sociedade criou em mim. Aprendi a ver além, sentir que a dor de cada um é única, que um olhar amigo vale mais que uma palavra dura, e que também as palavras duras se fazem necessárias muitas vezes, nascemos livres de preconceitos, mas somos submetido a eles desde então. Leva tempo e esforço para romper estes laços, e sem empatia fica quase impossível que isto aconteça.
