Poema na minha Rua Mario Quintana
"A certeza de um dia morrer me faz feliz. Será o dia da minha maior conquista: tudo o que se falar a meu respeito será ouvido e mesmo os meus maiores defeitos serão virtudes."
Eu escolhi fazer do ferro uma poesia, da madeira as notas de minha canção, de todos os outros materiais os acordes do meu violão, com isto vou pintando a vida com as cores da imaginação, pois um dia disseram que eu seria poeta, porém, olhando para o Cronos, descobri que sou apenas um casulo em eterna transformação.
Por que minha presença incomoda tanto ela? Por que ela não te deixa nem olhar para o lado quando estou por perto? Por que ela fica assim? O que passa? Você é feliz ao lado dela? Ela consegue ser feliz ao seu lado?
eu achava que soubesse o que era um sentimento de amor até você entrar na minha vida. eu achava que soubesse o que era um sentimento de dor até você sair da minha vida.
A minha independência tem algemas porque a minha liberdade talvez seja a sua prisão. Eu posso estar feliz em viver aquilo que te traz tristeza, ou seja, a realidade individual de cada ser é o que caracteriza uma alforria ou a falta dela em comparação a outras histórias vividas.
Quero-te a minha maneira! A meu modo, como posso. Á distancia, bem devagar. Sem pressa, para não te espantar. És gaivota solta. Menina/mulher que segue a vida, desenvolta. Seguirá sempre bela, como um barco mirando ao vento, sua vela. Mulher linda, de fases e brilhos que não aceita nenhum empecilho para suas asas abrir rumo a novos horizontes onde matará sua sede em outras novas fontes.
Lugar de águas precoces, onde se esconde a minha esperança. Me levanto... anoitecer ventoso, onde busco encontrar meu conforto.
Depois de anos e anos da minha vida apertando meu juízo, decidi terminar com a academia para ficar com a boemia.
Desamarrem meus punhos, que fale minha boca, que grite, cante, exponha, exploda... soltem minha liberdade, a deixe solta, esse é meu manifesto de rua Seu Internaurta, ouça com seu alter-ego interior, leia e se acostuma. Escreverei pelas linhas, mesmo tortas que não crio calo, e minha boca não calo.
Quem interpreta o que eu digo, também grito, exponho, explodo, não cale. manifeste!
Você sempre me apeteceu, arrepios excitantes e gostosos de sentir percorrendo minha espinha avisando meu menino que se erguia de prazer com anseios de sua menina que muito a desejei.
Gosto de escrever o que me vem na mente. Faço isso pra tentar deixar a minha marca na história. Para que eu não seja esquecido tão facilmente...
Entre dizer a minha verdade e ser agressivo, prefiro a primeira. A grande maioria interpreta pela segunda opção.
Sou um pouco impulsivo, meus dedos trabalham mais rápido do que a minha mente. Nem sempre é bom me ter por perto.
Me deixa ser palhaço, que assim eu fico melhor. Gritando deslumbrando perdendo a minha voz: do amor do amor!
Repouso meus olhos no infinito, meus ouvidos em minha alma, meu nariz em ar fresco e minha boca no silêncio.
Senhor que ouviste minhas orações, toque na minha alma, no meu coração e em pensamentos, afasta tudo o que não pertence ao Meu Deus. Pai segura nas minhas mãos não desista de mim.
tenho dificuldade de expressar a cadeia em que vive minha alma que se culpa todos os dias e busca liberdade já faz tempo que não ouço respirar nem sei se ainda vivo porque em um mundo de tantas mentiras onde a verdade e amor não tem valor , onde se aplaude leões matando sua sede de sangue mas não se importa quanto tempo cuidou e alimentou o animal que será apenas uma vítima e sem valor algum mesmo com todos cuidados eh devorado pelos leões ...
"Nunca estive tão perto de minha verdadeira felicidade quanto na época daquele amor por Lili. Os obstáculos que nos separavam não eram no fundo insuperáveis, e, no entanto, eu a perdi. Ela foi a primeira por quem experimentei um amor profundo e verdadeiro. Posso dizer também que foi a última, porque todas as paixões que tive no decorrer de minha vida, comparadas a essa primeira, não passaram de atrações ligeiras e superficiais."
