Poema na minha Rua Mario Quintana
Sou a sinfonia de um poema que nunca foi lindo, mas pela mão do Criador foi escrito. Sinfonia essa que voar nas notas de uma canção na espera de tocar algum coração, noites e dias voando sozinha às vezes alegre, às vezes tristonha, mas sempre uma Sinfonia. Minha música é de uma nota só assim é a minha vida esperando um compositor para terminar essa melodia. Enquanto ele não chega, continuo a voar sozinha nessa sinfonia de uma nota só que é a minha vida.
era um poema de amor, mas a dor foi tão grande, que os poucos versos possíveis, ficarão apenas na memória daquele dia.
Eu poderia escrever uma poesia, um poema, um verso ou uma frase que falasse de amor... mas nem se eu tivesse o poder de juntar todas as letras do mundo, eu não conseguiria descrever o que sinto por você.
Eu não posso colocar a sua vida num só poema que eu possa escrever, numa só canção que eu possa compor, mas posso sim, com certeza, colocar muitos poemas e muitas canções na sua vida. – (Paulo Del Ribeiro)
A fotografia é: literatura, poema e luz, é compartilhar com a natureza o que ela permitiu descobrir.
Um homem deveria escutar uma pequena canção, escrever um pequeno poema, contemplar uma bela imagem todos os dias de sua vida, para que as preocupações do mundo não suprimam o senso de beleza na qual Deus implantou na alma humana.
Busco um poema diferente.
Ele dobrou a esquina de repente, junto com a vida que, indiferente, vai sempre um segundo à minha frente.
Poesia não se planta. Poesia se colhe. O que se planta é poema. A colheita poética é o resultado de um árduo trabalho de cultivo de percepções estéticas, interações verbais e arado gramatical, tudo sobre rico substrato existencial.
Já não consigo fazer um poema para explicar que sem a amizade dela não sei viver, pois algo nela me completa, como o sol o amanhecer.
Para ser poeta, não basta observar que se inicia um poema com letra maiúscula e se conclui com pontuação...
Entre um e outro, é preciso colocar o coração!
A intenção era arder como a chama que Camões eternizou em seu poema, mas acabei em um soneto escrito num papel toalha que saiu do peito de alguém que disse “Me traz a garrafa da mais forte que tiver”.
A intenção era arder como a chama que Camões eternizou em seu poema, mas acabei em um soneto escrito num papel toalha, manchado pelos pingos de chuva que saíram do peito de alguém que disse “Me traz a garrafa da mais forte que tiver”.
Castro no Bar dos danos sintomáticos.
Nas linhas do poema que me descrevo, me vejo nua, pois me despi do ódio que tinha, do amor que tinha, para viver a neutralidade de ser sem sentimentos. Quem sabe assim no regaço de um abraço posso me vestir novamente de um amor verdadeiro, que me cubra por inteiro, sem deixar espaço para que o frio da solidão não penetre minha alma me tirando a calma e me atirando em becos de contra mão.
Não vou fazer um poema ou uma poesia sem sentir o amor entre o próximo, NÃO CONSIGO! Como você pode falar sobre o amor sem sentir? O amor é algo precioso em minha vista, e algo maravilhoso ao se pronunciar sobre, porém não toque nesse assunto comigo se em seu coração não tiver amor, pois o amor e o berço da sabedoria, inteligência e tolerância, e braço para aqueles que não lutam sem o amor, porém se seu coração estiver cheio de amor PURO, sem malícia, sem maldade, sem vender esse tão precioso amor, eu poderei TALVEZ abrir uma sessão particular contigo.
