Poema Maos de Semeadora Cora Coralina
Amar alguém é entregar o próprio coração nas mãos do destino, sabendo que, às vezes, o amor não salva — apenas ensina a sangrar em silêncio.
"O centro da nossa vida precisa ser Deus e não o que ele pode nos oferecer, queremos as mãos de Deus mais do que sua face. Deus é o centro. Muitos tem buscado alcançar o céu sem Jesus, mas não existe céu sem Ele. Uma certeza tenho onde Jesus chega, até o inferno se transforma."
É com o coração repleto de gratidão que nessa noite eu coloco a minha vida em tuas mãos meu Pai Celestial. Dê-me um sono tranquilo, sonhos de paz e um amanhecer sereno. Obrigada pela benção de ter vivido mais um dia sob a tua proteção divina.
Mulher que não sabe o que quer acaba sendo apenas passatempo nas mãos de homem que sabem exatamente o que querem.
“Os grandes desastres da humanidade não nasceram apenas das mãos dos perversos, mas também do silêncio daqueles que, sob o disfarce da neutralidade, confundiram indiferença com virtude. Não há neutralidade porque todo aquele que não combate a injustiça acaba por lhe dar guarida".
A melhor cópia de um Van Gogh, nunca será um Van Gogh, todavia terá valor nas mãos de falsários e a apreciação dos tolos.
Borde delicadezas nos caminhos da sua existência. Você tem tudo nas mãos; escolha ser feliz e arque com as consequências!
Prefiro ficar ao lado daqueles considerados loucos sem padrão, do que caminhar de mãos dadas com a hipocrisia e falsidade.
“Quando soltei das mãos aquilo que não me obedecia, o destino encontrou espaço para agir — e o que era turbulência tornou-se ordem.”
"Que a minha história não seja lembrada apenas pelas mãos que plantaram, mas pelo coração que, mesmo diante do desconhecido, escolheu ser grato."
Na noite que tarda estrelas, as mãos tecem versos no chão e se podia dizer que era manhã, já que as palavras tudo aceitam dos versos descomprometidos com a verdade e eu não diria que é mentira se ardem as esmeraldas. A face reflete o mais puro céu azul e os girassóis deliram no amarelo altivo de uma vasta plantação. E se diria que o rubro de minha face era a vida queimando na melodia indizível das colinas esverdeadas que murmuravam fontes de água cristalina nas mãos de flauta. E se podia dizer sobretudo que tudo já foi dito, mas o poema contradito toca a margem do infinito e mais versos geram em minhas linhas digitais. As árvores falam o sussurrar das folhas ao vento e colorem de flores o chão e as ruas se fazem rosas, vermelhas e larajadas, uma camada farta de detalhes numerosos em sonhos de turquesa. O amor partiu em muitas tardes como uma imagem que se esvai e restam fotos antigas desprovidas de vida. E o amor já não é uma necessidade, haja visto o preço oneroso da vida, pois é preciso comer, morar, vestir e viver. Eis que o amor é um luxo e se procura a paz no esdrúxulo movimento de se manter em pé. E para tanto se pede um pouco de fé, na esperança desmedida de o mundo ser melhor e sermos melhores para o mundo. No entanto, navego no absurdo e planto flores no olhos plenos de palavras, que assim compõem uma paisagem que não distingue as estações e faz solar a escuridão da noite. Faz do sul o norte e tudo muda de lugar no poema a proclamar verdades de imensidão nos dedos que tecem rimas nas constatações violetas do corpo em êxtase, pois tudo são pormenoridades se escrevo e me escutam e nada tarda na vida que permanece no tempo. Seguimos fortes sem lamentos a poupar o rosto de lágrimas frágeis, porque se bem observar não há motivos para chorar, pois que estamos vivos e atravessamos todas as madrugadas frias.
Não fure as mãos colhendo o que não vai alimentar sua alma, só para mostrar que não teme os espinhos. A vida não é um troféu de resistência, mas um jardim de colheitas leves. Quem busca o difícil por orgulho perde o destino, enquanto quem abraça o simples encontra o caminho
Em época de caos geral por vírus, usemos a Filosofia Estóica:
“Faça o possível; lave as mãos, ore e fique em casa, se mesmo assim algo de ruim acontecer, foi por força maior do que a sua - era para ser!”
"Não tente segurar com as mãos o que o tempo decidiu levar. Cure suas feridas, cuide do seu solo e mantenha a luz acesa. Às vezes, as coisas precisam se partir para que a luz da verdade finalmente consiga entrar."
— Ginho Peralta
O toque das suas mãos e a densidade do seu abraço têm esse perigo doce de coisa que não pede licença. Sua voz beija minha malandragem de um jeito rude, sedutor, quase inevitável. Já não é prazer. É uma força suave me levando até você antes do pensamento chegar.
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