Poema em Linha Reta
Eu sou minha própria linha de conquista
Eu sou minha própria vitória
Eu me reconheci rainha da minha própria vida e ninguém vai mudar isso.
"Pavimentar a direção da vida não é certeza de alcançar a linha de chegada, imagine a estrada da vida em trechos sinuosos."
Giovane Silva Santos
Era incrível como ela o mantinha na linha.
Era perfeito quando seus corações batiam juntos e descontrolados.
Ela queria o mundo e ele não precisava de tanto.
Ela fazia birra e ele ria.
Eles eram opostos
Mas o amor que nutriam era muito mais forte que qualquer diferença!
"Acredite que eu não tenho nada a ver
Com a 'linha evolutiva' da música popular brasileira
A única linha que eu conheço
É a linha de empinar uma bandeira."
Por trás da linha do horizonte
Lá embaixo, no vale que aparece
Vejo apertada entre as colinas
Minha pequena Leopoldina
"Trecho da música "Morro do Cruzeiro"
Sentávamos e escrevíamos sobre nossas almas freneticamente agitadas e em cada linha lida eu me impressionava mais ainda. Hospedamos a coragem nos nossos corações e resolvemos nos entregar. Depois que colamos nosso rosto na palma da mão de uma sabedoria apaixonada, o restante dos sentimentos adentraram com mais sapiência. Comecei a escrever meio bonito, mas a feiura tem vez no nosso sentir. Quando eu fico afogada dentro do meu ciúme, não tem cena mais disforme. Eu fico cega, eu fico transformada, eu fico quase uma aberração. Não controlo momentos que me dominam, mas a beleza do que somos é tão estonteante, que reluz dentro dele mais amor ainda. Ele me salva, sempre me salvou com sua respiração boca a boca num amor que se tornou totalmente estável. Sou vidrada no meu Bigodudo e fiquei mais apaixonada ainda, quando senti que suas palavras requintadas, sabiam valorizar meu dialeto nada perfeito. Ele é um homem que tem um jeito de amar superior, que sabe fazer de um relance algo infinito.
O meu homem nunca foi silencioso, sempre soube amar com força...
.. com violência na hora de me estraçalhar.
E eu? Eu só sei amar esmurrando tudo...
... até o amor que ele soube dar.
Rebeca
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Poucas palavras
Ou muitas palavras
Não creio que estas
Mesmo organizadas
Em qualquer linha,
Explicaria em letras
O que tenho e sinto
O que tenho dentro
No labirinto da minha alma
De um perfume vago
De uma chuva forte
Que moram em mim
Vou devorar você ,mas de pois quero,ler-te
Lentamente bem de vagar, saboreando cada linha
Cada traço virgulas e pontos
A vida
Na vida
temos um lado
uma linha
de ação.
Há na vida,
um objetivo
que valha a pena
um sacrifício.
Na vida
há um dilema
que faça sentido,
um objetivo.
Que nada
se lamente...
A vida
é tão complexa,
um presente
que deixe feliz
muita gente
Na vida
loucuras
nos caminhos
mas tantos encontros
no caminho.
Na vida
somos muitos
somos iguais
ou mesmo diferentes
Mas na vida
o que importa
é gente
pensando em
gente.
Pensei em te buscar nas linhas das escritas minhas na minha mente...
Te encontrei na linha de trem, no amém da manhã de domingo...
No vai e vem das ancas alheias...
Na perversão do mundo, perverso refém!
Flui-me
Juntei-me
ao mar
.
.
.
Assim
tornei-me
a linha fina
no horizonte
que toca,
incessantemente,
a aurora
e o ocaso teu
.
.
.
Na tênue linha do amor que se tem
guardado...
De tudo que se tem doado
No egoísmo dos que passaram
Ficamos nós... Assim,divididos
Tentando compor a canção do amor mais lindo...
Na cumplicidade do silêncio que fala
Do grito que cala
Na intenção de mãos que se entendem
e se enlaçam
Frágeis que somos
Surpresos que estamos
com a possibilidade da entrega
Regando a flor de um amor não planejado
Cá estamos nós -aturdidos-
Buscando motivos...
Querendo entender
Como é, novamente, ser AMADO.
Linha do Tempo
Não queria que fosse assim, um choque, ainda sinto isso quando lembro, quando vejo foto, quando imagino o passado no presente e um futuro que haveria caso o passado fosse presente. É chato, é estranho, por vezes desolador. Fico calado, brigo comigo mesmo, dou chutes ao vento, aperto meus dedos contra a palma das mãos, respiro mais forte, finjo que esqueço e volto ao presente sem o passado tentando esquecer aquele que seria meu futuro
E eu tracei a linha.
Bom, eu penso que pela primeira vez a guria querida, confusa e fácil mudou. Ela, dessa vez, não apenas esqueceu tudo e foi indo naquele barquinho de papel que ela tinha feito quando pequena. Como uma esperança do que sua vó tinha lhe dito sobre felicidade no amor. Ela dessa vez não seguiu remando. Ela passou em traço e esquece tudo. Quer dizer, esquecer não, mais sim parou.
Ela se apaixona fácil. Ou como falava um pequeno texto “Eu consigo amar ate uma berinjela”. Ela dessa vez, olhou não com os mesmos olhos, olhou com os pés no chão, de baixo para cima. Percebeu que durante tanto tempo ela alimentava uma sina por separar as coisas. Mais do que apenas separar as coisas no prato, ela separava a vida dela. Parte era para o estudo, parte família, parte avó, parte amor (na verdade amor era dividido em duas partes: o sonho e o real), parte mãe, parte amigos, parte solidão, parte ela. Nada podia se mesclar.
Bom, o que ela fez foi ver que tudo que ela pensava se quebrou, quando mais uma das suas paixonites, pela primeira vez, se quebrou.
Ela olhou para o amor e sentiu enjôo. Olhou, e se casou. Voltou atrás. Olhou e não agüentou a imagem que via. Percebeu o sentido que fazia o que os outros não falavam.
Ela não esqueceu a paixão, só cansou. Cansou da decepção que era um tombo. Canso pelo fato de nada mudar. E, mesmo que não tivesse acontecido nada, ela sabia que teria um final. E também percebeu o quão grande era o muro que ela queria pular. Nada era como ela pensava.
Mesmo com nada, ela viu. Viu que, mesmo que seja lindo a ligação de coisas iguais, as coisas não mudariam. A não ser que ela fosse sincera e jogasse tudo num liquidificador.
Eu olhei para a vida. Olhei para minha mãe. Para minha vó. Olhei para a berinjela. Olhei para o chão e alem das estrelas. Olhei para todas as ilusões. Olhei para o que eu acreditava. Olhei para a menina. E a deixei ir.
Já ultrapassei a linha da excitação
Assim como tenho conflitos com a interrogação
Não quero pensar que tive uma passageira paixão
Mas acreditar que eu terei um longo caminho sem solidão.
Laís Penteado
A cada palavra que se cria,
é uma linha que nasci,
e a cada verso que surge,
é um pensamento que morre.
Você estava vendo este risco fundo
Que atravessa a sua mão de baixo para cima?
Pois é a linha do coração
Você ainda há de ser muito feliz menino!
Esta linha é a marcha da Coluna Prestes
Me encontro em uma linha na vida que preciso mudar,
porque o meu suficiente não bastar somente, onde estava
com a minha mentalidade quando idealizei algo desse gênero.?!
‘’Neste momento eu percebi que é possível viver com uma parte de si morto’’
