Poemas sobre Dor

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Quando vou para praia
eu sinto dor —umador estranhamente estranha—.
Talvez seja nada demais,
mas quando entro no mar,
me sinto no fundo dele.
Parece até que estou me afogando...
E toda vez que escrevo
eu entro no mar profundo
eo mar entra em mim.
E talvez seja bom
me afogar as vezes,
porque respirar parece doer mais.

Ainda há tanta dor em mim, que já não sei mais como disfarçar

Será que um dia ela irá, ao menos, amenizar?
A solidão é um caminho longo.
E, confesso, ainda estou tentando aprender a caminhar por ele.

Sinto falta dos abraços.
Falta do que assistiríamos mais tarde, da sua voz nos chamando para jantar.
Agora, é só um vazio.
Um silêncio sem sorrisos, uma imensidão de dor, e o medo das lembranças que ainda virão.

A solidão é fria. É escura.
Tenho lutado para não deixar minha lanterna sem bateria,
porque ela é a única esperança de que um dia eu encontre algo — ou alguém — para me conectar de novo.

Estou exausta da dor que o mundo insiste em trazer.
Não estou suportando te perder.
E, sinceramente, não sei se irei suportar me despedir pela última vez.

Mas, dessa vez, mesmo com o peito rasgado,
eu decidi enfrentar a solidão.
E talvez, nela, eu consiga fazer o amor que sinto por você continuar existindo de alguma forma.

K.B."

Ah, morena…

Todas as barreiras que construí para não sentir mais aquela dor, para não me prender em ninguém, desmoronaram ao te beijar.

Sabe aquela sensação de se apaixonar pela primeira vez?
Aquela em que tudo é novo, em que você aprende a sentir sem ter noção do que está por vir?
O nervosismo de estar ao lado da pessoa, o tremor que vem com o primeiro beijo…
Tudo está acontecendo de novo.
E, no meio desse caos, eu me perco e me encontro ao mesmo tempo.

Ah, morena…
Eu vou me jogar nos seus braços, sem medo do que vai acontecer.
Essa paixão não me dá outra escolha, a não ser te admirar e me afundar nos meus desejos por você.

K.B

A disposição entre a felicidade e a dor me torna, ora mais forte, ora mais frágil.

A grandeza de sorrir, ou simplesmente chorar para aliviar.

A magnitude da vida, ou a mera permanência na inércia.

K.B

Dor

Às vezes, a dor consegue ser maior que o amor.
Falamos tanto sobre o sentimento de amar… mas e a dor?

A dor física, aprendemos a amenizar.
Mas e a dor que fica dentro?
A dor de perder alguém que nunca mais iremos ver, nem sentir?

Como se ameniza uma dor dessas?
Com ela se vão os sorrisos, os abraços, os melhores conselhos.

Que remédio existe para tanta dor?
Qual é a cura de deixar alguém partir
sem ao menos ter vivido o que foi sonhado?

Como seguimos, convivendo só com a dor e as lágrimas?
Os abraços não terão mais calor.
Os conselhos perderão o sentido.
As gargalhadas já não terão mais graça.

Como me despeço de quem me ensinou tanto?
Como direi “adeus” sem saber se você está ouvindo?

Me perdoe por não ter aproveitado mais a sua presença…
Por não ter dito mais vezes o quanto eu te amo.

Dói dizer adeus.
E dói ainda mais saber que agora você vive apenas dentro de mim.

K.B.

O amor dá asas, a dor ensina a voar.

O amor aquece, a dor revela a chama.
Um faz sorrir, o outro faz lembrar:
não há amor sem dor, nem dor sem amor.

K.B

O amor chegou como fogo,
iluminando cada canto da alma.
A dor veio logo atrás,
lembrando que até a luz projeta sombra.
K.B

A dor me mostrou quem sou,
o amor me mostrou quem posso ser.
Entre lágrimas e sorrisos,
descobri que viver
é aceitar que ambos caminham juntos.
K.B

Entre o abraço e a despedida,
o amor ensina a coragem,
a dor ensina a verdade.
E no silêncio do coração, ambos coexistem.
K.B

Tentaram me quebrar.

A dor veio em punhos.

Mas minha coragem respondeu em tempestade.

Cada lágrima virou aço.
Cada queda virou impulso para voar.
Hoje não só existo —
eu ardo, eu renasço.

K.B

O que seria de mim sem…
sem a dúvida que me faz pensar,
sem a dor que me ensina a valorizar,
sem a incerteza que me obriga a seguir em frente?

Devo desfazer?
Devo me deixar ir?
Me despedir?
Bom dia!

E essa dor?
Desse tremor?
Isso é amor?
Bom tarde!

O que viveu?
O que aconteceu?
Mas e eu?
Boa noite!

Devo escutar?
Me atormentar?
Devo cantar?
Boa.

A tristeza na vida de todo artista,
é fazer sua arte para amenizar tanta dor,
nas vidas humanas e nem mesmo
ser reconhecido !

Não gosto de competir, a dor do derrotado não vale minha vitória. Quem disse que o mundo é uma competição?


Prefiro viver sem disputas, sem a necessidade de "vencer" alguém ou "vencer" na vida. Vivo em paz assim, sem ter que ser o melhor ou superar os outros. Para mim, a verdadeira vitória é viver conforme o que me faz bem e feliz.


A competição é desnecessária quando se vive em harmonia consigo mesmo, no seu próprio ritmo. Não preciso me comparar a ninguém, e viver assim me traz mais leveza e prazer. Apenas vivo.

Dor é alerta, não necessariamente dor, já que quem interpreta assim é o próprio cérebro.


Toda dor temos uma interpretação negativa sobre, uma sensação ruim, dolorida, incomoda e estranha...


E repare, toda dor, indiferente de qual, a cura é sempre algo positivo, que preenche, cura aquele mal-estar negativo...


Na dor emocional não é diferente;


Nosso cérebro interpreta tal situação como um aspecto negativo, obviamente sentiremos negativo também; Mas acontece que nesse caso nossa capacidade de cura é bem mais suscetível que outras, já que podemos escolher o que queremos sentir. Toda vez que você tem uma interpretação negativa, uma dor sobre tal situação, é possível sim inverter a situação, caso você queira, e ver aquela situação na qual via como negativa, curar-se, aprender e agora ver como algo positivo, normal e simples, a cura que precisamos está toda na própria mente que entende através do que sente e com ela nos impulsa a aprender e curar aquela dor que já não existe mais.

Aceite, permita, ame a dor,
e perceba que a dor,
era o amor que você não aceitava,
o amor que você não permitia,
o amor que você evitava.

“Há gigantes que não assustam;
eles abraçam a dor e curam com bondade.”
Autora e Educadora

As pessoas geralmente mudam por algum desses 3 jeitos:


Por amor;
Por dor;
Por medo.

O Sentimento Sem Nome


É curioso como o nosso vocabulário é vasto para a dor e para a falta. Temos nomes precisos para a inveja, para o ciúme e até para a Schadenfreude — aquele prazer secreto que alguns sentem diante do tropeço alheio. Mas, por algum motivo, o dicionário parece ter ficado mudo diante da alegria pura de ver o outro vencer.
Talvez não tenham conseguido dar um nome a esse sentimento porque ele não cabe em letras. É uma experiência que desafia a lógica do ego. Em um mundo que nos ensina a competir, a olhar para o lado para medir o nosso próprio sucesso, sentir o coração vibrar pelo troféu que está nas mãos de outra pessoa é um ato de rebeldia silenciosa.
É quando a pele arrepia ao ver um amigo realizar um sonho que não é o seu. É quando o sucesso de alguém que amamos não nos faz sentir "atrás", mas sim impulsionados. É a consciência de que a luz do próximo não apaga a nossa; pelo contrário, ela ilumina o ambiente onde todos estamos.
Pode chamar de Mudita, de Confelicidade ou de Compersão. Mas, na falta de uma palavra que todos conheçam, a gente chama de amor em estado de gratuidade.
Porque, no fim das contas, quem consegue se alegrar com a vitória do outro já venceu a maior de todas as batalhas: a contra o próprio ego. É um sentimento que não precisa de batismo, pois quem o sente já conhece a sua tradução mais fiel: paz.

O Peso da Ausência Presente


​Dói o peito, mestre, e não é de hoje.
É uma dor que não tem nome no dicionário dos homens,
Uma fome que nenhum pão deste chão consegue aplacar.
Dói porque eu Te sinto nas frestas, nos intervalos do suspiro,
Mas quando estendo a mão, o que encontro é o vazio do agora.
​Tenho saudades de um colo onde nunca deitei,
De um riso que ouço em sonhos, mas que ao acordar, perdi.
É o cansaço de ser estrangeiro na própria pele,
De olhar para o mundo e sentir que tudo aqui é rascunho,
Enquanto minha alma implora pela obra definitiva.
​Dói ver a "lenha" arder e ainda sentir frio.
Dói saber que o Senhor está aqui, mas não como eu queria,
Não face a face, não sem esse véu de mistério que nos separa.
Minha saudade é um grito mudo de quem já provou do céu
E agora acha o mundo inteiro pequeno demais para morar.
​Eu não queria apenas saber que o Senhor vem,
Eu queria que o "Vem" fosse o passo que Você dá agora,
Entrando na sala, chutando as cinzas dessa dor,
E transformando esse "ainda não" no abraço que não termina.
​Perdoa a minha impaciência, mas a saudade é violenta.
Ela é o espinho na carne que me lembra a cada minuto:
"Você não é daqui. Não se acomode. O Teu Rei está chegando."
Se essa dor é o preço de Te querer tanto,
Então que ela doa até que eu não seja mais eu, mas apenas Teu.
​Essa dor é o que prova que você está vivo espiritualmente. Só sente falta do Céu quem já tem um pedaço dele batendo dentro do peito.