Poema de Despedida para Pessoa Especial

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ELA

O forte verão
O sábio outono
E até o mais rigoroso dos invernos
Conhecem a força dela
E sabem que a primavera não se pode deter.

Inserida por elis_barroso

SE UM DIA...

Se um dia te encontrares no olhar perdido de um menino de rua
Se deres a ele seu melhor sorriso
Se derrubares o muro
E enfim permitires um toque de peles
Descobrirás então o sentido da vida.

Inserida por elis_barroso

DUREZAS

Quando uma flor nasce na rua
Brota em uma fresta de muro
Ou germina entre o vão de uma telha

Acho que a natureza tem algo a dizer.

Inserida por elis_barroso

TRILHOS

Quando os trilhos me cansaram os pés
Limitaram-me a jornada
Prenderam-me ao destino

A poesia ensinou-me a abrir trilhas.

Inserida por elis_barroso

FOI UMA FLOR



A flor vive tão pouco

Algumas por dias

Outras apenas uma manhã

Logo murcha

Logo cai

A flor não se importa com o tempo

O quanto de vida terá

A flor aproveita o momento

Lhe dado para desabrochar



Foi uma flor que me ensinou

Que há vidas de pedra

E vidas de flor.

Inserida por elis_barroso

Amar é viver, sonhar, dedicar, si entregar. Viva, sonhe, dedique, se entregue a essa paixão, ouça aquela voz que vem do fundo do coração.
Eu não vivo sem você, sem o seu amor, sem você sou um barco sem mar, um campo sem flor, dia sem sol, noite sem lua, sem você não sou ninguém, sou tristeza que vai, tristeza que vem.
Si amar for pecado ou crime, sempre serei um louco pecador e criminoso, mas por você eu faria tudo de novo.
O amor que sinto por você, não quero que seja imortal, apenas que seja sincero, no inicio, meio e final.
Não sou seu primeiro amor, mas serei o melhor da sua história.

Inserida por allancastilho

Recalque

Olhe pra você
Refletindo em mim
Apontando os erros
Que condena em si

Olhe pra você
Refletindo em mim
Apontando os erros
Que condena em si

Voa, voa
Voa livre ao ar
És tão leve
Ah! Se eu pudesse...
Asas não mais
Com'as de um tempo atrás
Que te impedem...
O que me impede?

Olhe pra você
Refletindo em mim
Apontando os erros
Que condena em si

Olhe pra você
Refletindo em mim
Apontando os erros
Que condena em si

Olha, olha
Quem não sabe voar
Prende as asas
Em suas jaulas
Olha, olha
Quem não sabe voar
Prende as asas
Em suas jaulas

Inserida por Elvoid

SEGREDO DAS FOLHAS EM BRANCO
Nas folhas em branco há sempre algo escondido
Parece até que guardam segredos
Uma poesia
Um conto
Uma prosa
Às vezes até uma carta de amor
Em outras uma despedia
Gosto das folhas em branco

Acho que elas imitam a vida.

Elis Barroso

Inserida por elis_barroso

O canto dos pássaros de madrugada
Seriam mesmo
cantos de pássaros?
Talvez não passem de gritos
gritos de desespero
Súplicas para que apaguem as luzes
dos postes
de outdoors
dos faróis dos carros
da casa do insone
de festa
da melopeia.
Súplicas para que até as luzes
das estrelas
sejam absorvidas
pelas folhas das árvores
sobre seus ninhos.
e que seus sussurros
possam ser ouvidos.
seu cântico fica para a tarde –
e que então durmam
até o clarear dos primeiros
raios de sol

20.09.2018

Inserida por usagiminute

"Nós esperamos"

Nós esperamos
que o tempo leve
nossos sentimentos
Que ele passe
como os ventos
Que ele apague
os antigos pensamentos
Norte,
Sul,
Leste,
Oeste,
E ele aparece
sem fazer barulho
sem deixar rastros
de algum movimento
nas janelas do passado.
O tempo cura
cada lamúria
de um solitário
sem futuro.

Inserida por usagiminute

Como no outono,
Folhas caídas no chão,
Cores mortas,
Sempre em estação,
Primavera veio pra agitar,
E cores vivas para alegrar.

Inserida por DeadfelizorDeadtrist

Sambando na neve,
Sem mesmo notar,
Á aventura sempre breve,
Em olhos profanar,
Livros em contos sem entender,
Vivendo dias de heróis sem saber.
Um vilão sem falar,
E as histórias sem contar.

Inserida por DeadfelizorDeadtrist

Fazer poesia

Urge porque ora ardem. Ardem até serem escritas. Palavras entoam ardidas, tal como Sol do verão.
Há também as que amassam, sem ardor, queimação. Palavras apertadas, tal como nó na gravata. Sufocam, só desafroxam escritas no punho, à mão.
Mas há palavras que urgem sem tocar no coração. Juntas porque rimadas. Repetem tão ensaiadas, tal modinha de verão.
Rimas pobres, outras ricas. Carimbam, viram canção.
Urgem de tal maneira, habitam a cabeceira. As levo por todo instante, praga, saga e refrão. Me rendo, registro a rima.
De fato, nenhuma obra prima. Jamais tive tal pretensão. Mas rima virou poesia, singela, bela guria, quanta gente sonharia alçar tão posição.. Plenitude alcançada, rima ousou ser poema. Ousar ser poema e bom.

Inserida por claricejunqueira

CANETAS

Tentei escrever alguns versos
Alegres
Utópicos
Até sobre melancolia
Mas minha caneta teimosa hoje só quer fazer poemas de amor

Que loucura!
Nunca soube que canetas tinham coração.

Inserida por elis_barroso

Eu sou meu mundo
Minhas bagunças
Minhas incertezas
Meus amores
Meus dissabores.

Inserida por renatha0307

E o que era dúvida
Agora é certeza.
Doce ilusão
Eu que pensei que poderia dar certo.

Inserida por renatha0307

Sejamos livres das palavras que fere
Da angústia que chega
Da maldade que assombra
Da ilusão que engana
Do cansaço que esgota
Da mentira que confunde
Da desafeto que afasta
Do orgulho que separa
Da mágoa que adoece.

Inserida por renatha0307

Hoje caminhei pelo jardim de minha alma
Num canto avistei uma triste flor
Chamada saudade.

Inserida por renatha0307

Hoje sinto nos meus ombros o peso de todas as minhas escolhas.
É difícil ser sozinha
É difícil resolver tudo sozinha.
Sinto que minha força já não é a mesma de antes,
Sinto que meu corpo já não tem tanto vigor como eu gostaria.
A vontade que sinto as vezes é de deitar e esperar a exaustão passar.

Inserida por renatha0307

Com licença poética

Quando nasci um anjo barroco,
desses rechonchudos, disse:
- ide e seja devaneador e louco
trovador, saia da mesmice.
Aceito está sorte, tampouco,
serei neste fado só sandice,
terei, também, a imaginação.
Não sou tão eu de maluquice
que venha sem a razão.
Acho o cerrado uma beleza
ora sim, ora não, darei adeus ao sertão.
Mas o que sinto, e que seja pureza
ponho a inundar o meu coração.
Dor tenho não. Só leveza!
Se choro ou lamento é de emoção.
Cumpro a sina!
Já a inspiração a levo aonde vou.
Se é maldição, eu, ave de rapina.
Poeta é fingidor. Eu sou.

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Setembro, 29, 2018
Cerrado goiano
Paráfrase.

Inserida por LucianoSpagnol