Poema da Liberdade
A minha liberdade
A minha liberdade?
Satisfazer:
Minhas necessidades
Meus desejos
Minhas escolhas
Minhas loucuras
Minhas vaidades
E dou preferência...
Que nunca me venerem
Pois, jamais irei reverenciar.
Liberdade
Tiraram-me as algemas da alma
Sinto-me em total liberdade
Como uma gaivota que alça voo
Ao mais alto dos ares.
Licença poética
Escrever
É a essência da liberdade
Ousadia de pensamento sutil.
Não quero valores de gêneros e estilos
O barroco, o trovadorismo,
O lirismo, o narrativo ou dramático,
Nem mesmo o romantismo,
Nada contesto destes e outros,
São escritas de cada época no seu tempo
Que escondem com sutiliza os sentimentos
Associado a uma ética social.
Não quero a função poética
As rimas e emoção para encantar
Não me importa se vem em prosa ou versos,
Metafóricos para imaginar.
Quero os momentos de criatividade
Com os sentimentos em devaneios
Dar-me licença à poesia
Que nasce da autenticidade.
Liberdade 2019
Não estava escrito no céu
Não estava escrito nas estrelas
Estava escrito no muro
Já escurecido pelo tempo
Arruinado pelo pó e pela chuva
Era o limo que escondia a palavra
Ela se fazia resistente as intempéries
A LIBERDADE em estrangulamento, fato
Muita gente passa é já não mais a observa
É só um muro sujo que precisa ser demolido
Mas, para os meus olhos, ela salta em 3D
Tenta se desgarrar como a alma
de um corpo morto que não quer deixá-la ir
A LIBERDADE é persistente
Ela sabe que um dia o muro irá cair
Ela se desprenderá
Levará a vida ao arrepio da Lei
Que perdeu a sua essência
Lei que levanta muros
Lei dos incultos
Lei da unicidade
Lei de atos inseguros
Lei da obstinação
Por melhor que seja
A LIBERDADE não irá se fixar nem no céu
Nem nas estrelas
Não, LIBERDADE não é presa
LIBERDADE é excelência
Expurga a comedida paciência.
Meus homens
Estou cansada das reverências
Tenho como liberdade
A antissocial
A minha própria forma de pronunciar.
Não quero nada que seja comedido.
Quero a relevância do meu próprio ato.
Quero os meus homens
E desejo amá-los a todos.
E nada que seja singular e exclusivista.
Nada de domínio público
Que exaurem os meus recursos mentais.
Não os quero fisicamente
Desejo-os de pés assentes
Mas sem muita intelectualidade.
Imagino-os com as suas esposas e amantes
Suas ternurinhas errantes e eu,
Os quero pelas suas melhores partes,
Aos meus pés pela minha genialidade
Na libertinagem de pensamentos,
Para que tenham sonhos
De um dia possuir, a mim,
A mulher intensidade.
E que ambicionem a minha extravagância,
Para que não morram as minhas nostalgias
E alimente as suas agonias
Daquilo que lhes é imparcial.
Que minha autenticidade
Sempre os deixem na busca
Da minha real personalidade.
Chega de libertinagem! Tolo é o homem e mulher que confunde liberdade com libertinagem. Liberdade é responsabilidade, é o bom senso de agir dentro dos seus direitos sem ferir aos direitos alheios. As "coisinhas sem importância" para um, podem gerar grandes transtornos para outros, por isso meu direito termina onde começa o seu. É tempo de trazer a própria conduta a um exame profundo de consciência, é tempo de renunciar ao que aflige o espírito e abala a moral, é tempo de transição. Na natureza nada se perde, tudo se transforma, esse é o maior poder que Deus concedeu ao ser humano: a própria TRANSFORMAÇÃO... E isso demanda renúncias.
A quem mais é dado, mais é cobrado e a vida cobra sério. Pobre daquele puritano que se julga superior às falhas alheias e não se dá ao direito de aprender com elas, mas tem facilidade de se colocar no lugar de julgar e condenar a quem quer que seja. Frente aos erros e acertos de meus amigos, renuncio aos erros e me abraço aos acertos, porque sei o bem que já me fizeram e sei que somos todos sujeitos a falhas. Um quadro branco com algumas manchas pretas, continua sendo um quadro branco.
A vida bate, irmão. Mas quando bate, ensina!
Sou um homem simples que ama a liberdade e a simplicidade e odeia a riqueza extrema...
Como é bom vivermos despreocupados em sermos ricos, as coisas mais belas desse mundo estão na simplicidade. De que vale todo dinheiro do mundo comparado a vida do Sr Dito que vive lá no sertão, em meio a natureza sem se preocupar com nada. De manhã levanta bem cedo e faz aquele cafezinho de pó torrado em casa, mistura com o leite da vaquinha que acabou de ordenhar, e é logico completa com a farinha de milho e degusta tranquilo sentado na porta da cozinha vendo os passarinhos que junto as galinhas se alimentam da canjiquinha espalhada no quintal. Isso sim é que vida boa, somado da simplicidade, do respeito com seus semelhantes, do jeito de ser puro e amar seu próximo...
Como eu amo e dou valor a tudo isso, e como eu desprezo aqueles que querem serem maiores que a simplicidade, com certeza serei um simples homem que vai morrer um dia e não irei levar comigo a ambição de ser mais daquilo o que sou...que meu Deus aumente a minha riqueza visionária com a maneira simples de viver, tudo o que tenho nessa vida eu tenho certeza que não levarei comigo, somente deixarei nessa terra para poucos que como eu amam o simples da vida, um conselho amem e somem cada vez mais com aqueles que como nós se satisfazem de ser felizes com o pouco que tem e agradecendo sempre a Deus que nunca nos abandonou...
Aos vorazes e dementes por dinheiro deixo aqui meus pêsames, se alimentem de egoismo ratos dementes escravos do dinheiro, de que vale todo seu dinheiro se não conhecem o simples da vida e nem contemplam tudo o que se passa ao seu redor, vermes que vegetam essa a terra em busca de sempre mais e nunca se satisfazem com o que tem...boa vida e aquilo que nunca tiveram e nunca terão, pois a única riqueza desse mundo tem aqueles que são simples de coração e vivem cada dia como se fosse o único, amando e respeitando tudo e todos ao seu redor...
nene policia
Amigos em nome da Democracia que deveria ser a nossa liberdade, usemos do poder de Deus unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo, por uma vida nova ... um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice, e esperança a tudo e todos.
É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, nossa vida, abater as fronteiras da desumanidade, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia e com a força do nosso Senhor Jesus, unamo-nos.
Amigos, estás me ouvindo? Onde te encontres, levanta os olhos! Vês, Amigos? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam! Estamos saindo da treva para a luz! Vamos buscar num mundo novo - um mundo melhor, em que os homens estejam acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergues os olhos, Amigos! A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança. Ergue os olhos, meus amigos! Ergue os olhos e sinta a presença de Deus...
nene policia
Entre na luta,
meu irmão!
Junte-se a todos
que clamam
por LIBERDADE
e FRATERNIDADE!
Sejamos de paz,
queiramos amor
e busquemos a justiça!
A Liberdade do Não-Destino
Só é livre quem não tem destino.
Liberdade é um fio invisível que o vento esquece de soprar,
quase brisa, quase nada.
Um voo de borboleta que não tem pressa de chegar,
basta o traço que corta o ar e some.
Só é livre quem não tem destino.
Quem não guarda os passos no chão como se fosse um mapa,
quem olha o céu sem querer achar respostas.
Quem escuta as palavras, mas não as quer traduzir.
Quem troca a certeza pelo talvez,
quem não se encaixa na jaula do exato.
Liberdade sem amarras é pleonasmo.
Só é livre quem não tem destino.
Quem, perdido, inventa um caminho,
e, ao inventar, encontra algo novo —
não o que procurava,
mas o que nunca imaginou que pudesse ser achado.
Mente livre, ventre livre
Não era liberdade completa, é certo
a lei mantém a condição de objeto.
A liberdade não veio das mãos de quem
escravizou. Nem escravo, nem livre foi
o que o negro se tornou. Mas a liberdade
caçou seu jeito de acontecer. Quando o
ingênuo viu que a verdadeira alforriaera oacesso ao saber.
Liberdade
Eu sou eu, igual a mim só eu, não outro,
com os defeitos muitos em meu ser.
Eu existo, para fazer todo o meu dever.
De outro ou deste meu sempre modo.
Eis que muita gente eu incomodo, pois sei.
Mas também por muita gente, já eu passei,
que muito me incomodaram tanto a mim.
Mas não é por isso que eu incomodo assim.
Antes eu faço isso, porque nas minhas entranhas,
há uma lei, que me faz não ter de falar, vergonhas.
Isso faço eu, para os outros eu muito edificar.
Neste tempo em que há tanto, mau julgar.
A lei que me faz tanto eu escrever e falar,
Essa lei me vai naquele dia também julgar.
Ouvi pois povo do mundo, a lei do vosso interior,
mas ao mesmo tempo ouvi também, a lei superior.
Pois assim deveis vós sempre isso fazer,
para que possais em vós muito ter,
Uma lei de toda a verdade,
e ensinar o povo a ter sempre liberdade!
Liberdade
Não foram os Templários que libertaram Jerusalém,
não foram nem tão pouco, os da luta pelo Islão,
tão pouco os Judeus que estavam na terra de Salém,
Isto no tempo dos cruzados, na luta da terra de Sião.
Jerusalém foi livre, para homens livres, viverem.
Homens de toda a nação, de toda a nossa terra...
Viverem livres numa eterna liberdade, sem guerra,
em esta cidade linda, a eterna e sempre Jerusalém!
Foi o cavaleiro do cavalo branco que veio de cima,
que libertou com espada forte, a cidade de Jerusalém.
Sim ele, muito a ama, desde sempre a muito estima!
Por ela ele morreu, mas a morte, ele já venceu...
Pois é o Senhor dos senhores que ainda vem.
Eis que o mal, com a sua palavra ele fim deu!
Carlos do Carmo
Adeus cantor de trovas de Lisboa, da liberdade de Abril!
Cantavas lindo! Sim foste o do jardim de Lisboa lírio!
Como Camões cantou Portugal, no azul e imenso mar,
Tu por menos, não ficaste no teu valoroso cantar!
Teus "putos" continuam a saltar e a brincar em Lisboa!
A "gaivota" no céu no bairro, da cidade ainda voa!
Só tu não estás mais entre nós! Com tua canção!
Para sempre estás em nosso recordar e nosso coração!
Vais à terra de além, deixando tua saudade, por cá!
Já se ouve no país, o teu cantar e Portugal a chorar!
Por ti choram os que no canto, tu mesmo os lançaste!
Teus filhos, teus netos recordam o amor com que os amaste!
Tua esposa sempre amiga, chora porque já a vieste deixar!
Adeus Carlos do Carmo, que já foste para outro lado! O de Lá!
Livre
Eu vivo livre,
Na liberdade do ventos.
Eu sou livre
Nas folhas dos pensamentos.
Eu, vivo livre.
Na magoas dos pensamentos
da alma.
Eu, vivo livre.
Em alto mar sofrendo...
Eu vivo livre
nas libertação desse único mundo que
vivo!
Inexplicavelmente, fui
Raptado pela
Liberdade de
Amar, sem a
Necessidade de ser
Eterno, porém verdadeiro.
A voz que ecoa em mim
é canto de liberdade que me guia.
É a voz de todas que vieram antes
e ainda caminham comigo.
*escrevendo sobre liberdade dentro da gaiola*
Escrevo sobre as coisas que não concordo
Escrevo sobre coisas repugnantes
Coisas que ferem
Escrevo conselhos
Para eu mesmo...
Sobre coisas que não concordo e não deveria aceitar
Escrevo sobre liberdade, autenticidade e firmeza
Escrevo com clareza a obscuridade
Pois a vaidade me faz acreditar que sou
aquilo já fui um dia....
Oligarquia o indigesto
pois os fazem cães de rua
uivam
e não conhecem liberdade
quem dirá, se quer a lua...
