Poema Certezas

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⁠"Libere-se das certezas do passado,
escolha uma nova atitude."
☆Haredita Angel
(Facebook/ Socorro Oliveira Vieira/
24.03.2013)

Inserida por HareditaAngel

Sem sombra de dúvida,
Em hipótese alguma,
Existem certezas
Indubitáveis.

Inserida por michelfm

não existe grandes
certezas no amor
percebe-se com o passar
do tempo
que apesar de tanta prece
não tem como controlar
o que acontece
dentro da gente. ⁠

Inserida por Ancelmobento

⁠No ontem, as certezas do passado
No hoje, as incertezas do amanhã
No amanhã, o reino das surpresas
Na eternidade, soberano, O Tempo de Deus

Inserida por Leocadio17

Vivemos de buscar certezas
Mas jamais estaremos satisfeitos
Ao obter uma certeza incerta
Vivemos de buscar uma certeza
E morremos ávidos
Em querer sempre
Que ela seja do nosso jeito
E assim espantar aquela dúvida
de que, por que será
Que a nossa certeza
Apesar de tornar este mundo
Um lugar pra lá de perfeito
Jamais
É a certeza certa
Viramos a mesa
Mantendo a alma na dúvida
Obtemos certeza incerta
Sem perceber jamais
Que a vida é somente viver
Havendo sempre a opção
de poder estar feliz
Vivendo do jeito
que sempre quis e desejou
Pedindo a Deus
A certeza de que nunca mais
Vai precisar pedir nada
Além daquela paz
tão desejada quanto certa
Pois a certeza mais cristalina
Que Deus nos concede
e também que o tempo ensina
é que, neste curto espaço de vida
Não existe certeza de nada.

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva

Qual seria a graça dessa vida
Se fosse feita eternamente de certezas
E a gente tivesse a receita
E conhecesse o momento exato
da morte, do erro
e de encontrar o grande amor
Que um dia há de perder.
A mesa posta na hora certa
A resposta sempre positiva
Nenhum curativo ou corte do dedo
Aquela pessoa que deixou saudade
Ao morrer na infância da gente
Ainda está viva
O alívio imediato
Ausência do medo
Comida que a gente gosta
No prato de porcelana
O segredo da vida pintado
No óleo sobre tela
Pendurado na nossa parede
No gancho a rede
Lençóis de algodão egípcio
Seria muito bom no início
Mas que graça tem isso pra nós?
Se gente aprende muito mais
Devido ao amor fingido
A dúvida da falsa amizade
Na pergunta sem resposta
Presença muda
Olhar evasivo
A lágrima que ficou
A tristeza que invade
Chuva no final de tarde
Justamente
Quando era hora de voltar pra casa
Faz parar um pouco e lembrar
Que ninguém te espera
Me diz a graça que tem essa vida
A ser sempre um circo de feras
O pote de ouro
Dinheiro contado
Dois Sóis a brilhar de dia
A estrela
que havia na madrugada
Se apaga pra eternidade
A menor distância
Entre a dúvida
e a suposta verdade
O rosto escondido atrás das mãos
Toda a certeza que existiu na vida
A frágil alegria
Chega um dia em que nada é igual
Não passa de cristal que se quebrou
Qual seria a graça dessa espera
Se um dia
A gente não chegasse à conclusão
Que a própria vida em si
Não passou de mera ilusão?

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva

Eu peço à vida
Que todas as minhas certezas
Venham sempre abençoadas
Pela dúvida que as obscurece
Mesmo que em nada mudem
Pra que eu não me iluda também
E que possa prosseguir
Vivendo de morrer
Como tantas vezes fiz
Com a fleuma da alma ativa
Que viu secarem mil jardins
E que era amigo de uma flor em cada um
Pra que a vida me guarde
E que eu não me sinta jamais
De posse de verdade alguma
Pois é isso que torna os tolos
Incapazes de rir à toa
Naquela hora boa
Em que a gente tropeça
E que eu nunca me esqueça
Que flores se vão
E as quedas vem
Quanto à sabedoria
Por enquanto eu não a tenha
Pra que assim
Eu possa me perder completamente
Pois gosto de ficar
Pra bem distante do que eu vejo
Quando me vejo
Diante da insanidade tamanha
Encontrada no falso equilíbrio
Travestido de força ... e certeza
A beleza da vida
É sabê-las inexistentes
Mas a graça maior da vida
É vê-las mundo afora
Nas caras dos que as tem nos bolsos
e as trazem nas falas.
É por isso que eu peço à vida
Pra que me afaste desse subterfúgio
E me traga a certeza
De todas as minhas dúvidas
e minhas fraquezas
Quando a mentira jurada
Se torna verdade com o passar dos anos
À vida eu não peço mais nada
Peço aos olhos luz
Como num prisma
Pra que enxerguem a alegria
Mesmo que pouca
E que ao final do dia
Decantada ela seja
Mesmo que não mudem nada
E sejam rudes
Rudes, qual poesia que ora faço
Contrastando esse mundo suave
Ao qual não pertenço
E que cada olho a veja de uma forma
Apartando aquilo que são normas
daquilo que eu chamo bom senso.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Eu quero fugir
Das idéias
Eu quero ir pra longe dos pensamentos
Que me cercam de certezas obscuras


Eu não quero mais entender
Alguém me leve de volta, quando eu podia escolher um lado
Meu lado agora é sob os escombros morais
que antecedem a ruína material


Me sinto doente em saber, e em não saber
Estou rouca de tanto gritar no silêncio, e não ser ouvida
Me sinto doente em saber
que existe uma conveniência em tudo isso
e que isso me torna doente e o mundo são


Me assusta o diagnóstico certo, da doença que me assola a alma
Mas sinto que se eu me curar, eu estaria mais doente ainda
A idéia de aceitar ou conviver com essa realidade
transforma a minha loucura na sobriedade mais avassaladora que eu já senti


Escrevo na esperança de não me engasgar com as palavras
um engasgo mental, quase fatal
De tudo que me assola e me atormenta
Escrevo, no fundo, para que eu nunca deixe a loucura perdida
e me torne alguém saudável
nesse mundo doente

Inserida por madcarolina

A neblina não esconde o caminho, ela apenas revela a coragem que falta para seguir sem certezas.


EduardoSantiago

Inserida por EduardoSantiago

⁠Complexidades humanas
Certezas e devaneios
Água, terra, sol ou chamas
Das teses que ainda não vejo
Humanas complexidades
Olhares de dor ou pudor
Estranhas as falsas imagens
Do ego que se insinuou
Complexidades humanas
Humanas complexidades
Talvez o desejo que inflama
Destrói do seu olho a verdade…

Inserida por noi_soul

⁠eu não dou conta de mim
por isso deságuo em letras
nas minhas estranhas certezas
deixo o rio brotar
a água, fluida de grandezas,
devolve a alma à presa
até a dor passar…
límpida
serena
viva
renasço
[escrever é meu desaguar… ]

Inserida por noi_soul

Sei te amar

Conheço suas dúvidas
Suas certezas
Conheço sua beleza por dentro e por fora
Posso dizer...
conheço você
Sem medo de errar posso dizer...
eu sei te amar
Já fui sozinho
Já conheci outras
Em tudo posso dizer
Nada é melhor do que você
Ainda que eu tentasse
não conseguiria esconder o que sinto por você
Te conheço e me conheço
E mereço seu amor
Quero te entregar meu sentimento
Quero te amar

Leone Alves

Inserida por silvaniracelia

E aquilo tudo que doía, iria passar. As escolhas erradas, também faziam parte do caminho, porque a vida tinha um plano pra mim que nem eu mesma conhecia.

Parei, cansei de ser levada pra lá e para cá pelas correntezas, sou concha, sou sal, sou sol na areia a enfeitar. Pode admirar . 😌👊🏿🧜🏻‍♀

Morando em ti...



Conheço bem o afeto de seu coração
Seu pensar, seus desejos e penares
Sua alva alma, que brinca com a minha
Onde lhe reside a estrada de todo meu canto
Em cada canto, semeio rimas, versos e pranto
E versando, me toma cissura do sim e do não
Tenho em mim um passarin, ânima de emoção
Por isso, não importa, se sua construção
É meu cativeiro, universo ou alçapão
Nele, respiro e encontro a luz de seu encanto

Dúvidas e respostas

Dúvidas, medos e curiosidades são coisas que temos durante nossas vidas, durante nossas observações. Mas ao passar do tempo algumas respostas nos veem à toa, algumas dúvidas nos somem e a certeza nos consomem diante fatos, nossos medos param de existir e começa a brotar em nossos corações coragem para seguir em frente e feliz. Deus sempre tenta nos mostrar que tudo tem sua hora, o seu motivo e seu porque, mas como seres humanos somos apressados e impacientes e buscamos no agora a resposta de tudo.
O hoje é a construção de um tempo passado para o futuro e o amanhã é o trabalho feito no novo hoje. Se aprendermos a conviver com o tempo conseguiremos verdadeiramente ser felizes, pois todas as respostas estão no tempo e não nas dores.

MINHA CERTEZA ABSOLUTA

Perdi a inocência daquele amor juvenil,
Que se largava, sem questionamentos.
Hoje, te amo desesperadamente...
Mas as prateleiras da minh'alma,
Cheias de conjecturas,
Procuram ordenar a maré das minhas emoções,
Para que ela não extrapole o aceitável.
A menina presa na minha maturidade espiritual de hoje,
Quer jogar suas tranças e fugir da torre do teologicamente correto...
E correr descalça pelas praias maravilhosamente experienciais,
Da minha infância...
Onde eu rolava com meu Jesus
Nas ondas de uma paixão desavergonhada,
E tinha certezas absolutas, próprias da inocência.
Minha alegria é saber,
Que se eu mudei...
Meu Senhor permanece o mesmo,
Em sua perfeição atemporal.
Posso buscar aquelas praias do mar...
E se não conseguir mais rolar na areia...
Vou simplesmente me assentar aos seus pés,
E ficar...
Já descalcei meus sapatos...
Depois de 20 anos, 1 dia, dez minutos,
Não importa, tempo demais!
Pisei aqueles lugares eternos de outrora,
olhei,
E para minha alegria...
Ele já estava lá...
Ele já estava lá!

Casa desarrumada
Pior que uma casa desarrumada é não ter um lar.
Não quero desarrumar nada, só digo uma coisa:
A alegria de viver é o que importa!
Ser alegre, mais que tudo, é saber que a casa não tem dono.
O dono? É tudo que enche de vida:
a chama no fogão, aquecendo o leite;
a cadeira de balanço ressuscitando lembranças;
os livros na estante provocando a beleza das ideias;
o amor prestes a acontecer no embalo de uma valsa;
o assoalho da sala sem brilho mostrando o movimento de gente;
o rosto alegre de um cão que, pela idade avançada silenciou o latido;
a doce voz de uma mulher reclamando "amor".
Uma casa de cheia de poucos amigos.
Desarrumada, assim como minhas certezas, é minha casa.

Rotas.... partiu... não pode ser ali!

VEJO onde no escuro absoluto, tudo está vivo, luz que cabe, meramente permite se ter o que verdadeiramente contempla, o nada fica, o vácuo é vazio, se entende o morno de ser, e tudo que se caracterizam na dita fala, e o que nada que dita o seu ser!

By eujuse

⁠O TEMPO DAS PALAVRAS

O tempo me entregou palavras.
Ora cruas, abertas em veias,
escorridas em derivados.

Quando as toquei, já estavam apegadas.
já haviam se aprontado de raízes,
impregnadas de sais e pés amanhecidos.

Poderia garimpar aparamentos,
entre as horas tremulas e as certezas movediças.
Poderia reparar atrelamento, deixar que ficassem sem face.

Em vão tateei o criador de palavras.
Elas já haviam se cingido em mim.
Meu rosto passou a ser as palavras que colhi.

Carlos Daniel Dojja