Pessoas que nos Magoam
Medíocre é quem recorta fala para gerar sensacionalismo desnecessário para que as pessoas gerem pensamentos distorcidos.
Voto e convicção política são nuances flutuantes na vida das pessoas.
Aprendam a não perseguir quem pensa diferente, quem votou diferente de você ou nem votou em você, enfia uma coisa na cabeça: ninguém namora ou casa sobre pressão nos tempos de hoje, e no campo político é a mesma coisa.
Não busque adversários onde não existem, aprenda a tratar as pessoas com proximidade e simpatia, não há pessoa cativada que não se renda à você.
Eleitor não se pressiona, não se bane, não se espanta, e sim se conquista.
Enquanto a política for usada como justificação para fazer o mal na vida das pessoas o Brasil não vai para frente. Nada vai para frente neste país.
Show com aglomeração ou qualquer atividade que aglomere pessoas é repetição do que já não estava dando certo, certamente esta não será a última pandemia. Hábitos antigos conduzirão a Humanidade para erros antigos ou destino ainda pior.
Convergir sobre o quê é importante para a sobrevivência comum e parar de cultuar pessoas com comportamento problemático seria um grande recomeço para o todo o país.
O apreço a liberdade é um valor a ser cultivado para que as pessoas não venham a delinquir, e quem delinquiu encontre a chance e o significado de não reincidir no mundo do crime.
Hoje de maneira muito sacrificada as pessoas têm acesso à Internet. Aulas de arte, artesanato e música ainda não estão democratizadas, mas a Internet ajuda a quem deseja aprender e pode pagar pelo sinal de Internet.
Que espécie de pessoa diz que quer ajudar pessoas atacando outras? Logo é uma pessoa que não quer ajudar, e sim causar desestabilização, não gosto de gente assim. Sou da boa paz.
Em qualquer local ou circunstância: pessoas insistem em cultivar agressividade, ironia e falta de discernimento por capricho, aceitação social ou intransigência, são estas as pessoas com os seus atos levianos que abrem portas para o quê há de pior e arruinam Nações inteiras.
As pessoas arrotam que são conservadoras, não sabem e nem praticam o conservadorismo. Ser conservador não é ser perseguidor e nem mal educado. Ser conservador é manter os valores tradicionais que sustentam uma sociedade.
Não há coletivo de pessoas no mundo que crie um movimento social sem algum tipo de necessidade. Desqualificar o movimento negro é uma vilania tremenda, e é desqualificar todos os demais movimentos sociais. Se precisar eu desenho para você.
O problema não é ser de direita, centro ou de esquerda, o problema é a ambição que pessoas assumem para si mascarada numa fantasia de fazer parte de um plano de poder que também pode ser nomeada por fanatismo. O fanatismo destrói com o patriotismo e arromba com o nacionalismo.
Existem pessoas dignas de pena, e isso é uma coisa muito triste. Quando alguém me olha com pena, sinto que perdem o respeito pela minha história e enxergam apenas a figura fragilizada. Essa “solidariedade” envenena mais do que auxilia, pois revela preconceito velado, acham que minha existência se resume ao sofrimento, e não ao ser humano que ainda resiste.
A intolerância chegará a tal ponto que as pessoas inteligentes serão impedidas de fazer qualquer reflexão para não ofender os imbecis.
Vejo no rosto das pessoas o desejo de julgar-me sem conhecer minhas lutas, qualquer pergunta sensata sobre meu estado gera desconforto, pois confronta uma realidade que preferem ignorar. Nesse cenário, minha busca por entendimento e diálogo se tornam silenciadas, o medo de “ofender” alimenta intolerância ainda maior.
Pessoas mal resolvidas andam destruindo outros seres humanos, vejo o reflexo dessa destruição em cada comentário disfarçado de “conselho” que recebo, como se eu precisasse de “dica de vida.” Reconhecer a dor alheia como um projeto de poder me faz repelir qualquer ajuda guiada por interesse, mas também me isola, pois me torna cético até diante de intenções genuínas.
As pessoas são cruéis, elas têm medo de tudo que é diferente, porque a gente revela como elas são absurdamente iguais e entediantes, meu corpo marcado pelas sequelas e meu discurso melancólico mostram a quem me observa que a vida é dura, e isso assusta quem prefere ignorar qualquer desconforto.
Ao me ver diferenciado, projetam insegurança, ofendem-me até que eu me cale, e só depois percebem o quanto a uniformidade que tanto prezam aprisiona todos numa ilusão de normalidade.
Algumas pessoas se vão e, quando voltam, não cabem mais; não é rancor, é tempo. Tempo que moldou novos contornos em suas almas, que escavou distâncias silenciosas entre nós, e fez do reencontro um espelho onde já não nos reconhecemos. Porque certas ausências não se medem em dias, mas em metamorfoses.
Aprendi da forma mais dura: deixar o coração de lado e usar o cérebro como escudo. As pessoas são guerras silenciosas, pensam em si antes de estender a mão. Minha compaixão virou alvo, minha fragilidade, exploração. Hoje, sou um general cauteloso, planejando cada passo
em terreno hostil, pois a confiança cega só trouxe dor.
