Pés de Criança

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Efêmera

Sou quem planta a planta dos pés
no fundo do rio das ariranhas
na poeira cósmica
no vértice do kilim

Nada me enaltece
nada me tortura
para cada sensação
revolvo as quimeras da infância

É volátil o voo da emoção
é como seguir os rastros que deixei
nas infinitas dunas em que caminhei

Todo elemento com o seu movimento
cada momento, enriquecimento
os meus fascínios, passatempos.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Teus sinais me confundem da cabeça aos pés, mas por dentro eu te devoro. Teu olhar não me diz exato quem tu és, mesmo assim eu te devoro. De frases róseas ditas por uma boca de mel, embebo-me desse cálice o qual não apto estou a perceber as velhas e amargas raízes desse licor tão doce. Junto-me ao frenesi poético das penas e das tintas que querem marcar o mais desejado dos papéis. Vejo flores em você e entre essas flores mando novas flores feitas de pétalas do mais puro desejo, botões velados do anseio de em dia de chuva brotar raiz em teu peito e em dia de sol desabrochar breve, suave e constante sobre sua bela face. Entre tantas perguntas, livros mal lidos por falta de concentração e pequenas e brandas mentiras, sinto que às vezes esconde de mim as poeiras de tua vida marciana. Muitas vezes me faz cera ao ignorar minhas candências. Se ouso, dissuade-me. Se atrevo, inibi-me. Se falo, cala-me. Dissuadiste-me sem nada dizer. Inibistes-me em puro silêncio. Por que não cala-me estas palavras com um som onomatopéico de um beijo?

Inserida por NHETOMIL

Mudar: Coragem de encarar seus erros. Vitoriosos são aqueles que os coloca sob os pés e saltam. Covardes são aqueles que se escondem neles.

Inserida por rosanandrade

⁠Ele mergulhou até o fundo e ela só molhou os pés. Não perca a fé. Garoto. Mulher é curiosa, ela vai querer ver o que tem no profundo desse amor.

Inserida por AndersonS

⁠MEU OLHAR DE TERNURA

O meu olhar revela teus pés curtos,
Tuas mãos estendidas latentes,
Por entre teus passos alargados.

O meu olhar te avista,
Fulgurante escarlate,
Vestida de rosa tule carícia.

O meu olhar te reclama,
Quando a lua se ascende no sol,
Para te clarificar instante.

O meu olhar furta ausentar-se,
Ao te mostrar repleta procura,
Na pálpebra da manhã que te advinha.

Porque o meu olhar,
Tão cheio de ti,
Na singeleza quer desvelar, tão só tua ternura.

Inserida por carlosdanieldojja


Quando por frágeis pés me soerguia,

Desejava memoriar nuas andanças.


Quando vinha-me o vozerio do entrelaçar,

Eram as palavras que me queriam recontar.


Quando se anunciou o andar do falar,

Comecei a sonhar-me com o sentir.

Inserida por carlosdanieldojja

⁠"Quando chegamos aos pés da cruz de Cristo, toda carga pesada é removida das nossas costas".

Inserida por jefferson_santos_11

Ser livre realmente é ter coragem de expressar os seus sentimentos sem se preocupar com o que as pessoas irão pensar. Como elas irão julgar isso faz par do caráter delas e não da sua forma de viver.

Inserida por fiorehsotana

O deserto vem para nos ensinar que precisamos rever conceitos sobre nós mesmos e sobre as outras pessoas, mas ele também vem quebrado velhos paradigmas que muitas vezes carregamos por anos. E isso nos traz libertação para viver algo novo de Deus em nossas vidas.

Inserida por fiorehsotana

⁠" Não precisamos ter o mundo aos nossos pés para ser feliz, precisamos estar aos pés de Jesus Cristo para estarmos feliz com Deus ..."

#Essa é a promessa de Deus ...

Inserida por Roberto_Jr

Ponto a ponto, da moleira aos pés, vou compondo este encontro de dobras em silêncio.

Inserida por RafaelZafalon

⁠Um dia de cada vez

A terra seca sob meus pés
não é menos dura que o peso do dia.
O corpo ainda aprende a habitar-se,
a não exigir mais do que pode,
a suportar o silêncio sem o entorpecimento do esquecimento,
a segurar o fruto da liberdade que insiste em escorrer pelos dedos.

Já fui campo sem cerca,
onde a ânsia galopava sem freio.
Uma chuva que não rega,
e apenas fere a raiz.
Hoje sou roça semeada
na paciência do tempo,
esperando que algo brote.

Há uma fome que não se vê,
uma sede que não é de água.
Elas gritam no calor do meio-dia,
na solidão dos olhos que evitam encontros.
Mas eu, com mãos calejadas,
mesmo após uma década,
aperto o arado do instante
e traço linhas que só o amanhã saberá decifrar.

Sei que as marcas do passado
não se dissolvem como o barro das unhas.
Elas permanecem, silenciosas.
Mas, enquanto o sol nasce,
me permito regar o presente.
Um dia de cada vez.
E isso, por agora, basta.

Inserida por Epifaniasurbanas

Tamoatá

Tamoatá não é só um peixe,
é uma palavra que aprendeu a andar.
Inventou pés onde só havia barbatanas,
carrega no casco histórias que desafiam o seco
e planta memórias no fundo das lagoas vazias.

Quando a água foge, ele permanece.
Não se assusta com a ausência,
seu sonho o umedece.
Respirar fora d’água é a poesia do Tamoatá:
ele mastiga o ar como quem se alimenta de esperanças.

É peixe do mato, de água pouca e chão úmido,
veste o barro como quem carrega sua pele.
Faz-se rio onde só há poeira,
e, no silêncio das várzeas secas,
aprendeu a ouvir a fala das poças.

Tamoatá é peixe caipira,
conhece o mato como quem conhece o caminho de casa.
Ele não tem pressa,
faz do brejo um campo de repouso.
Com seus pés de peixe, planta passos na terra molhada,
ensinando ao tempo a ser lento, a ser raiz.

Ele prova que, fora da água, a vida também tem suas correntes,
mesmo que sejam mais lentas.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Manifesto analógico

Caminho ao contrário da pressa digital.
Meus pés fazem questão de tropeçar.
Gosto de esbarrar nos nomes,
perder o rosto e achá-lo na lembrança.
Lembrar os números e discar.
Deixar a voz ferver no ouvido sem acelerar o áudio.

Não quero que um robô faça o que minhas
mãos ainda tremem para fazer.
Escrever torto, borrar o caderno, errar sem a
opção de apagar.
Minha mente é ilógica, se perde no meio da
frase porque está ocupada sentindo.

Fora do trabalho, me divorciei do virtual.
Não confio o que amo às nuvens —
nuvens não sabem ficar.
Mudam de forma, trocam de nome,
desaparecem sem se despedir.

Voltei a imprimir memórias,
fazer backup na gaveta,
guardar fotos para que o tempo não as engula.
Escrever cartas com minha letra,
imprimir no texto minha personalidade.

Não tenho pressa de chegar a lugar algum.
Dificilmente chegarei ao dobro dos anos de hoje.
O destino já não me interessa tanto quanto o caminho.
Quero o que importa perto.
Quero ter rabiscos nas margens dos livros,
esperando o reencontro com minha versão mais ingênua.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Eu gosto é de viajar nas asas da imaginação. Cabeça nas nuvens, mas os pés no chão.

Inserida por iolandabrazao

⁠Apóstolo



E quando eu o vi,
Aos seus pés caí!...
E eis, que fiquei, como um morto!
E diante d'ele, permaneci, torto.

Mas este, que é o eterno,
Me tocou, com sua destra.
A mim, João, que fiquei também, trémulo.
E disse-me: Palavra esta...

Olá João amigo, meu!
Porque tens medo?
Sou Jesus, sim, sou eu!

Então, não temas!
Para ti , vim cedo,
E te digo: Vai! Anuncia no tempo, as cousas eternas!...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠As marcas do sucesso de uma bailarina, estão nos seus pés.

Inserida por Colicigno

⁠A qualquer momento Deus tira o chão dos seus pés, por apenas saber que você já pode voar.

Inserida por Colicigno

⁠Seu passado não mora longe, sempre esteve sob seus pés.

Inserida por Colicigno

⁠Linda dos pés a cabeça... poesia , música, letra... canção... ela é demais da conta... constelação!!!

Inserida por bebelia2000