Pérolas
O brilho teu sorriso é como uma pérola 💎, teu olhar é como o brilho das estrelas 💫 e acredita porque dentre todas às outras você é a mais linda ❤️
Seja uma pérola na vida de alguém e faça a diferença num mundo onde o amor está frio e esqueceram o que um abraço
Senhor, assim como a ostra que produz uma pérola a partir de um grão de areia que a fere e a faz sofrer; que Tu me concedas sabedoria, graça e força para transformar cada grão de areia da minha existência em uma bela pérola para Teu louvor.
Sou o grão de areia que não incomodou a ostra: por este motivo a ostra não gerou uma pérola. (Donizete de Castilho, 18.10.2013)
O passado é apenas uma série de momentos. Cada um perfeito. Absoluto. Uma pérola no colar do tempo.
Pérola, sinônimo de pureza para os gregos, para os romanos sinônimo de amor e prazer. Em qualquer etnia a pérola é sinônimo de beleza, de valor, demonstra a nobreza e eleva a autoestima, não importa o grupo étnico, a pérola sempre representará o melhor que se pode oferecer. E você é uma pérola por natureza, oferecendo o seu melhor a este mundo frio e tão carente de sentimentos, uma madame sem igual, uma jóia em sua simplicidade, em seu sorriso, com este olhar reluzente oferece de forma singela o que preciso para ser feliz.
eu queria ser um mergulhado
sabe para que ?
R:não,para que ?
para ir em busca de uma perola, mas lembrei que não prencisa,
já encontrei a joia que é você
Amor & Dor...
O amor e a dor são como moedas: têm dois lados. A pérola não existiria sem a presença de um corpo estranho (pedra) no seu organismo. è a dor provocada pela pedra que gera a pérola na ostra.
Saiba disto! Quando você abre a porta para o amor, a dor entra junto, porquanto, são inseparáveis. andam juntos sempre!
Pense nisso...
O amigo Valdemar Fontoura
A esperança é um conhecimento; é uma pérola que deve ser guardado e ao mesmo tempo distribuído, ela se multiplica-se cada vez que é distribuída.
Um amigo precioso nós devemos cuidá-lo como um vaso delicado pra não cair... ou como uma pérola preciosa para não perde-la em momentos de tempestades... um verdadeiro amigo vai te olhar nos teus olhos e não nos bens que você possui. Um amigo de ouro vai querer sempre saber como que você está nos momentos de suas enfermidades... Ele te dará apoio...
[A CRITICIDADE É A PÉROLA DA OPERAÇÃO HISTORIOGRÁFICA, E A PRINCIPAL CONTRIBUIÇÃO DOS HISTORIADORES PARA A SOCIEDADE]
O que mais fizeram os historiadores ao longo de dois séculos de aprimoramento de sua ciência histórica foi adquirir capacidades de analisar criticamente os textos. Quando um historiador examina uma notícia de jornal, ele não a toma meramente como fonte de informações, mas sim como discurso a ser analisado, compreendido, problematizado. Fazemos isso ao ler criticamente um jornal do século XIX ou da primeira metade do século XX: identificamos o seu polo editor, o conjunto dos seus anunciantes, as suas diferentes faixas de leitores, a polifonia de textos que estão abrigados em um exemplar de um jornal diário. Ao analisar um texto jornalístico, avaliamos o seu vocabulário, bem como a escolha, nada neutra, de palavras. Deciframos o conjunto de interesses que o movem, indagamos sobre as pressões que o confrontam, identificamos as distorções e manipulações, avaliamos as informações seletivas que são oferecidas pelo texto, e os silêncios que gritam nas suas entrelinhas.
Jamais examinamos um texto jornalístico apenas em si mesmo, como se ele dissesse tudo apenas com as palavras que nele estão abrigadas. Investigamos a sua intertextualidade, comparamos o texto em análise com outros, antecipamos os seus efeitos (que também foram antecipados pelos autores do texto jornalístico). Embora um jornal de determinada época possa trazer informações a um historiador, são principalmente os discursos que nele se entrelaçam que se tornam o principal objeto de análise. Abordar com capacidade crítica os discursos (e as informações que por estes são disponibilizadas, e como são disponibilizadas) é a base da metodologia de análise de fontes da qual precisam se valer os historiadores, e que tem sido a sua grande conquista metodológica ao longo de séculos. Tudo isso corresponde ao que poderíamos sintetizar em uma palavra-chave: ‘criticidade’.
A criticidade é o produto mais refinado da História enquanto campo de saber. Dos historiadores mais ingênuos que aceitavam acriticamente as descrições depreciativas elaboradas pelos antigos senadores romanos sobre os Imperadores, seus rivais políticos imediatos, aos primeiros historicistas que situaram estas descrições nos seus contextos políticos, sociais e circunstanciais, há um primeiro salto relevante. Das análises historiográficas ingênuas, que não decifravam os discursos laudatórios das antigas crônicas régias, aos métodos sofisticados de análises de discursos, temos um longo desenvolvimento que é talvez a principal conquista dos historiadores. De fato, dos primórdios da crítica documental aos dias de hoje, nos quais os historiadores diversificaram extraordinariamente as suas técnicas voltadas para a leitura e análise de textos, temos um potencial crítico-interpretativo que se desenvolveu extraordinariamente. Analisar os discursos presentes nas fontes, diga-se de passagem, requer a mesma capacidade crítica que deve ser conclamada para analisar os discursos contemporâneos. Por esta razão, quando alguém aprende a criticar fontes históricas de períodos anteriores, desenvolve concomitantemente a capacidade de criticar textos de sua própria época. Tenho a convicção de que a transferência social desta capacidade crítica é o bem mais precioso que os historiadores podem legar à sociedade que os acolhe, e que ampara a sua existência através das universidades que os abrigam e dos interesses de diversos tipos de público pelos livros de História.
[trecho extraído de BARROS, José D'Assunção. "História e Historiografia: todas as relações possíveis" In A Historiografia como Fonte Histórica. Petrópolis: Editora Vozes, 2022, p.74].
Pérola Aos Porcos por Saik
Afinal pérola não foi feito pra porco
Eu erro também afinal não tô morto
O que pra todos é muito, pra mim ainda é pouco
O interior de alguns as vezes me parece tão oco
Incrível que tudo por conta de escolha
Bando de enrrustido que fica na encolha
Prefiro meu mundinho, meu universo, minha bolha
Do que dar um gole dessa garrafa que não vale nem a rolha
Talvez o problema seja eu que não sou desse planeta
Ou talvez eu que seja muito doido e esse mundo careta
Mas se voce está lendo isso e me entende, me prometa!
Quando a vida te trouxer a conta, seja luz e amor, deixe gorjeta
pérola
Quando a onda se aquebranta
em espumas lá na areia,
a jangada se alevanta;
quem é d'água não mareia!
Marinheiro que se encanta
não enjoa nem se espanta
com o canto da Sereia...
Não dê pérola aos porcos, galos e àqueles que desprezam coisas valiosas, dê-lhes migalhas de coisas vis, pois assim se fartarão e satisfação seus pobres apetites, sua infinita pequenez já estará momentaneamente plena
A Pérola e o Grão
Ostra tranquila, em mar sereno,
não sabe do brilho que pode criar.
É no aperto do grão, no toque terreno,
que nasce a pérola, para reluzir ao mar.
Feliz é a ostra que nunca sentiu
o incômodo rude da areia a ferir.
Mas é na dor que o brilho surgiu,
é na lágrima bruta que a vida há de vir.
Não é fraqueza sentir-se ferida,
é a coragem de encarar o vazio.
A ostra se fecha, se faz recolhida,
mas dentro do peito, transforma o frio.
Assim somos nós, na maré do viver,
cicatrizes que doem, grãos que se vão.
A alma, em silêncio, aprende a crescer,
e faz da tristeza uma nova canção.
Pois, ostra feliz não faz a beleza
de uma pérola rara, nascida da dor.
Aceita o grão, e na sua dureza,
transforma a vida em puro valor.
Que a tua lágrima, então, seja luz,
um brilho suave em meio à escuridão.
Pois, a ostra feliz, em paz se seduz,
mas é a dor que faz a pérola em teu coração.
O amor é uma fonte inesgotável
de inspiração e expressão,
e ele pode ser revelado
em diversas formas,
sejam elas alegres, dolorosas,
simples ou profundas.
