Perigo
Cabelos Desarrumados...
Vejo, com olhos ainda dúbios
O desejo e a gratidão do perigo,
Deste olhar certo em minha direção.
Sorri observando seu conturbado
Tentar de seu esoterismo, até hilário,
Adivinhar o que estaria por acontecer.
Foi neste beijo na chuva
Que sua boca ficou muda,
E meu coração redeu-se sem pudor.
Desculpem-me aos apreciadores da beleza comercial,
Mas uma mulher com cabelos molhados
E desarrumados é tudo de mais sensual.
Jorge Jacinto da Silva Junior
Em resposta a qualquer indireta, meu silêncio é uma arma. E quem se submeter a este perigo, estará confrontando com a letalidade.
O perigo mortal do moralismo tem se tornado uma constante tentação para a igreja e um sempre-conveniente substituto do Evangelho. Claramente percebemos que milhares dos nossos vizinhos pensam que o moralismo é a nossa mensagem e somente a mais ousada pregação do verdadeiro Evangelho será suficiente para corrigir essa impressão e levar pecadores à salvação em Jesus.
O inferno estará cheio de pessoas “bem criadas”. Os cidadãos do Céu serão aqueles que, pela completa graça e misericórdia de Deus, estarão lá pela justiça de Jesus Cristo creditada a eles.
Moralismo não é o Evangelho.
Filhos de hoje 90% desejam a morte dos pais,
Se os pais possuir alguns bem então ele corre perigo.
Os jovem de hoje esta dando nojo,
A maioria come ,bebe,dorme de graça e ainda quer ter razão.
Pai e Mãe tem que aguentar calado a falta de educação desses filhos podres, que só quer viver pendurado sugando sangue dos pais feito parasita.
Querem tudo de graça se a lei não mudar o mundo ficara afetado de parasitas ,drogados e vagabundos.
Calamidade publica.
Antigamente se criava filhos hoje se cria vermes ..
Já perdi o medo, perdi a noção do perigo, sem você já até consigo viver por viver, só vivo por você, meu coração bate sem te ter.
O muito procurado tá muito perdido.
O muito calado traz muito perigo.
O muito amostrado nunca é bandido!!.
Na arte da guerra, quando o diálogo falha e o perigo é certo, a única virtude que resta é a coragem das armas.
O Perigo do Julgamento e a Verdadeira Fé
Não devemos julgar as outras pessoas, pois nossos próprios olhos podem nos enganar. Podemos ver o que é errado como certo e o que é certo como errado. Cristo mesmo foi julgado injustamente, estando correto, para que não venhamos a incorrer na mesma sentença que foi dada a Ele e aos Seus servos.
Muitas vezes, Cristo nos envia ajuda por meio de alguém de uma denominação diferente da nossa, e nós, sem ouvir uma única palavra, rejeitamos essa ajuda.
Não é preciso estar em uma "igreja errada" para se desviar. Basta não seguir os caminhos que Cristo pede. Frequentemente, a verdade está na doutrina da nossa igreja, mas essa verdade não reside em nosso coração. Assim como os fariseus, corremos o risco de rejeitar a Cristo mesmo dentro do templo.
Às vezes, ela ansiava por um pouco de perigo. E era por isso que tinha um clube do livro.
A importância da crítica e o perigo do puxa-saquismo.
Por Aline Caira
Nem sempre é fácil ouvir críticas. Elas nos desconcertam, nos confrontam, às vezes doem. Mas é justamente nesse incômodo que mora a chance de evolução. A crítica verdadeira — aquela que nasce da observação honesta, da coragem de apontar erros com responsabilidade — é um presente que poucos sabem oferecer e menos ainda sabem receber. São as críticas que nos obrigam a refletir, a rever posturas, a enxergar o que antes passava despercebido. É dos críticos, ainda que duros, que tiramos os maiores ensinamentos sobre nós mesmos, sobre nosso trabalho, nossas atitudes e nossos limites.
O puxa-saquismo, por outro lado, é o veneno da estagnação. Alimenta egos frágeis, constrói castelos de ilusão, mascara incompetências e transforma o ambiente em um teatro de falsidades. Quem vive cercado apenas por aplausos vazios se perde na própria vaidade e não evolui. O puxa-saco não ajuda, adula. Não aponta o erro, esconde. Não deseja o crescimento do outro, mas sim a sua própria conveniência.
A sociedade precisa reaprender a valorizar a crítica honesta e parar de premiar o bajulador. O crescimento real não nasce da aprovação constante, mas da disposição de encarar os próprios defeitos e transformá-los em força. É necessário ter humildade para ouvir e maturidade para mudar. Quem só se cerca de quem aplaude tudo o que faz, está fadado a repetir os mesmos erros — com plateia.
Por isso, celebro quem me critica com respeito e verdade. Essas pessoas são raras, mas fundamentais. Porque não são as palmas que nos moldam, são os toques sinceros da realidade que nos forjam. E é nesse confronto com a verdade que deixamos de ser versões superficiais de nós mesmos para, enfim, nos tornarmos melhores.
