Perdi uma grande Amiga
Grande sede lhe e assola e cerca
Corrente sazonais sopram ao velho continente da terra, de origem singular da terra dos Benguelas
Condensação de eflúvio ao sopro em direção ao continente, faz com que sua secura seja constante
Saibro rubro mais que meu irmão do Norte o Saara, sem chance para o esfriamento da água
Fósseis são companheiros de nenhum lugar no mundo encontrar em seu esplendor
Cemitério daqueles que já se foram a bastante eras, cauterizador ardiloso, porém com os arcaicos foi um pai
Fez morada em seu seio proteção aos esquecidos pelo tempo, dos seus habitantes abrigo amigo
Se fez frio ao dia para aliviar a exaustão da coroa do rei Sol
Na noite aqueceu com seu abraço afago, do terrível vigia que o cerca por todos os lados
Baobá sagrado que faz brotar o nada a vida cerque as fronteiras marcando o termino do fim, seu sangue jorra pelo solo anunciando as suas tribos que a vida vai voltar
Bosquímanos usam como lar daqui tiram louvação, sustento é até amor fazem soprar a esperança de existência no meio do nada
Conscientes que és traiçoeiro, falsa areia no meio da terra dar a vida e mata sede em períodos em incomum, como a morte tira tudo que foi construído sem aviso algum
Grandes vales de aparência inóspita tornam enfastiante para o observador, mas é sua beleza apenas a simplicidade da natureza
Energia dos cristais vai encontrar em nenhum lugar no mundo urânio mais puro o chão foi tão generoso
Dos metais equalizar sua força com a força desse povo pelejador, depositam sua memória ancestral em suas raízes e por mais que a árvore da vida morra já ironizando o destino
Assim como aconteceu com seus antepassados nada será esquecido, como o oponente no juízo final nessas areias tudo será cobrado
Fraquejou e uma vez respeito um romance uma lenda entre os povos se formou uma depressão causou no seu coração
Lapidado para a perfeição brilhante diamante alotrópica do carbono, para riqueza de valor
O mito continuo e em seu íntimo morada fixou para que o mundo inteiro saiba que em terras perdida no continente do desprezado pelo mundo
Em que suricatas e hienas a tem como amigo e vento vermelho cortante tem uma preciosidade que não mede o tamanho de seu quilate
Deserto contigo sem comer, beber, mais pronto para a missão até desgastar, sem que haja forças para sustentar de pé mais estarei lá Kalahari.
Na inconveniência se acha que é requintado
Se gaba por ter um grande patrimônio
De caraminholas contadas acha que ninguém desconfia
De gente que protesta de você sem antes olhar seus erros
Que só observam o lado negativo dos quefazeres
Não sabem ti escutar, suas histórias para eles são desinteressantes
É ainda por cima contam vantagem o tempo todo
De grosserias e total falta de bom senso
Este é uma chatice desnecessária
Agora ser assim não é de todo algo ruim
Só não viva o tempo todo assim simples
Todas as pessoas têm uma mania e uma chatice necessária
Mais por um lado fastidiosos são elas mesmo sem máscara ou maquiagem
Não tentaremos agradar a você nem a ninguém
Falarão a verdade na hora certa, não será chato atoa
Apenas evite dar canseira.
É grande amor, não lhe tirei do coração
Mas se aqui ainda estas, porque dói tanto então?
Sinto-me vazio, mas vazio de quê?
Eu tanto lhe tenho aqui dentro, e tenho tanto a lhe oferecer.
É vazio, mas vazio de quê?
Essa historia de que você vai ter apenas um grande amor na sua vida, na minha mais sincera opinião acho uma tolice isso... quem é que disse que eu não posso ter vários grandes amores?
Na minha vida amei todos que se passarão e ainda amo até hoje, e com orgulho posso encher a boca e dizer que de grande amor eu já tive mais de vinte.
Um país é grande quando os seus filhos deixam de lado os seus interesses e cuidam primeiramente dos interesses do seu país.
Hoje tua saudade tornou-se grande demais para meu tamanho e eu chorei...
Chorei porque você não estava aqui, pra me fazer sorrir...
Chorei porque o teu perfume e a tua presença estavam em mim, porque sua voz ainda soava em meus ouvidos... O meu corpo queria o seu, num impulso incontrolável... Mas você para me poupar de um sofrimento maior havia partido sem me dizer adeus
Não é preciso ser grande pensador, quando já se é sonhador! Nunca desistas dos teus sonhos, pois eles poderão um dia bater-te a porta!
Ostentação pra mim é diploma de nível superior , paz na alma, humildade de espírito, visão de grandeza e mentalidade madura"
"no final das contas tanto o sol como o coberto pode aquecer,mais a grande chama são as emoções que vivemos"
A separação Estado-Igreja foi a grande derrocada da hegemonia do 'poder divino' que era exercido sobre os homens de outrora. Vez que a coação moral estabelecida pelo temor aos deuses foi substituída pelas sanções estatais em descumprimento às leis de direito.
A vida é um grande livro e aqueles que não sabem viver não saem da primeira página. Por isso, a tantas distinções, enquanto algumas são uma obra inteira outras não passam de uma capa. Outros possuem um título deslumbrante, atraente, mas de conteúdo vago e sem fundamento. Algumas histórias descritas apenas de passado, outras de futuros. Algumas escritas somente na tristeza, outras na alegria. Não importa a espessura da capa, a textura do papel, a cor da tinta, pois o que importa é o conteúdo. As suas páginas podem ser escritas de tristeza, dor, sofrimento, decepções, mas um dia tudo isso vai embora, volta-se a sorrir novamente e ao reler a sua própria história compreenderá que sofrer não valeu à pena. Se acreditar que a sua história pode ser de alegria, você está certo, mas se acreditar que será de tristeza, você também está certo, pois é o único capaz de escrevê-la. Você vive a história que escolheu viver. Nunca será tarde para sonhar, nunca é tarde para começar é só querer, é só fazer, é só começar. Hoje você escreve a sua história, amanhã pode ser só mais uma história, vivemos um sopro de vida, frágil e rápido. Quando notar um capítulo se concluí, em seguida está na metade, quando se der conta já rabisca o desfecho final e logo, logo está chegando ao ponto final. Durma menos e lute mais, reclame menos e sonhe mais, chore menos e sorria mais, beba menos e cuide-se mais, brigue menos e beije mais, mande menos e obedeça mais, corra menos e aproveite mais. A história vai ocupando as páginas, mas algum dia o livro lota e a história acaba, mas antes disso seja feliz, muito feliz, pois Deus não nos concedeu uma história para que não seja escrita a não ser assim. Por isso, ame, lute, busque, ria, dance, ame, beije, viaje, pule, abrace, ame, cante, espreguice-se, respire fundo, ame, sinta o vento, sinta o aroma, sinta a vida, ame novamente, sinta que a sua história é aquilo que você sonhou viver e se não o for, faça com que seja. Assim, quando for reler a história escrita por você vai gostar do que vai ver.
Barroqueira do Agreste – Bahia
(Fevereiro de 1934)
A grande distância da realidade dos centros urbanos, longe de qualquer vestígio de progresso e imensamente afastada de tudo aquilo que poderia ser compreendido como civilização, Lea Leopoldina era mais uma pobre cambembe emprenhada, prestes a parir mais um predestinado sertanejo azarento. À sua volta, pouquíssima história para ser contada e nenhum tipo de adornos para enfeitar o seu xexelento pardieiro de barro batido: três cuias de água salobra, brotos de palmas estorricadas e um saco de farinha de mandioca dividiam o apertado espaço na mesa de madeira crua com sabão de sapomina, folhas de macambira e um desusado pilão emborcado numa arredondada bacineta de pedra, guardando ainda as raspas das rapaduras trazidas pelos mascates dos canaviais das circunvizinhanças.
Acima dos caibros e das varas que faziam a parede engradada de taipa, o maljeitoso telhado de ripas, com uma tira grossa de embira amarrada ao centro da cumeeira, segurava num só laço de nó um leocádio apagado bem na direção do velho fogão de lenha. E presa na memória dos seus parcos pertences espalhados naqueles quatro cantos de extrema vileza, a triste lembrança de seu companheiro: Nestor a tivera abandonado, inexplicavelmente, após tomar conhecimento da sua inesperada gravidez.
Do lado de fora, onde fumaça manava em vez de flores e onde nada germinava pelas estreitas fendas cravadas na superfície do chão estéril, pouca coisa sobrevivia da crueldade de uma duradoura estiagem. Rodeados por xiquexiques, quipás, seixos, pederneiras, juazeiros e mandacarus, formigas, besouros, calangos e lagartos escondiam-se num devastado matagal pálido e amortecido. Ao redor deles, pedregosas areias de rios secos, cisternas vazias, lavouras abolidas e ossos de animais mortos eram sobrevoados por outros tantos insetos invictos e descorados.
Caia mais um fim de tarde e o céu avermelhava-se por inteiro, levando consigo as minguadas sombras dos resistentes pés de umbu, jataí e jericó. Parecia mais um entardecer inexpressivo – como todos os outros marasmados e silentes daquele lugarejo fosco – não fossem aquelas repentinas vozes cantarolando mais alto que os cadenciados apitos das cigarras entocadas nos calhaus dos roçados e trauteando mais modestas que os finos gorjeios dos cinzentos pássaros que voavam rumo ao infindo horizonte de mato desbotado: "Nós somos as parteiras tradicionais que em grupo vamos trabalhar! Todas juntas sempre unidas, muitas vidas vamos salvar..." (Helen Palmer - Uma Sombra de Clarice Lispector (Capítulo 3).
Quando percebeu que a India era grande demais para poder levar sua mensagem pessoalmente, Sidartha encaminhou seus discípulos em todas direções. Um deles voltou, cabisbaixo, taciturno, dizendo que não podia pregar porque as pessoas o xingavam, insultavam. Então, Buda o acalmou: - Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? - A quem tentou entregá-lo – respondeu o discípulo. - O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos – disse o mestre – Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carrega consigo. E esse discípulo voltou ao mesmo local onde o haviam xingado e se tornou um dos melhores pregadores e difusores da sabedoria budista.
É um tolo o poeta que julga a sua própria obra.
Deus me livre de achar que sou um grande poeta!!!
Estou convicto de minhas limitações.
Vez por outra possa ser que haja
um relâmpago de originalidade em meus versos.
Nada mais...
O grande trabalhador na vida é o tempo. Ele Caminha sempre num passo certo e não faz nada por saltos e pulos, antes faz todas as coisas por graus, gradações e sucessões e as mudanças que opera, ao prencipio imperceptiveis, tornam -se pouco a pouco perceptiveis e acabam por revelar- se.
Apaixonado pela vida
É assim que sou
Caminhando pelas ruas
A procura de um grande amor
Amor que eu possa ter
Sempre ao meu lado
Uma pessoa para qm eu possa dzr
Que eu estou apaixonado.
ENQUANTO O CEU FOR AZUL E O MUNDO GIRAR PARA SEMPRE IREI TE AMAR, NAO IMPORTA O TAO GRANDE BRILHO QUE AS ESTRELAS POSSA TER, ELAS JAMAIS CONSEGUIRAM OFUSCAR O BRILHO DO SEU OLHAR.
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