Pensamentos sobre Flores
Na vida, o jardineiro corta os espinhos para permitir que as flores desabrochem, assim também devemos superar as dificuldades para alcançar uma vida plena e repleta de realizações.
"Mesmo que o caminho esteja cheio de pedras, lembre-se de que são nelas que as flores criam raízes."
Alegria
Borboletas desaparecem
no porão
Na sala enorme
iluminada
flores se expandem
em meio a vozes moças
alegres
Guirlandas de flores,
de ar
Basta tocar uma delas
(é um sonho)
para que de cada flor
surjam de novo
as borboletas
a voar
seu voo de papel —
amarelo
Desde o início eu poderia dizer que os mais doces são os mais difíceis de encontrar, como as flores mais belas, assim como você...
Olhar atento... Gosto dos pássaros amo as flores e o verde das árvores. Adoro as estrelas, gosto do mar e de observar. A beleza se esconde por aí, por aqui e por muitos lugares, sem escapar detalhes, nada será em vão. Basta saber, e querer enxergar com os olhos do coração.
"Caminho feito de flores,
Presença de boas vibrações,
Centelha de amor,
Que abrasa a Terra
Alimento espiritual,
De beleza, paz, amor e alegria"
Citação do livro 'DESPROGRAME-SE'
Ele derrubou as flores
Para acenar para ela
Ele perdeu o passo
Olhando os passos dela
E ela passante
Se foi nos compasso dela
Deixa os olhos dele
Olhando para as flores dela
Tenho o hábito de enfeitar janelas: as da casa onde mora meu corpo eu as enfeito com flores, as da casa onde mora minha alma eu as enfeito com sentimentos floridos.
...É preciso saber Viver!!!
Nem toda pedra do caminho devemos retirar.
Apesar das flores as que teem espinhos,
se a contemplarmos jamais iremos nos arranhar.
E a Vida é mesmo assim, ao que não compreendemos, só oque precisamos, é que saibamos observar.
As pessoas se mostram
muito belas e evoluídas na
aparência de suas flores,
mas o preconceito vive
enraizado no fundo
de suas almas.
Flores
Flores me são poesias
Onde há tão bela flor
Os poemas são magias,
Bálsamo do poético amor...
© Luciano Spagnol -poeta do cerrado
Julho de 2020, Triângulo Mineiro
“vieste entre espinhos e odores, alojados nos canteiros de flores, onde o amor e a saudade, inermes, se encontram a sós. Dialogam sobre a ausência e as dores; Sobre a carência e as cores; Sobre a indiferença oceânica que há entre nós.”
