Enalteço e os vejo com estupefamento os loucos.
... Eles me fazem perceber que não os imito! Mas, que não o seja também.
Porém os percebo, percebendo a si mesmos.
E, ao intuir-se, o não precisar, do outro!
Tão somente carente de um diálogo pessoal, sem distrair de si mesmos.
Desde o início dos tempos nos preocupamos em silenciar os que consideramos loucos, matando-os, dopando-os, segregando-os do resto da sociedade, por medo de ouvir as verdades que nos incriminam e que só eles têm coragem de dizer.