Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo

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Não me chame de vida se eu não fizer parte da tua.

⁠É que eu nunca me senti parte de algo…
E às vezes eu me escondo
Pra não me machucar.

Eu vivo a vida com uma parte de mim que não deseja sucumbir, é a consciência que reluta em não ser eterna, afinal para onde irão todos esse nossos pensamentos?
Ei-los aqui para sempre, sendo eu, ponte de outros tantos pensamentos, chegam a ti em uma pequena parte do que fomos nós, seguem contigo e partem para adiante daquilo que podemos ser em outro ser.
É terno o quão ciente.

⁠Crônicas de uma vida – Parte que não se conta no currículo


Quando eu nasci, não entendia nada sobre humanidade. Nem por que raios eu tinha vindo ao mundo. Era só um choro automático, um corpo quente e confuso que exigia leite, colo e silêncio.


Com o passar dos anos, comecei a querer ser alguém **especial**. Não sabia ainda o que era humanismo, compaixão ou empatia — palavras grandes demais para uma criança que só queria ser notada. Então foquei no meu eu: minhas notas, minhas conquistas, meu quartinho organizado, minhas pequenas vitórias que eu achava que definiam valor. O mundo era um palco, e eu ensaiava meu monólogo principal.


Até que, numa noite qualquer — daquelas em que a cidade parece respirar mais devagar —, tudo mudou sem aviso.


Eu caminhava pela rua estreita atrás do prédio, fugindo da insônia e do calor abafado do apartamento. Foi quando a vi: uma figura encurvada, quase fundida com a sombra do poste. Uma mulher (acho que era mulher, a penumbra roubava detalhes). Ela revirava uma lata de lixo com uma paciência feroz, os braços magros desaparecendo até o cotovelo no fundo metálico. O som era seco, plástico rasgando, latas batendo. De vez em quando ela parava, examinava algo na luz amarelada, levava à boca e mastigava devagar, como se saboreasse um prato requintado.


Fiquei parado. Não consegui seguir andando.


Primeiro veio a surpresa. Depois, uma pontada de indignação quase infantil: **Como assim? Como uma pessoa igual a mim, feita da mesma carne, do mesmo sangue quente, pode chegar a esse ponto?** O cérebro tentava calcular: acidente? drogas? doença? família que virou as costas? E logo em seguida veio o desconforto pior: e se eu, com toda a minha pose de “alguém especial”, estivesse a apenas algumas más decisões de distância daquela lata de lixo?


Ela ergueu os olhos por um instante. Não sei se me viu de verdade. Talvez eu fosse só mais um vulto na noite, mais uma silhueta que passa e julga. Mas naquele segundo de cruzamento de olhares — ou de quase-olhares — alguma coisa em mim estalou.


Não foi pena. Pena é confortável, dá para resolver com uma moeda ou um sanduíche. Foi **reconhecimento**. Uma espécie de espelho torto e cruel. Ela ali, eu aqui. Mesma espécie. Mesma fragilidade essencial. Só que a vida tinha apertado o acelerador em direções opostas.


Voltei para casa com o estômago embrulhado e os pensamentos em looping. Naquela noite, pela primeira vez, percebi que ser “especial” não era uma conquista solitária. Era, na verdade, uma ilusão muito frágil, sustentada por circunstâncias que eu não controlava: nasci em berço que não desabou, tive acesso a escola, saúde, comida na mesa, rede de proteção invisível que a maioria nem percebe que tem.


A criatura furtiva da noite adentro não era “outra”. Era um **lembrete**. Um lembrete vivo, sujo, faminto, de que a humanidade não é mérito — é sorte, é sistema, é escolha alheia, é conjunto de acasos e de decisões coletivas.


E aí, devagar, quase sem querer, comecei a entender o que talvez seja o humanismo: olhar para o outro e enxergar, antes de qualquer coisa, o mesmo grito surdo de existir. Não importa se está dentro de um terno caro ou revirando lixo à meia-noite.


Aquele encontro não me transformou num santo. Longe disso. Mas plantou uma dúvida incômoda e permanente:
E se eu tivesse nascido do outro lado da lata?
E se, amanhã, a vida virar a chave e me colocar lá?


Talvez a verdadeira especialidade não seja chegar ao topo.
Talvez seja conseguir olhar para baixo — ou para o lado — sem desviar os olhos.
E, quem sabe, estender a mão.
Não por pena.
Mas por reconhecer, no fundo do peito, que aquela mão que revira o lixo poderia, em outra história, ser a minha.


E você? Ja passou por situação que fez repensar quem você acha que é?


Ysrael Soler

A pior saudade não é da pessoa, é de quem eu era quando ela fazia parte da minha vida!

Eu não superei o passado, eu o incorporei como parte do que me mantém de pé.

Eu não faço música: componho trilhas que viram parte da sua história.

A parte mais difícil de te ver partir não foi o adeus, mas perceber que eu ainda guardo um lugar à mesa para alguém que já esqueceu o caminho de casa.

Eu não sou a verdade,
Ninguém é , posso ter
Intuição da verdade,
Dizer uma parte dela,
Posso ser inspirado por
Deus.
JESUS CRISTO É A VERDADE,
a verdade que começou
e que terminará .
Um dia toda a verdade
Será revelada em Jesus
Cristo.

Pensando nas vezes em que fui usado,🤔 não é estranho o consentimento de minha parte, pois eu achava as pessoas em questão, maravilhosas👀.
No fim, aprendi que consentimento é igual aceitar termos de uso sem ler — você clica em ‘aceito’ achando que vai ser divertido, e quando vê já tá pagando em parcelas emocionais com juros.🫣😖🤣

Dizem que cada átomo no nosso corpo alguma vez foi parte de uma estrela, talvez eu não vá embora, talvez eu vá para casa.

⁠Gostemos ou não, aceitemos ou não, você e eu fazemos parte da LEI da CEIFA, de acordo com a Bíblia.

1. Você ceifará o que semeia (Gl 6.7-9);

2. Você ceifará de acordo COMO você semeia
(2º Co 9.6);

3. Você ceifará MAIS do que semeia (Mt 13.31-32);

4. Você ceifará SEMPRE (Gl 6.9).

"Já falei que eu te amo, qual a parte que você
não entendeu?"

☆ Haredita Angel

Perdoar

-Perdoar, eu perdoo!
Mas, isso não quer dizer que continuarás fazendo parte da minha vida.
Também não quer dizer que eu te quero perto de mim.
Eu não te perdoo por ti.
Eu te perdoo por mim.
Pois, eu me amo e mereço paz!.
☆Haredita Angel

Eu sei que pode não dar certo. Mais no final das contas eu vou poder gritar FIZ MINHA PARTE !

Inserida por AlmirPedro

Eu até que já entendi sua forma de jogar com as pessoas só não entendi oque e em qual parte você ganha.

Inserida por Juniorfortini

Olha, eu gosto dele... sabe?! Ele já está ocupando boa parte dos meus pensamentos, mesmo que eu não desejasse.
Mas se eu me sentir ameaçada eu viro uma borboletinha e saio voando ... sem churumelas.

Inserida por pinkolina

Eu acabei confundindo tudo. Não sabia que lado da nossa amizade ainda tinha esse nome. Ou que parte disso era outra coisa. E se era alguma coisa de verdade. Ou se já tinha sido alguma coisa de verdade. Era de verdade, ou de mentirinha ? Eu podia contar com você mesmo. Brincando, ou não.. eu já podia contar quantas vezes pensei que você aqui ou lá, era na verdade a mesma coisa.

Inserida por arthustorres

Ele era parte de mim. Se meu braço caísse do meu corpo, eu não diria: “Deixe que fique assim, no momento certo ele voltará, se for esse o caso. Não adianta forçar as coisas. Talvez você só consiga afastá-lo.” Afinal, era meu braço, e ele fazia muito mais parte de mim do que qualquer braço velho. Eu precisava muito mais dele. Amava-o muito mais. Simplesmente não podia viver sem ele.

Inserida por cintiaml

Eu não quero soluções para os meus problemas, e sim que eles sejam aceitos como parte de mim.

Inserida por JoPaseho