Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo

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⁠“A parte ruim do conto de fadas é quando voltamos a realidade, mas pior que isso, é quando vemos pessoas ainda presas a ele.”

Inserida por LucasMorgado

⁠Aprendi que na vida nem sempre o melhor caminho será o mais fácil de seguir ou o que você optaria por livre e espontânea vontade mas é necessário. É necessário saber lidar com os sentimentos,aprender com a dor e não só senti-lá.

Inserida por Jess2000

As Cores Do Amor

Posso
até perder
as minhas cores...
Posso!
Mas...
As partes de mim
que te amam.
Jamais perderão
as cores do amor.
Porque ,
os meus sonhos...
Não morrerão jamais!

Inserida por daysesene

Um coração que acredita é um coração que brilha!
Apenas acredite no Bem e faça sua parte!

Inserida por violetshine

A melhor parte da vida é aquele momento que você esta com a pessoa que ama curtido tudo o que tem direito

Inserida por LucazAntunez

Gostosa do jeito de ser, gostosa alma, gostosa prosa, enrola e encanta, mulher que vai do cativo do riso, até o mais belo e singelo verso.Mulher do cordel, mulher que saltou da tinha do pincel, caiu na tela e virou arte, musa que se têm por toda parte.
Não parte das minhas faixas memoriais, fica brincando de apaixonar, e eu me jogo na rede de impressionar.Calando os mais altos defeitos, mostrando que é bem melhor ser do seu próprio jeito. Imensidão que enche os olhos! Criatividade divina, Deus te fez menina!

Calor das noites frias, banhada da poesia. Mulher de ossos fortes, que não tem barba e bigode, mas é flor de ninguém pode!Da riqueza e do poder, nasceu serena, confusão e arretada! Brincalhona, sujeita a todos os a frontes, respostas duras aos que acham que podem atacar essa doce criatura!
Atitudes Inusitadas, se acaba na risada!! ( Hahaha)

Gostosa mulher! Você é gostosaa! Seu corpo é só o sagrado templo de grandes budistas, tem que meditar muito para achar algumas pistas a ter o seu coração!Trilhada a dedos! Só toca quem vem de corpo e alma.

Não mergulha em piscinas rasas, é sempre glorificada por intelecto, dialetos, e seus mais belos tipos de madeixas
Seja lisa, cacheada ou crespa, riscada com estrias, que retocam um pouco mais suas mais lindas saliências.

Não mergulha em piscinas rasas, é sempre glorificada por intelecto, dialetos, e seus mais belos tipos de madeixas , seja lisa, cacheada ou crespa, riscada com estrias, que retocam um pouco mais suas mais lindas saliências.

Diz o que pensa, e pensa no que diz! Não sai com qualquer um que se têm por aí. Sai por sair, sem saber onde vai! Uma coisa eu sei, bom rapaz, ela vai aonde ela quer. pensa no que diz! Não sai com qualquer um que se têm por aí. Sai por sair, sem saber onde vai! Uma coisa eu sei, bom rapaz, ela vai aonde ela quer

Inserida por WesleyNabuco

⁠O passado é como um sonho. Um mosaico de imagens e sentimentos que mostra parte da nossa jornada até aqui.

Inserida por pensador

⁠Errar é parte do aprender e se condenam porque erram.

Inserida por Henriquesedeluz

AMANHÃ o PRESENTE momento fará parte do PASSADO… ⁠

Inserida por Carloseduardobalcars

Tenho ideias estranhas, que surpreendem, mas isso é parte da minha personalidade.

Inserida por pensador

⁠Parte da bíblia compõe uma estratégia de governo político-religioso, com múltiplas implicações sociais com consequências atuais.

Inserida por Gabrielstive

Agora o nosso amor era parte da nossa história, do que nos tornamos até aquele momento. Mas o que viria? Eu não estaria mais presente para vê-lo crescer, se tornar outro e mais outro, e isso doía.

Inserida por pensador

⁠Dizer adeus é deixar uma parte sua morrer.

Inserida por danielflanko

VIAGENS PELO INTERIOR DO CONGO – Parte 4
Marcial Salaverry

Durante o tempo em estive no Congo, efetuei diversas viagens por essa região. As estradas continuavam sempre a mesma “maravilha”, ou piores ainda, dependendo da quantidade de chuva que caísse. Todavia, em outras viagens passei por outras situações, no mínimo curiosas. Contá-las-ei aleatoriamente, sem especificar em tal ou qual viagem.

Em certa ocasião, estávamos chegando a um dos inúmeros “bacs” necessários para a travessia dos diversos rios que cortavam a região, fui surpreendido pela atitude do barqueiro que se limitou a dar de ombros diante de meu pedido para atravessar. Certo de que estava esperando o “matabisi” (gorjeta) , preparei-me para enfiar a mão no bolso, quando Alexander cutucou meu braço, apontando para o meio do rio. Lá estava, nada mais nada menos, do que um alegre grupo de hipopótamos brincando, justamente no caminho da balsa. Com aqueles alegres animaizinhos que, possivelmente deveriam estar ensaiando para o coral de Domingo, tal a farra e a cantoria, não havia a mínima condição de travessia, pois se eles resolvessem nos convidar para a festa, não sobraria nem um só pedacinho da balsa, ou do jipe e, lógico de nós mesmos, pois o hipopótamo tem aquela expressão simpática do gordo bonachão, mas é uma fera quando incomodado.
Só nos restou ficar aguardando que terminasse a “festinha”, e os simpáticos bichinhos fossem para outro lugar, para descansar, pois se eles resolvessem dormir por ali mesmo, teríamos que esperar muito tempo. Felizmente os “hipos” são muito metódicos, e tem seus lugares próprios para repouso. Assim sendo, após quase 4 horas de espera, pudemos finalmente atravessar o rio.

Em outra ocasião, tivemos um problema muito mais complicado do que encontros com elefantes, leões ou hipopótamos. Foi uma espécie de entrevero com o pior dos animais que poderíamos ter encontrado : uma patrulha de soldados bêbados. Por falta do que fazer, um pequeno pelotão de 14 soldados do “glorioso” exército congolês, resolveu “patrulhar” aquela estrada. A meio de caminho, resolveram “encher a cara” com o famoso “vin de palm”. Para melhorar tudo, cruzaram conosco. Quando perceberam a aproximação do jipe, armaram uma espécie de tocaia na estrada, para surpreender-nos. Conseguiram. Calculem nosso susto, ao ver aquela turba, brandindo metralhadoras e revólveres, ordenando nossa parada.
Obviamente, paramos. Pelas divisas, calculei que a turba estava chefiada por um sargento, justamente o mais bêbado de todos. Maravilha. Comecei a ver o tamanho do pepino que nos esperava. Respirei fundo, procurando disfarçar o que estava sentindo, dirigi um amável sorriso ao dito cujo, chamando-o da “mon capitain” .
Primeiro ponto. O sargentinho adorou ser chamado de “capitão”. Quis ver tudo. Documentos, que quase examinou de cabeça para baixo (o documento, não ele). Quando começou a abrir as malas e viu as peças do mostruário seus olhos brilharam com as diversas camisas e calças lá existentes. Não preciso dizer que meu mostruário ficou seriamente desfalcado... Ainda bem que já estava terminando a viagem. Coisas do Congo... Agora, que posso estar contando, posso assegurar que não é nem pouquinho agradável a sensação de estar diante do cano de uma metralhadora, principalmente levando-se em conta que estava nas mãos de um soldado bêbado. Bastava um soluço qualquer, e eu não estaria aqui escrevendo estas reminiscências. Depois que tudo passou, Alexander e eu nos entreolhamos aliviados. O único prejuízo foram as camisas e calças “presenteadas” aos soldados. Seguimos viagem em paz.

Havia outra particularidade interessante nessas viagens. A maioria dos comerciantes não gostava muito de usar cheques, por falta de confiança no sistema bancário do País. Seus compromissos eram sempre pagos em dinheiro. Então, no último dia de visita em cada praça, era feita a “coleta”. Passávamos em todos os clientes, efetuando os recebimentos, e o dinheiro todo era colocado em um daqueles baús. Era o próprio “Baú da Felicidade”... Agora, calculem o que poderia ter acontecido se “aquele” baú, não estivesse estrategicamente colocado no fundo do jipe, e os soldados o tivessem aberto...
Felizmente as calças e as camisas encontradas interromperam a busca.

Essas viagens rodoviárias pelo interior do Congo, sempre mostravam ainda um outro lado, que merece um destaque especial. Era o trabalho das Missões Católicas. Geralmente instaladas em rincões bem afastados dos principais centros, os missionários procuravam fazer um trabalho humanitário e social digno de nota. Quase sem recursos, somente com doações de particulares, procuravam melhorar a vida das crianças da região, ensinando-as a ler e escrever. Esbarravam em um problema sério, que era o poder das crenças locais, que sempre eram um entrave para o trabalho dos missionários.
Além desse serviço humanitário junto aos locais, também davam abrigo a viajantes com problemas, como ocorreu comigo. Enfim um trabalho nem sempre reconhecido, razão pela qual quero prestar minha homenagem a esses heróis dedicados, os missionários e missionárias, que prestavam um serviço humanitário de extraordinário alcance. Realmente a dedicação com que esses abnegados se dedicavam ao trabalho era impressionante. A qualquer hora do dia ou da noite, em caso de qualquer necessidade, não hesitavam em ir às aldeias para socorrer quem precisasse de seus serviços. Eram professores, enfermeiros, médicos, parteiros, mecânicos, enfim tudo que fosse necessário. A remuneração que recebiam à guisa de salário era ridícula, algo como o salário de nossos professores, que sequer lhes permitia morrer de fome, pois não poderiam ser enterrados, por falta de recursos, e mesmo assim, com todas essas condições adversas, cumpriam sua missão. Tenho que registrar essa fato como reconhecimento à sua ação. Ainda há que se levar em conta que as Missões sempre estavam em locais isolados e, por isso, sofreram com as barbaridades cometidas durante as lutas pela independência... Triste demais...

A história continua, e como sobrevivi a tudo, posso sempre estar desejando a quem o desejar, UM LINDO DIA...

Inserida por Marcial1Salaverry

Um homem sábio uma vez disse: "A felicidade é algo que deve ser buscado." Nunca entendi isso até estar morta. Quando está morta e presa em uma casa mal-assombrada, não há muito o que fazer além de esperar e esperar. E a espera, como outro sábio uma vez disse, é realmente a parte mais difícil do amor.

Inserida por pensador

VIAGENS AÉREAS PELO CONGO
Este é um capítulo especial do que foram as aventurosas viagens aéreas pelo Congo...
Os passaportes venceram, e era preciso renová-los. Brasil e Congo não tinham relações diplomáticas.
Assim, foi preciso ir até Luanda, para efetivar a renovação, e foi uma viagem simplesmente maravilinda...
Trecho extraido do capítulo, PASSEIO EM LUANDA...

Como em Kinshasa não havia embaixada, nem do Brasil, nem de Portugal, foi necessário ir até Luanda para renovar os passaportes. E foi uma maratona, pois nos deslocamos de jipe de Kinshasa até Matadi, e lá atravessamos a fronteira para a base militar de Noqui, onde iriamos embarcar num garboso monomotor para ir até Luanda. E lá fomos nós... Apenas Neyde e eu, pois as crianças ficaram em Kinshasa, aos cuidados de nosso amigo Ruy Hasson...

E então, começou uma aventura totalmente inusitada... Senão vejamos.
O comandante militar de Noqui, ao saber estar diante de brasileiros, desmanchou-se em gentilezas, e convidou-me para assistir ao interrogatório de alguns rebeldes capturados. O interrogatório desenvolveu-se no dialeto “kimbundo”, do qual tinha algum conhecimento. Pude, então, constatar com assombro os reais motivos que levavam aquela gente à sangrenta rebelião em que estavam envolvidos. Esperando ouvir as tradicionais declarações de “queremos independência”, “amor pela pátria”, fiquei verdadeiramente estarrecido ao ouvir que o principal motivo que os impelia à guerra, era o fato de que o feiticeiro da tribo lhes dissera que, “para cada branco que matarem, terão 1 ano a mais de vida”. Pode? Fazer-se uma rebelião tão sangrenta só por esse motivo? Enfim... Coisas da África.

Fomos então chamados ao “aeroporto” onde vimos a possante aeronave que nos levaria até Luanda.
Um garboso monomotor de 4 lugares. Ficamos encantados com essa oportunidade de viajar com exclusividade. Só o piloto, Neyde e eu. O encantamento aumentou, quando o piloto com a maior simplicidade, pediu para encostarmos o jipe mais perto da avioneta, pois ele precisava fazer uma “chupeta” na bateria, para poder dar a partida no avião. Achei excelente o sistema. Minha esposa inadvertidamente, perguntou o que poderia acontecer se a bateria “pifasse” em pleno vôo. Muito divertidamente, o piloto só disse: "Aí, madame, não haverá com que se preocupar.." Não se esqueçam de que iríamos sobrevoar uma região de floresta fechada, e em poder dos rebeldes.
Decididamente reconfortador. Felizmente, chegamos a Luanda sãos e salvos, apenas com ligeira alteração nos batimentos cardíacos.

Luanda merece um capítulo à parte. Era uma cidade linda. Muito bem cuidada. Com inúmeros pontos de diversão. Além dos encantos naturais da cidade, outras coisas chamaram nossa atenção, a começar pela gentileza especial que fomos tratados pelos patrícios portugueses. Realmente, nunca é demais salientar esse detalhe. Foi só correr a voz de que haviam brasileiros em Luanda, e começamos a ser procurados por eles. Uma certa tarde, estávamos parados num ponto de ônibus, quando um cidadão veio falar conosco, indagando se “nós éramos os brasileiros que haviam chegado do Congo”. Ante nossa afirmativa, não teve dúvidas em colocar-se a nosso dispor para nos levar a conhecer todas as belezas de Luanda. Jamais havia visto tanta gentileza. Jamais poderei agradecer suficientemente o tratamento que nos foi dispensado. Fomos convidados para sardinhadas, bacalhoadas, passeios. Tudo pelo simples fato de sermos “os brasileiros que haviam chegado do Congo”.
Realmente impressionante." E, sobretudo, inesquecível...

E para a viagem de volta, não houve necessidade de nenhuma "chupeta", mesmo porque o jipe havia ficado em Noqui, e nos levou a Kinshasa de volta...
(Nota da Redação) Chegamos sãos e salvos, pois a bateria não pifou, e assim posso estar contando a história, e sempre desejando a todos UM LINDO DIA...

Marcial Salaverry

Inserida por Marcial1Salaverry

⁠Perder alguém é como perder uma parte do valor que da a sua vida.

Inserida por Lauren_Frare

O assassino é parte de algo do passado.

Inserida por pensador

⁠Na angústia de quem fica
reside a esperança do regresso
de quem parte, onde a ansiedade
do reencontro pode ser apenas
a triste ilusão de não aceitar
o que a verdade não pode ocutar.

Inserida por joseni_caminha

⁠Na vida é preciso entender que o impossível também faz parte do aprendizado.

Inserida por michelbezerra