Pedro Bandeira - Identidade
Laços da noite ...
Bandeira que trêmula ao vento...
Lindo momento...
Bem ao vento...
Néctar do meu amor...
Sensato seria a luz do momento que lindo passou...
Com a ternura sendo testemunha a amo...
POEMA MARGINAL
Poeta,eu? Eu não !
Meu poema não tem poesia
Não tem bandeira
Não tem corrente
Não tem escola
Tremula no meu terreiro poético
o mastro nú. Pau de sebo.
Meu poema é cheio de falhas
Meu poema é vazio
Meu poema mente.
Discretamente como o moço
lúcido no ponto do ônibus.
Meu poema não tem sentido
Não tem boca
nem ouvido
Vai como um rio sem direção
à margem da cidade acesa...
do livro "Licença Para a Vida " Editora do Escritor
O colorido da bandeira
ressalta a coragem gravada no peito
e no centro do coração.
A identidade pioneira,
nesse mundo de exclusão.
Mostra, borboleta altaneira,
que a perfeição da vida
renasce em comunhão.
Grita, aos quatro cantos da Terra,
que tu és mais que um corpo inerte trancafiado numa prisão.
Registra em teu rosto a dignidade, o direito ao amor e à união.
Voa, passarinho de mil cores,
que te encontrarei no caminho rumo a transformação.
Vencer as batalhas e cravar a bandeira da nossa verdade pessoal em tudo que fazemos não é tarefa fácil e para qualquer um. É luta e merecimento nosso e de ninguém mais...Cada um com sua história, suas dores, alegrias, caminhos e contradições.
Quando o ideal Humano é sustentado pelo evolutivo nos assemelhamos a uma bandeira em que um lado é sustentada pelo mastro e outro pelo vento e, ambos equilibram o processo.
Dúvida.
Se um dia
Escrever o verso
Que de tudo diz
Estaria feliz, mas ferido
Talvez como Bandeira....
Iria para outro lugar
Na mente, uma videira
Pequenas lamparinas
O mar quebrando silente
Em deferência às meninas
Que alheias à dor, brincam
Ao redor de uma fogueira,
Fagueiras.
Meu Recife que me encanta
Que me faz suspirar
Meu estado, minha bandeira
Que o meu Deus não deixou de abençoar.
Eu vou tocar a trombeta
e o tambor,
Erguer alto a bandeira,
ser o portador
Da notícia alvissareira:
Chegou o nosso libertador!
Viveríamos os sonhos se soubéssemos acatar as duas palavras que estão estampadas na bandeira nacional do Brasil: Ordem e Progresso.
Suspender a bandeira
branca, não significa
dizer quesomos covardes,
mas, que precisamosem
nome da paz, saber a
exata hora de recuar.
Levanto a bandeira, pois tenho nas Mãos de Deus a sustentação necessária para os meus braços defenderem toda forma de AMOR.
#lgbtqia+
Levantar uma bandeira a favor do AMOR e do RESPEITO não mudará a sua essência, pelo contrário, confirmará que você aprendeu a LIÇÃO.
"A existência precede a essência". (Sartre)
#lgbtqi+
Agarrado à bandeira nacional, à um falso Cristo e representados por um miliciano criminoso, o nazi-fascismo tupiniquim, manipula as massas e desperta idiotas esquizofrenizados que se levantam dos esgotos e dos pântanos podres da nação!
REPUBLICAMENTE FALANDO
Moro aqui, nos confins do Brasil,
O verde da bandeira aqui já sumiu
O ouro amarelo, foi esgotado e pego
De refém para a Europa à palo febril.
O azul, a fumaça cinza consumiu,
A exigida ordem e o famoso progresso
De desordem à decadência persuadiu.
Aqui na Amazônia o sinal veio e caiu
Mas vemos a floresta sofrer o fim
Índio sangue de tupi, vítima sim
Das pancadas do próprio país: Brasil.
A democracia em grego já nasceu torta
E aqui em guarani já está morta
Nos olhos felinos do valente jaguari.
O charuto dos ricos é o que fecha
A porta da digna e social inclusão
E abre a porteira da necessidade
Café com leite nem aqui, nem no Japão.
Politicagem do cabresto arrebentado
Vulgo política da saca de café queimado.
O punho do brasileiro honesto padece.
Nessa roda social somos caroços
Dentro do maracujá coberto de imposto
Toda tristeza que há hoje em dia
Fala de uma morena linda da Bahia
Santa negrinha: Caramuru jogada ao mar
Coberta os olhos com a água do chorar.
Referência às atuais divididas capitanias.
Sem açúcar, atearam fogo no canavial,
Sem peixes, botos mortos na seca fluvial
A janela da solução está ficando menor
Cada dia sem vento, sem orvalho pluvial
O pasto, terra dura ficou muito mal
O gado na porteira da várzea é de dar dó
Nesse embrulho, o homem mesmo se deu um nó.
E no meio dessa ressecada folhagem
É cada cidadão por si
Seu tapete foi puxado, virou imagem
Pelo sócio que te traiu assim.
E no fim do mês o salário mini miragem,
Dará só para comprar um sanduíche e um guaraná tupiniquim.
O Idioma dos vencedores
O sorriso é mais que um gesto,
é a bandeira dos que superam.
Ele carrega em si a força silenciosa
dos que enfrentaram a tempestade
e encontraram, no meio do caos,
a paz de quem não carrega mágoas.
O sorriso é o idioma dos que caem,
mas levantam, com feridas que ensinam,
não com dores que aprisionam.
É a marca dos que transformam cicatrizes
em histórias, não em prisões.
Ele fala de coragem,
não de ausência de lágrimas.
Mostra que vencer
não é passar ileso,
mas seguir, mesmo partido,
refeito pelo tempo e pela fé.
O sorriso é o idioma dos vencedores,
a luz que surge entre os escombros de uma alma despedaçada,
o caminho da reconciliação consigo mesmos.
Sorrir é vencer,
é abraçar o presente,
é dizer à vida:
“Eu continuo aqui.”
