Pedagogia da Autonomia
Quando se tem liberdade de pensamentos e autonomia nos sentimentos, fica fácil enxergar as coisas mesmo não estando presente aos fatos. E isso se torna sabedoria.
Exercer autonomia de pensamento é justamente proporcionar uma reflexão que abranja outras possibilidades.
Carro Eléctrico...
Por causa da bateria;
E também da autonomia;
São uma grande “porcaria”!...
Por isso toma cuidado;
Pra não veres estragado;
Teu tão custoso ganhado!
Não duram mais que dez anos;
Custam tanto como um novo;
Suas fracas baterias;
Para evitarmos enganos;
Temos que alertar o povo;
P'ra não fazer avarias.
Pois se compras pra poupar;
Essa relíquia actual;
Muito te vai depenar!...
Pois quando ela se gastar;
Não podes fugir a tal…
Nova terás que comprar;
Por isso tem mui cuidado;
Com esse fraco chiante;
E pergunta a validade!...
Do viver do tal coitado;
Para se manter andante;
Pois não passa dessa idade!!!!!!!!!
Temos por cá um ministro;
Que disto anda a aconselhar;
Nem sei, qual é o seu tacho!...
Mas por já, ter isto visto;
Deitou o diesel abaixo;
E a gasóleo foi comprar.
Não sejas por tal, coitado!!!!!!!!
Quando tal, fores comprar;
Não te deixes iludir!...
Ou verás o teu poupado;
Como um pássaro a voar;
E alguém de ti, a mui sorrir!
Com o carinho do humor…
“O SONHO do Educador é a máxima autonomia do seu Aprendiz.
A última transmissão é a semente da evocação do desejo de aprender”.
“A verdadeira autonomia é auto-nomear-se antes que o outro ou uma instituição te nomeie. Não diga quem e o que eu sou, eu digo quem e o que eu sou!”
É difícil para um pastor lidar com ovelhas, quando elas já tem em si uma autonomia sobre si mesma, e uma maturidade espiritual diferente das outras.
Normalmente são as ovelhas mais forte que ficam na periferia do rebanho, ela parece muitas vezes afastada, mas na verdade ela está protegendo todo o rebanho mais novo com sua própria vida.
O QUE É FELICIDADE PARA VOCÊ?
Na grande maioria das vezes já pensamos em autonomia financeira como sucesso e
felicidade e esquecemos que SUCESSO mesmo é ser feliz.
O que te faz feliz?
Eu teria muitas respostas para essa pergunta que ao longo dos anos ficaram
registradas na minha RAM (Registro Automático da Memória), mas pensei mais um pouco sobre o assunto na ânsia de me alinhar com meu "EU" e concluo que não depende nem um pouco de coisa externas e materiais.
Quando eu era criança não tínhamos muito mais do que um prato de comida e uma
casa pra morar e explicando melhor isso já que essa realidade não difere da de
milhões de pessoas eu digo, tínhamos uma casa e cama e cobertas quentinhas e
limpas, comida bem feita pela mãe, cuidado e preocupações em vestir e
alimentar, mas não tínhamos o que a maioria das pessoas tinham, como:
televisão, luz, chuveiro quente ou frio (era banho de balde), nada de
brinquedos, sapatos muitas vezes faltava, andávamos uma hora a pé para irmos à
escola e íamos sozinhos, roupas eram normalmente doadas, trabalhávamos todos os
dias, sempre limpávamos a casa, lavávamos roupa, louça, varria o quintal
("terreiro"), cuidávamos dos bichos, buscávamos no pasto e como disse na
maioria das vezes descalços, andávamos nos pastos atrás das vaquinhas de leite
que era a nossa renda(queijo e leite) vendido a muito sacrifício pela minha mãe
e pelo meu padastro, plantávamos capim ("braquiária", capim gigante que também
carregávamos em feixes), buscávamos lenhas pro fogão que esquentava água pro
banho e fazia comida pros cachorrinhos e as vezes até comida pra nós quando não
tínhamos gás de cozinha, tínhamos um lampião mas usávamos velas que saía mais
barato que a botija de gás e eram nossa lanterna encaixadas em latinhas de
leite quando íamos a igreja nas quartas e domingos.
Meu padastro batia na gente regularmente, era dele isso.
Minha mãe analfabeta de pai e mãe.
Nossas convivências com outras pessoas eram escola e igreja, coisas completamente
regradas, vigiadas e controladas.
Nosso lazer era correr no meio do mato se houvesse oportunidade para isso e muito raramente podíamos ir a cachoeira que tinha lá no "sovaco de cobra" que é como minha avó paterna nomeou, rs, íamos na
vizinha (30 min de lá) e víamos quando dava o "vale a pena ver de novo", meus
irmãos brincavam entre eles, eu não, quando brincava era porque minha amiga Dilma ia lá em casa, aí fazíamos túnel embaixo do mato, ou inventávamos brincadeiras que nunca existiram, só existiam lá pra gente.
Não vinhamos a cidade quase nunca pois não tínhamos dinheiro pra pagar passagem
pra todo mundo e me lembro que deveria ser uns 40 centavos naquela época, mas
nossa renda era de 100 reais mês.
Minha mãe sempre teve as plantinhas dela no quintal bem cuidadinhas, sempre foi
zelosa com a casa mesmo com chão batido e as panelas sempre eram arriadas, as
galinhas do quintal tinham nomes próprios, as vacas, os cachorros, até as
árvores nós dávamos nome (me lembro da árvore de Jacaré e a árvore de Perereca
kkk)
Talvez você esteja achando chato ler isso e talvez quando você me "vê e/ou me
conhece" nem imagina a minha história de vida e não que seja importante porque na
verdade é comum, mas o que quero dizer a respeito de tudo isso é que com todos
os flagelos, dificuldades, faltas de coisas materiais, financeiras e isso ha um
pouco mais de 15 anos, com tudo isso e contado a partir do meu ângulo, é claro,
eu tenho a dizer que
Minha mãe nos deu muito mais do que um dia foi dado a ela.
Meu padrasto que eu tenho ranço até hoje, rs, do jeito dele, deu o que tinha
pra dar.
Meus irmãos e eu, vivíamos como todos os irmãos, no amor e na guerra
E eu, nunca me conformei e ou aceitei que viveria daquele modo toda a minha
vida e de fato não vivi, mas nós éramos felizes, eu era feliz, não me lembro de sermos pessoas tristes.
Nós riamos atoa e fazemos isso até hoje se estivermos juntos, pela coisa mais
besta que se possa imaginar.
Nós não tínhamos dinheiro mas tínhamos valor
Por isso eu te pergunto e me pergunto, pois escrevo pra mim mesma, o que te faz
feliz?
Isso que dá colocar marionetes sem autonomia na bancada de um jornal de tamanha audiência. Só arrogância não conduz bons debates!
Autonomia
Quando olho para o outrem!
Vejo o quanto mudei,descobri que não há vida boa sem Autonomia...
“A autonomia “ é isso,faz a gente dominar nossas emoções,quando vi que eu era capaz de controlar minhas emoções,fui recompensada com uma força que dá uma alegria interior,inexprimível...
Qualquer um pode sim controlar suas emoções,mas para isso tem que ser ousado,corajoso e livre.
É através do autoconhecimento da autonomia e consciência que começa a mudança.
Não tem outro jeito,sei que às vezes é difícil se encontrar descobrir quem somos em essência,no mais profundo e verdadeiro Eu!
E se você acreditar com força e FÉ!
Verá que vale a pena no final...
Porque descobre que em seu coração é onde tudo começa.💗
É preciso ser audaciosa,
Ter autonomia para sorrir
Mesmo quando a vida nos da motivos para chorar,
É preciso ter coragem,
Ainda que falte forças para lutar,
É necessário dar gargalhadas,
Sem que haja piada,
É importante ser feliz,
É bom voltar ao tempo de criança
Pular, girar, brincar, fazer travessuras,
Volto a realidade, sou adulto, tenho responsabilidade,
Gostosas aventuras.
A ideia da classe política é simples: Subjugar nossa autonomia sob impostos e burocracias para que sejamos eternamente dependentes do populismo benevolente que os perpetuam no poder. Atrapalham o individuo de toda forma, para que ele tenha que pedir ajuda do governo, que posará de salvador da pátria ao te ajudar no problema que ele mesmo criou.
Autonomia e autoconfiança são as características mais valiosas para empreendedores. Antes de começar o negócio, esteja pronto para ser colocado à prova e reforce sua autoestima.Acostume-se a receber críticas.
A vida tem o próprio curso e a própria autonomia, porém, ter plenitude na escolha significa pensar antes de agir.
O Brasil precisa escolher entre autonomia e dependência, soberania ou submissão.
Como o viajante, diante da esfinge, a grande pergunta que temos que responder ao Século XXI é que país queremos ser e que futuro queremos ter, como Nação.
