Pausa
Não sou vírgula porque não sou pausa, não sou ponto final porque não sei lidar com términos. Sou reticências porque quando eu saio de jogo, deixo as pessoas se perguntando sobre o que está por vir.
Sobrevivo a cada momento em mundo sem razão, mas melhor seria uma pausa, um silêncio ou mesmo o nada em meio a escuridão.
Domingo
para muitos é apenas uma pausa de uma grande semana...
para outros o começo de uma nova...
para mim, o momento de beber, pensar, filosofar e acredita que tudo começo no Hoje...
é o dia de sair só, sozinho...
acompanhando com a solidão com um copo de cerveja na mão...
pensando bem longe, ou muito perto que atrapalha...
hoje é domingo pé de cachimbo...
trago várias sensações, que eu só quero o dia termine bem, muito bem.
te aguardo, quem sabe a me paquerar por ai.
aparece, não me esqueça, ou eu mesmo te encontro.
Domingo.
O medo de mergulhar no desconhecido afugenta os receosos, pausa os cautelosos, mas é o alimento do aventureiro.
O tempo passa a cada 1 segundo, a Vida e curta, Não pare no caminho, Por que cada pausa que você der, passa-se 10 anos de você. E por isso que se eu tiver uma morte precoce quero ser lembrado em várias maneiras
REparar é parar duas vezes, é olhar devagarinho, é Pausa para consciência, é desligar o automático.
Repara!
SOLTO UM ESPECTRO 🌺
Solto um espectro de falecidas
Sombras noturnas tristes
Uma pausa sem forma tocada
Um espírito que murmura só
Uma dúbia luz no negrume
Uma cruz pesada de mármore
Um ser vivo sem saber
Que mora dentro de mim
Uma alma perdida num nevoeiro mar
Uma ópera cantada em silêncio
De alguém que morreu sem saber
Nos lençois rasgados num olhar
Lirios que voam de cruel temporal
Nos sonhos de ambição morte
Na fugitiva eternidade cega
Sepulcro perdido lá em cima na serra
Reza de joelhos na escura noite
Sombra de si mesmo murmurava
No fim um espectro de falecidos sonhos
Meus, teus, nossos, mas quem sabe
As trevas sabiam das lágrimas choradas
Perdidas de falecidas dores de morte
Dos sacrifícios feitos pelos vivos
Pois dos mortos nada sabem nem querem saber
O Fim do Começo.
Tudo na vida tem o seu momento de pausa,
Tanto no trabalho, como em um relacionamento, como na vida.
Alguns entendem por um fim,
Eu entendo por um recomeço,
Mesmo em um dos maiores mistério da vida, que é a morte,
É uma pausa, para um novo recomeço.
É o momento onde nosso espírito para, para poder ter a sua reflexão daquilo que viveu.
Daquilo que conquistou, daquilo que perdeu, daquilo que errou.
A recompensa estará no recomeço.
Pois Somos tudo aquilo que plantamos,
Se fizestes coisas boas, meritarás aquilo,
Não se angustie quando acaba algo,
Nossas maiores conquistas está nas mudanças,
Não no conformismo,
O conformismo nos traz vícios,
É ele o carcereiro da liberdade,
E o inimigo do crescimento (John Kennedy),
Mudar para conquistar mais,
Pois As flores mudam,
Nosso corpo muda,
Nossos ideais mudam,
Por que Se não existissem as mudanças
Não haveriam as borboletas.
Não pense naquilo que faça bem para você,
Mas pense naquilo que possa fazer bem para todos.
Um grande abraço de um AMIGO,
Kepler.
PAUSA DE VERBOS
I
Não nego que me entrego sempre
Que cheguei ao ponto do insano
Procuro refúgio nas ondas do mar
E é na loucura que no mar navego
Se o tempo insiste em levar-me
Perdi-me intoxicado na dura vida
Mergulho no vento, pó sem horas
Cada dia é estranho, já sinto na pele
II
Os meus medos costumam voar
Só queria ser, um poeta irreverente
Eu entrego-me, mas nunca me nego
Num sensível sorriso já permanente
Já que algumas vezes ele quis ficar
Mas o amor morre nos meus versos
Sem tecer uma única palavra minha
Sento-me descalça na calma varanda
III
De uma outra linguagem da nostalgia
Em vez de ir, quero ver tudo a passar
Ocorre-me, então, com alguma certeza
Não é uma questão de palavras soltas
Antes de fechar as noites vazias no mar
Desfaço no meu peito, fragmenta tarde
Onde tropeço com minhas asas violeta
A passear, meia-noite numa pausa verbos.
É janeiro em Angola...
Sentado em horário laboral em pausa de recreio, hora de deitar o espírito excitado do decorrer do dia, é hora de o acalmar...
Acalma-te tensão, deixa-te levar, reativa-te, deixa-te levantar...
Verifico ao longe desvanecendo uma corrente quilométrica sem fim separando o azulado profundo do azulado brilhante claro, o brilho reflexo do sol criando um manto de sonho... Sonhos claros, Sonhos de tamanha imensidão, um brilho penetrante que os próprios olhos oscilam e se ajoelham a sua grande amplitude...
São sonhos de um filho que a mãe natureza cria...
São sonhos e é janeiro em Angola... no dez + nove eu vejo o Azul profundo.
Reflexo
Vejo todos esses olhares vagos e distantes...
Em uma pausa na palavra, ouço tiros incessantes
É o som da quebrada que veio pra anunciar, que já se foi mais um que estava em evidência.
Coincidência ou concorrência? Ou só coisa corriqueira...
Subir de patamar não quebrada, não é brincadeira
Lá se foi mais um guerreiro vulgo herói da quebrada leão destemido mas uma alma desgarrada.
Em apenas um instante o momento é propicio, mata alma, leva a vida a ascensão de um indivíduo
Tira a vida, outras choram, mata o ego cresce a fama, dizimando um a um
Mas um jovem da corrida, mas agora é menos um aumentando as estatísticas, ouço gritos ouço vozes.
Sirenes servem de socorro, aglomera todo mundo o povo está é curioso, esticando o pescoço para tentarem ver, mas o reflexo no espelho ele reflete só você.
O coração disparou de uma forma que todos os outros órgãos do meu corpo fizeram uma rápida pausa para assisti-lo, enquanto eu admirava um lindo sorriso seu depois de tanto tempo, fiquei horas em looping no vídeo, não me cansava de te reparar. Vejo que acertei quando disse que era você, que é você, eu acertei . . .
Enfim, adorei te ver sorrindo, um beijo, na mão óbvio, cê sabe, sou um cavalheiro moderno, se cuida magrela mais linda do mundo. ; )
