Partilha
Partilhar não é dar o que nos sobra, o que temos em excesso; a verdadeira partilha, o puro acrescento, é darmo-nos de forma total e irrestrita em tudo aquilo que somos, que fazemos e sentimos como ser essencial.
Viver junto requer uma partilha do sensível, é preciso trabalhar a convivência. É uma relação baseada no amor espiritual, carinho, saudade, compreensão, vontade de ajudar, de estar junto, cultivando o respeito e a fidelidade. Almas Gêmeas. Geralmente elas se encontram no olhar e existe uma forte atração física.
O adeus!
Um dia a amizade aparece.
Diálogos, conselhos
Partilha de choros e sorrisos
Envolto aos ombros
E abraços de um amigo.
Um dia a amizade solidifica.
Momentos, decisões
Surgem os comprometimentos
De erros e acertos
Na vida de um amigo.
Um dia a amizade some.
Achismos, egocentrismos
Rompem sentimentos
De tudo o nada
Simplesmente jaz um amigo.
29.11.1947
Plano da ONU para a partilha da Palestina (1947)
Pouco depois do fim da Segunda Guerra Mundial, em maio de 1947, a ONU, a pedido do Reino Unido, criou o UNSCOP (Comissão Especial das Nações Unidas sobre a Palestina), para elaborar o plano de partição da área do Mandato Britânico da Palestina. O plano consistia na partição da banda ocidental do território em dois Estados - um judeu e outro árabe -, ficando as áreas de Jerusalém e Belém sob controle internacional. 53% do território seriam atribuídos aos 700 mil judeus, e 47% aos 1 milhão e 400 mil árabes sendo desses 900 mil que imigraram durante o inicio do século 20 e 500 mil viviam no local (antes desse acontecimento, judeus provenientes da Europa ocidental e do norte da África também já haviam imigrado a Palestina se juntando a outros poucos milhares de judeus que viviam historicamente ali , anteriormente a publicação dos Livros Brancos, e comprado 65% das terras daquela região, do antigo mandato Turco-Otomano, por isso essa proporção de terras). Em geral, a criação imediata de um lar nacional judeu, conforme fora prometido pela Declaração de Balfour e pela Liga das Nações, em 1922, era vista como uma forma de reparação pelo Holocausto. Em julho de 1947, forças britânicas interceptaram o navio posteriormente denominado "Êxodos 1947", que levava ilegalmente 4.500 refugiados judeus para a área do Mandato, violando as restrições à imigração judia, estabelecidas pelo chamado Livro Branco de 1939. A viagem fora custeada por um grupo de judeus americanos. O caso obteve grande repercussão na mídia, provocando comoção internacional e fortalecendo a posição das organizações sionistas, que lutavam pela criação de um Estado judeu. Assim, poucos meses depois, na sessão de 29 de Novembro de 1947 - presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha -, quando 56 dos 57 países membros se encontravam representados, 33 deles votaram favor do Plano, 13 votaram contra e 10 se abstiveram. Apenas a Tailândia esteve ausente. Os países da Liga Árabe (Egito, Síria, Líbano e Jordânia) manifestaram-se abertamente contrários à proposta e não reconheceram o novo Estado. A Agência Judaica aceitou a resolução, embora não ficasse satisfeita com solução proposta para várias questões, como as restrições à imigração judia da Europa e os limites territoriais do futuro estado judeus menores que os 65% adquiridos. Já os árabes palestinos, assim como os estados árabes, não aceitaram o Plano, pois consideraram que a proposta contrariava a Carta das Nações Unidas, segundo a qual cada povo tem o direito de decidir seu próprio destino, e declararam sua oposição a qualquer plano que propusesse a separação, segregação ou divisão do seu país ou que atribuísse direitos ou estatuto especiais e preferenciais a uma "minoria". Meses depois, em 14 de maio de 1948, poucas horas antes de se esgotar o mandato britânico e já em meio a uma guerra civil entre árabes e judeus, foi declarada a Independência do Estado de Israel, no dia 14 de maio de 1948. Os Estados árabes reagiram imediatamente, e os seus exércitos entraram na região para "varrer" o recém-estado do mapa. Começava a primeira guerra árabe-israelense.
29.11.1947 - votação do Plano da ONU para a partilha da
Palestina - início dos conflitos.
..., na sessão de 29 de Novembro de 1947 - presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha -, quando 56 dos 57 países membros se encontravam representados, 33 deles votaram favor do Plano, 13 votaram contra e 10 se abstiveram. Apenas a Tailândia esteve ausente. Os países da Liga Árabe (Egito, Síria, Líbano e Jordânia) manifestaram-se abertamente contrários à proposta e não reconheceram o novo Estado. A Agência Judaica aceitou a resolução, embora não ficasse satisfeita com solução proposta para várias questões, como as restrições à imigração judia da Europa e os limites territoriais do futuro estado judeus menores que os 65% adquiridos.
Se os primeiros cristãos reivindicassem a partilha não só dos bens, mas também dos meios de produção a sociedade igualitária poderia ser uma realidade e não uma utopia.
AGORA
Toda doçura e simplicidade,
Em toda essa energia que se espalha,
Singela partilha,
Dádivas ao nosso ser,
Que nos reveste de paz,
Pelo o que somos e nos tornamos...
Alegria e gratidão,
Por tudo e por todos
E tudo nesse instante
È força, vida e Luz!
Se acredita que tens a sabedoria e não a partilha não és iluminado, tampouco sábio.
A humildade é a prova, o teste para o próximo passo a ser dado. Sem este, estarás atrelado apenas às palavras, a inutilidade, ao desperdício.
Ninguém alcançará a plenitude carregando o egocentrismo consigo.
Para expandir o conhecimento e se elevar conscientemente, antes deverás libertar-se do ego, da posse, do meu, pra mim e compreender que tudo o que adquiriu é para o Todo.
Nada nos pertence, nada é seu ou meu, tudo é nosso, deverás dividir para multiplicar.
Uma vez absorvido, compreendido e guardado pra si, perde-se o Propósito Maior, Iluminismo, Despertar, Altruísmo.
Estamos aqui para a Grande Expansão, para o Despertar, somos ferramentas deste grande momento, não podemos cair em desuso como já aconteceu com outras "Velas", apagaram-se as chamas e não mais transferiram a Luz da Sabedoria.
Sejamos Chamas Acesas sempre, acendamos novas mentes.
Um abraço de Luz a todos, Gratidão Ao Universo!
Todos os beijos são intenções e verdades que umedecido o corpo aflora o desejo da partilha do gosto.
"É preciso incentivar a prática da população tendo em vista a partilha do político. Educar, não para o mercado como dizem os que defendem o privatismo, mas para o exercício consciente da soberania popular. Assim, é imperioso o emprego de tecnologias de ponta na educação das massas brasileiras. Precisamos democratizar a sociedade e o Estado, federalizando a suposta república brasileira".
Reflexão diária 04/05/2017
Quando você é honesto e partilha suas virtudes, assim como erros, ajuda a quem não o faz a fazer.
Acreditar, sozinha, no valor de uma determinada coisa. A tristeza de pensar que ninguém partilha do meu modo de sentir, ou se partilha não tem forças ou não quer ter. É duro acreditar assim.
As pessoas precisam aprender a desligar seus dispositivos móveis algumas horas por dia para partilharem da companhia de familiares e amigos – além de si mesmos.
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