Paranoia
#Paranoia: ninguém presta, neste exato momento, alguém está roubando minhas frases paranoicas e montando uma page sobre um medo que ele nem tem!
Fui um sonhador irmão, viajei na paranóia da ilusão.
fui um conquistador irmão, conquistei amor no coração....
As pessoas já são tristes por elas mesmas, e eu não quero me afogar na paranoia da culpa. Estou drenando minhas emoções, sem lugar nenhum para depositar as mágoas.
Uma rede balançando sob a mangueira é melhor do que a paranoia de perder uma riqueza que nunca teve valor na vida.
O que está acontecendo?
Vejo a diversão de uns em troca do sofrimento de outros...
Vejo a paranóia da modelagem...
Vejo a era do imediatismo...
Do conformismo...
Do consumismo...
Do coitadismo...
Vejo bonecos de ventríloquos serem reconhecidos como heróis...
Vejo o tempo fracionado, às vezes com lágrimas, outras vezes como um mar vermelho de montanhas brancas...
Vejo que o escuro mostra claramente o que o claro esconde as escuras...
Posso ver uma lua minguante no rosto dos passantes...
Posso ouvir as imagens...
Enxergar os sons...
Posso sentir o sangue frio e assustado saltitar em minhas veias...
Me contorço! chego a ter taquicardia com o som ensurdecedor dos meus pensamentos...
Sinto o vento deslizar desesperado sobre a minha pele...
Fugindo?
Fugindo da ignorância!
Vejo pessoas sendo domadas por máquinas...
Vejo máquinas montadas sobre pessoas...
Foram criadas por nós...
Estamos a ser substituídos por elas...
Olhe para os pássaros!
Ouça seus cantos!
Não são mais os mesmos, pedem socorro através deles...
Onde estão as peripécias?
Você as viu por aí?
Vejo células cancerígenas contaminarem sutilmente as partituras...
Observo o mar lacrimejar silenciosamente às escondidas...
Assisto ao sol proclamar para a lua que não a empresta mais o seu brilho...
Vejo as nuvens se recusarem a decorar o céu...
Vejo seres pensantes sendo asfixiados com seus próprios pensamentos...
Vejo a espécie humana distinguindo-se em várias outras...
Vejo um simples papel sentar-se no trono como o deus das nações e para adorá-lo noto uma corrida de velocidade em que no final da prova completa-se com um salto em profundidade...
Vejo o motor do orgulho, auto-suficiência ser ativado pelas engrenagens do ódio, individualismo, preguiça, ambição, inveja e sendo movido com o combustível da competição...
Posso ver crianças, jovens e adultos, idosos se lambuzarem com o prazer imediato e envenenando-se com a cicuta da infelicidade...
Vejo muitos rodeados por multidões, mas sozinhos, isolados e abandonados dentro de si mesmos...
Ouço a arte gemer de dor...
Assisto as drogas cantarem alegremente...
Vejo grupos se digladiando por almas...
Vejo a música sendo afogada...
Vejo olhos vomitando lágrimas...
Vejo lágrimas vomitando olhos...
Vejo a separação...
Exclusão...
Eliminação...
Insatisfação...
Sinto medo de chegar em casa, de tocar as portas, paredes, janelas, os retratos entreolham-se sufocando-me...o silêncio é ensurdecedor, apavorante e golpeia-me com suas vibrações...
Vejo palavras vazias...
Sorrisos programados...
Atos ensaiados...
Mentes ajustáveis...
Vejo o capitalismo da mentira...
Milhares moram em palácios, porém habitam o anonimato...
Vejo o ser mutilado!
O ter exaltado...
Vejo a humildade esquartejada!
A arrogância endeusada...
Vejo a simplicidade amordaçada!
Os disfarces adorados...
Vejo a alegria sendo sepultada!
A falsidade almejada...
Bebemos e degustamos aos poucos do líquido da morte!
Acredite na sua intuição. Nunca é paranoia ou coisa da sua cabeça. Seu corpo sente a energia e Deus dá sinais para nós despertar.
Sabe aquela pessoa que você desconfia? Acredite, tem algo sim e uma hora ou outra a verdade aparece.
PARANÓIA
Se você é mais ou menos normal, mentalmente, que não é o meu caso e quer ficar paranóico, é simples, tente inteirar-se sobre astronomia, você entra numa paranóia enorme, só a pessoa saber que quando você olha para cima e muitos daqueles astros já não existem, já explodiram há milhares de anos, isso é ou não é para ficar maluco?
Fortaleza/Cê., 09 de julho de 2025.
Às vezes o medo nos torna paranóia e obsessivo, a mente vira hipnose e os sonhos se tornam pesadelos. Furucuto
A PARANOIA é uma desconfiança excessiva em relação aos outros, a NEUROSE é uma ansiedade excessiva em relação a situações cotidianas, e a PSICOSE é uma perda do contato com a realidade.
PSICANÁLISE
Quem é ele?
Diziam que Víctor tinha hábitos estranhos, que colecionava livros de ocultismo, artefatos antigos e totens indígenas. Uns falavam que ele era um bruxo; outros, um sádico terrorista. Havia até quem afirmasse ser ele um alienígena. Tinha noites em que se podia ouvi-lo murmurar palavras indecifráveis que mais pareciam grunhidos a evocar entidades. Um amigo meu me disse certa vez que um terceiro lhe havia dito que alguém teria visto Víctor conversar com estatuetas de cobre enquanto fazia gestos esquisitos com um punhal de prata. Segundo ele, esse alguém teria sido vizinho de Victor. Relatou-me que esse tal vizinho teria visto a cena por meio de um binóculo, espionando através da janela da casa onde Victor morava. Nunca acreditei integralmente em tudo isso. Mas a presença dele realmente incomodava. Talvez por conta das histórias, não sei. De fato, ele era muito obscuro. Victor parecia não ter sentimentos, falava só o necessário, apenas respondia pausadamente, com voz baixa e grave, a quem ousava dirigir-lhe a palavra. Não sei por que nem para que tinha vindo a nossa cidade. Ele pouco saia. Na verdade, Víctor só podia ser visto em público depois que o sol se punha; ou melhor, quando o sol não se fazia presente. Aliás, isso o tornava ainda mais misterioso. Seria ele um vampiro? Se eu acreditasse que vampiros existissem, ele seria a pessoa mais suspeita do mundo. Confesso que o vi pouquíssimas vezes. Talvez umas quatro ou cinco. Ainda assim, não o vi direito... quero dizer: não vi detalhes de sua aparência, por causa do capuz. Só dava para perceber que ele tinha uma pele muito branca, rosto alongado, nariz comprido e fino. Mesmo seus olhos sempre pareciam fechados, na penumbra do capuz, voltados para baixo. Figura sinistra, sem dúvidas. Era bem alto, um tanto quanto corcunda, não se misturava. Dentre outras coisas bizarras, criou-se uma espécie de lenda em que se dizia que Victor não olhava para as pessoas porque, ao olhar, poderia capturar os pensamentos e até mesmo a alma delas. E isso seria um fardo para ele. Por conta dessas histórias, todos desviavam os olhares de Víctor, embora se sentissem misteriosamente atraídos por aquela pobre criatura. Quando o vi pela primeira vez, senti como que se ele pudesse me observar mesmo sem olhar para mim. Sentia também que ele podia ver a tudo e a todos mesmo sem usar os seus olhos. Sempre que um fato inusitado ocorria na cidade, desconfiava-se dele, como que se ele pudesse interferir inclusive na natureza do mundo. Sinceramente, eu tinha muita pena daquele homem, tanto que por não poucas vezes expulsei meninos que atiravam pedras na casa dele para depois darem no pé sem olhar para trás, com medo de se transformar em estatuetas de cobre.
Ao chegar aqui
Percebo tons e sons diferentes
Eles se difundem
tomando parte da minha mente
Já nem sei o que é real ou paranoia
Tudo tem acontecido muito rápido
Tudo tem se tornado tão instável
Num período curto de tempo
Os ciclos tem se fechado
Não sei mais o que tenho pensado
Mas de tantos pensamentos
o cérebro se encontra anestesiado
Um excesso de informações
trazendo, futuro, presente e passado
Quem sou?
O que tenho me tornado?
Como fruto da imaginação
Ela chega sorrateira
Taxada como mal da geração
A maldita depressão.
Não é o sussurro ao pé do ouvido na calada madrugada
Não é ser naufrago em mar aberto
Não é a besta que te arranca os dentes
Não é a tua doença congênita, ingênua
É o choro desacompanhado do sono
É o afogar no próprio calar
É ser de si, o próprio algoz
É adoecer sozinho e nada poder falar
O tempo passa na garganta como navalha
E vocês, juntos passam também
Quanto mais sozinha fico, mais o peito envelhece
Quanto mais sozinha fico, mais o corpo me aceita ceifar
Não posso reclamar abrigo, porque o abrigo pra mim é inimigo
Não posso me apoiar em nenhum amar, porque não há amor a se cobrar
Não posso respirar, o medo me roubou o ar
Não posso gritar, pois qualquer som o pode acordar
Não sei o que fazer, não tenho onde ficar
Talvez o que me reste agora mesmo seja o pesar
Pela felicidade que nunca vou ter
Pela paz que nunca irei encontrar
Nossa mente pode ser tão barulhenta, as vezes, que acreditamos que as pessoas conseguem ouvir nossos pensamentos, planos e medos.
✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.
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