Paranoia
#Paranoia: ninguém presta, neste exato momento, alguém está roubando minhas frases paranoicas e montando uma page sobre um medo que ele nem tem!
Uma rede balançando sob a mangueira é melhor do que a paranoia de perder uma riqueza que nunca teve valor na vida.
A ciência do autodomínio consiste em não subestimar os riscos, mas sem mergulhar em paranóia, e a do equilíbrio é ser cauteloso sem contudo se ver como uma ilha cercada de ameaças por todos os lados.
A PARANOIA é uma desconfiança excessiva em relação aos outros, a NEUROSE é uma ansiedade excessiva em relação a situações cotidianas, e a PSICOSE é uma perda do contato com a realidade.
PSICANÁLISE
PARANOIA
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Você teme o que nunca foi um plano;
sofre um dano que nunca lhe atingiu;
sempre viu e no entanto não existe
algo em riste na sua direção...
Vê assédio no riso e no carinho,
seu espinho já é a própria flor,
sente a dor do recesso e da brandura
e a cura dos males lhe adoece...
Você tem a frieza das carraras
ou a cara da lei gravada nelas,
luz de velas no lustre de marfim...
Desconfia do quanto quero bem;
vai além do infinito mesmo perto,
quando penso que acerto em seu aval...
"É a mensagem ignorada.
É a paranoia que desatina.
É sua mão fugindo da minha
sem razão aparente."
"É te ver preferir dar mais
atenção até para as paredes.
É aquilo que se não cuidar,
mata uma relação."
"É meu coração com medo
de perder a única coisa
pela qual ele quer bater."
"A gente até tenta salvar um
relacionamento,
mas as vezes ele já se afogou."
Saia dessa paranoia com a Árvore de Natal! Ela foi apenas uma ideia de Lutero para relembrar a noite do nascimento de Jesus.
Quem tem a Árvore da Vida
(Ap 2.7; Ap 22.14, Ap 22.18-19)no coração não se preocupa mais com qualquer outra árvore.
Quem é ele?
Diziam que Víctor tinha hábitos estranhos, que colecionava livros de ocultismo, artefatos antigos e totens indígenas. Uns falavam que ele era um bruxo; outros, um sádico terrorista. Havia até quem afirmasse ser ele um alienígena. Tinha noites em que se podia ouvi-lo murmurar palavras indecifráveis que mais pareciam grunhidos a evocar entidades. Um amigo meu me disse certa vez que um terceiro lhe havia dito que alguém teria visto Víctor conversar com estatuetas de cobre enquanto fazia gestos esquisitos com um punhal de prata. Segundo ele, esse alguém teria sido vizinho de Victor. Relatou-me que esse tal vizinho teria visto a cena por meio de um binóculo, espionando através da janela da casa onde Victor morava. Nunca acreditei integralmente em tudo isso. Mas a presença dele realmente incomodava. Talvez por conta das histórias, não sei. De fato, ele era muito obscuro. Victor parecia não ter sentimentos, falava só o necessário, apenas respondia pausadamente, com voz baixa e grave, a quem ousava dirigir-lhe a palavra. Não sei por que nem para que tinha vindo a nossa cidade. Ele pouco saia. Na verdade, Víctor só podia ser visto em público depois que o sol se punha; ou melhor, quando o sol não se fazia presente. Aliás, isso o tornava ainda mais misterioso. Seria ele um vampiro? Se eu acreditasse que vampiros existissem, ele seria a pessoa mais suspeita do mundo. Confesso que o vi pouquíssimas vezes. Talvez umas quatro ou cinco. Ainda assim, não o vi direito... quero dizer: não vi detalhes de sua aparência, por causa do capuz. Só dava para perceber que ele tinha uma pele muito branca, rosto alongado, nariz comprido e fino. Mesmo seus olhos sempre pareciam fechados, na penumbra do capuz, voltados para baixo. Figura sinistra, sem dúvidas. Era bem alto, um tanto quanto corcunda, não se misturava. Dentre outras coisas bizarras, criou-se uma espécie de lenda em que se dizia que Victor não olhava para as pessoas porque, ao olhar, poderia capturar os pensamentos e até mesmo a alma delas. E isso seria um fardo para ele. Por conta dessas histórias, todos desviavam os olhares de Víctor, embora se sentissem misteriosamente atraídos por aquela pobre criatura. Quando o vi pela primeira vez, senti como que se ele pudesse me observar mesmo sem olhar para mim. Sentia também que ele podia ver a tudo e a todos mesmo sem usar os seus olhos. Sempre que um fato inusitado ocorria na cidade, desconfiava-se dele, como que se ele pudesse interferir inclusive na natureza do mundo. Sinceramente, eu tinha muita pena daquele homem, tanto que por não poucas vezes expulsei meninos que atiravam pedras na casa dele para depois darem no pé sem olhar para trás, com medo de se transformar em estatuetas de cobre.
Faça de tudo para manter perto quem te quer, quem reconhece as qualidades e acima de tudo, te ama apesar das paranoias.
Faça sua escolha, pois isso será definido em nossa vida.
Eu não quero mais importar com suas atitudes, pois isso não está me fazendo bem.
Quero me libertar da paranoia que andou me perseguindo, e graças à Deus já comecei com algumas atitudes, sei o quanto é péssimo pra mim.
Não quero ter mais decepções.
